quarta-feira, 11 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Que os jogos comecem!
É com muito orgulho que o FDM por meio deste vídeo vem anunciar o começo da sua campanha para a décima edição da Copa Paulo Francis. Estavam rolando alguns boatos por aí que as róseas estariam reparando-se para a CPP num spa no México (até agora não se sabe de onde veio o dinheiro que patrocinou tudo isso). Mas, como tudo não passou de um rumor, o vídeo abaixo vem elucidar qualquer dúvida sobre o que realmente as Fleurs du Mal estariam fazendo no México:
Ps. Pedimos desculpas pelo erro encontrado no vídeo sobre ser a décima edição da CPP. Colocamos na descrição do vídeo que era da Copa Paulo Francis. Pensamos em esperar cinco anos para publicar o vídeo, visto que a Copa Patrícia Poeta tem metade do tempo de vida que lhe demos, mas decidimos publicar mesmo assim.
Ps. Pedimos desculpas pelo erro encontrado no vídeo sobre ser a décima edição da CPP. Colocamos na descrição do vídeo que era da Copa Paulo Francis. Pensamos em esperar cinco anos para publicar o vídeo, visto que a Copa Patrícia Poeta tem metade do tempo de vida que lhe demos, mas decidimos publicar mesmo assim.
terça-feira, 3 de abril de 2012
Memória CPF 3 - Wagner Sarmento
"Ontem, na rodada final, jogamos sério, mas sem estímulo, já que a equipe adversária jogava sem dois jogadores. Atacamos o tempo todo e perdemos muitas chances (vou fazer um "mea culpa", perdi muitos gols). O placar foi justo, 14 x 0. Isso apesar do MAA ter criado algumas chances principalmente com o cara habilidoso das chuteiras vermelhas (ontem, tinha gente chamando o cara de Dorotee, do Mágico de OZ)."
Nono (IMP), 21 de julho de 2003
"Quanto a colocar em dúvida a honestidade da PIA, calma lá, Wagner (suponho que tenha sido você quem escreveu esse post não assinado) [...] Usar desse tipo de argumento, usar de frases como 'ver a PIA - e sobretudo Gatis - reclamando de alguma coisa nesta edição da copa soa como piada (de muito mau gosto)'.É o se fazer valer do mais baixo tipo de argumentação. Você não precisa tentar desmerecer seu oponente para que seus argumentos se sobreponham. Essa é uma estratégia típica de quem não tem argumentos fortes."
Guilherme Gatis (PIA), 11 de agosto de 2007
"Ops, foi mal, Gatis. Esqueci de assinar. Fui eu mesmo."
Wagner, em resposta, 11 de agosto de 2007.
"Wagner não é Pelé. Nem se compara. E não porque Pelé é melhor, mas porque simplesmente não se compara. Wagner é Wagner. [...] E eu me orgulho de ter Wagner Sarmento marcado na história da Copa, e não Pelé, não Romário."
Diogo Madruga (BAU), 13 de abril de 2008
"Eu costumo dizer que não conheci ninguém que merecesse ganhar a Copa mais do que ele. Wagner jogava com amor, ele namorava a taça da CPF quando ainda era um infante na competição, ele a desejava como um noivo deseja a esposa na hora do casamento."
Benjamim de Moura (MSN), 7 de maio de 2010
"A despolitização e a sucessão de gerações fez com que essas discussões se encerrassem e muita gente passou a tratar com vassalagem reis e rainhas sem a altura da majestade."
Luís Henrique Leal, 7 de maio de 2010
"A história é contada pelos vencedores. O choro, deixo contigo. 64 abraços."
7 de maio de 2010, Wagner Sarmento, em resposta.
"Wagner, de fato, não foi um atleta desprezível... Afinal ele foi um dos que aprendeu na Escolinha do Dudu."Um dos mais célebres jogadores da Copa Paulo Francis, o próximo personagem do Memória CPF cultivou idólatras e desafetos; atingiu a incrível marca de 64 gols em cinco edições, sob o protesto de alguns que o acusavam de "banheirista"; mesmo nunca querendo ser cartola, chegou ao mais alto cargo da organização, para sair dramaticamente; uma figura controversa, que divide comentários arrogantes com enorme afeição por tudo o que a Copa representa. Assim como o próprio Paulo Francis no mundo jornalístico, Wagner Sarmento (também atendido pelas alcunhas "W9", "W64", ou Rainha), goleador do MAA, fez história na CPF, tanto pela sua competência quanto pela capacidade de gerar polêmicas.
Eduardo Maia (MSN), 2 de abril de 2012.
E a palavra hoje - na série que deu a primeira pulsão de vida ao blog em 2012 - não é de ninguém menos que ele, a Rainha. Que tenha início, a história:
Memória CPF - Wagner Sarmento
Eu sou Pelé. Começar um texto com esta frase implica uma responsabilidade imensa pras linhas que virão a seguir.
Digo que sou o Pelé da Copa Paulo Francis mesmo sem nunca ter jogado num esquadrão como o Santos dos anos 60 e o Brasil de 70. Bem longe disso. O MAA, desde o começo, sempre foi sinônimo de superação. Nos dois primeiros anos, sequer tínhamos um time inteiro. Disputamos sempre com um ou dois jogadores a menos, com a cara, a coragem e a alma. Sabíamos das nossas limitações tanto quanto de nossas qualidades. Varremos os escombros de cada derrota nestes jogos iniciais pra erguer o time vencedor do futuro.
Nestes 6 anos de copa, eu tive meu Coutinho. Na verdade, ele prefere ser chamado de Maradona. Júnior era o cérebro e motor do time, o cara que deve ser responsável por mais de dois terços das jogadas que resultaram em gols meus. O MAA tinha ainda a segurança de Rodrigo no gol, a bravura de Tiago Maciel, a entrega de João Neto, a malemolência de David, o Neymar albino, e a onipresença do meu parceiro JB, que da França nos anos derradeiros de copa emanava torcida e fé.
Das tantas emoções que a Paulo Francis me proporcionou, duas guardo com carinho especial e reconto aqui, neste espaço de saudades e lembranças.
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| Comemoração do gol 50, sobre o PDF |
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| Em pé: David, Wagner e Júnior Agachados: Rodrigo e Tiago |
Fui chamado de ditador quando, por questões humanitárias e sociais, liderei em 2005 a costura diplomática que resultou na criação do UAL (Unidos pelo Álcool), uma fusão entre MAA (Movidos a Álcool) e VTU (Vamos Tomar Uma), classificada por meus detratores como opressiva. Ao fim da copa, despedi-me ironicamente com 64 gols. Isso mesmo, 64. O número, mais emblemático impossível quando se fala em tirania, crava uma só certeza: minha ditadura é o gol.
MEMÓRIA EM VÍDEO
Abaixo, vídeo feito em 2011 sobre Wagner Sarmento. O título também é Memória CPF, inspiração para esta série.

segunda-feira, 2 de abril de 2012
Memória CPF 2 - Eduardo Maia
Continuando a série "Memória CPF", apresentamos mais uma peça chave que ajuda a montar o quebra-cabeça da História da Copa. A palavra desta vez é do primeiro "Craque Paulo Francis", Eduardo Maia (MSN). Como sabemos, o maior artilheiro da competição foi Wagner Sarmento, do MAA, marcando 64 gols em seu tempo. Porém, muitos jogadores da primeira geração afirmam que, se tivesse participado de mais edições, o atacante do MSN poderia ter superado o número. Enfim, são questões que não pretendem ser - nem nunca serão - respondidas; tanto é que, no texto a seguir, Maia nem toca no assunto. Como o título trata de afirmar diretamente, se trata do embrião da ardente rivalidade paulofranciana.
Pois bem... o texto:
O primeiro grande clássico: IMP X MSN
Por Eduardo Cesar Maia
O melhor time que vi jogar no meu tempo de Paulo Francis foi o IMP – ainda que eles tenham atuado apenas no primeiro ano (2003) e que o tenhamos derrotado por duas vezes em jogos realmente emocionantes. O melhor, portanto, nem sempre é o maior ou o mais merecedor. Não quero aqui fazer média com os caras e tentar uma trégua diplomática 10 anos depois da guerra. De fato, as duas partidas foram verdadeiras batalhas, com lances polêmicos, xingamentos pesados, carrinhos do joelho pra cima, expulsões, confusões extracampo etc.; mas a realidade é que, pelo menos nos três primeiros anos da Copa¹ , os outros times não conseguiam fazer partidas no nível das que IMP e MSN realizavam, seja pela qualidade técnica, seja pela rivalidade feroz entre os atletas. Os jogos com os times dos calouros (na época o MAA e a PIA) eram encarados por nós e pelo IMP como simples treinos e como ocasião para marcar muitos gols e tentar a artilharia. Os placares eram sempre muito elásticos.
Muito frequentemente, vocês bem o sabem, a carreira de jornalismo e a prática do futebol não costumam andar juntas ou, quando andam, geralmente o fazem de forma, digamos, desengonçada. Era difícil para qualquer turma, inclusive para o meu MSN, conseguir completar o time, muito menos ter reservas no banco. Tivemos sempre que contar com a boa vontade de jogadores improvisados, que nunca tinham batido uma pelada na vida. Mas o IMP era um pouco diferente, e neste ponto começo a justificar minha opinião de que eles tiveram o melhor time da época. Os IMParciais (nome babaca, alguns dirão, e eu concordo...) tinham pelo menos 4 jogadores acima da média.
Imparciais
Destaco, em primeiro lugar, o maior atacante da época, o matador Diogo Argentino, uma espécie de “Evair” da Paulo Francis, que sabia tanto finalizar com frieza e precisão quanto servir os colegas com assistências muito bem feitas. Minha disputa pessoal com Diogo era uma coisa antiga, desde os tempos de colégio (Lubienska), mas hoje reconheço nele um jogador muito mais talentoso do que eu, com muito mais controle de bola, apesar de às vezes faltar nele, em momentos decisivos como aquele, um pouco mais de garra e de liderança. Nossa rivalidade foi ainda aumentada porque ambos atrasamos o curso no mesmo ano para fazer um intercâmbio na Espanha e lá jogamos muitas vezes juntos e separados; quando voltamos, fomos disputados por nossas antigas salas para compormos o time original. Por isso, nunca joguei pela OBC (turma na qual concluí o curso) e ele nunca jogou pelo MSN (idem). Menciono, ainda do IMP, o nome de Leonardo Salazar, que também conheço desde moleque, das peladas que batíamos num campão de terra onde hoje está erguido o edf. Sítio Jacobina, nas Graças. Leo é um grande zagueiro, forte e habilidoso com a bola nos pés. Jogou sempre com muita garra, mas acabou prejudicando o seu time por excesso de nervosismo e por ter sido expulso duas vezes em jogos conosco. Admito, aqui, que uma das nossas estratégias (do grego ΣΤΡΑΤΗΓΙΚΗΣ, do inglês strategy, do francês stratégie) era provocá-lo no jogo e fora de campo. O maior craque do IMP, no entanto, em minha opinião, era Luiz Marcelo, o Lula, que hoje é músico e toca na banda Mula Manca, se é que ainda existe o grupo (vou mandar meu estagiário apurar o fato). Jogador completo: atacava com velocidade e habilidade; defendia com força e inteligência – um “Xavi” do jornalismo. À época, eu jogava com ele uma pelada de altíssimo nível todas as quintas-feiras num campinho na Fernandes Vieira, e ele era invariavelmente um dos primeiros a ser escolhido na hora de tirar os times.
Os três que mencionei eram os verdadeiros craques na origem da Paulo Francis, e o IMP ainda contava com Heiner Farias, um jogador competente e útil, mas de um nível um pouco abaixo dos demais. Completavam o time os perronhas Artur Grupillo e Marcelo Pedroso, que tentavam pelo menos dar umas lapadas quando entravam em campo, mas nem isso eles conseguiam. Outra grande vantagem do IMP era contar com um bom goleiro (coisa rara na Paulo Francis): André Telles.
Movimento dos Sem Nome
Minha equipe – o glorioso MSN – era, pelo menos no papel, muito mais modesta. Tínhamos, é verdade, um zagueiro muito bom, Carlos “Gamarra”, essencial na nossa conquista. Jogava com muita força, mas sem cometer tantas faltas, e sabia sair com a bola com categoria. Jogou bem todas as partidas e era o ponto de equilíbrio do time. Arthur Gomes, que ficou conhecido na época como “Arthucano” por suas perigosas tendências direitistas, era um jogador muito bom, mas sofria com uma série de problemas físicos: joelho podre, tornozelo, coluna... Ele fez um grande esforço para jogar a Copa e jogou muito bem, disputando, inclusive, a artilharia. Nosso atacante fixo era Dudu Surf, que tinha um bom controle de bola e fez gols importantes, mas era um tanto irregular, porque vivia pensando em Maracaípe, mesmo na hora dos jogos. Deixou o MSN na mão em alguns fins de semana por preferir o surf ao futebol, um pecado mortal que ele ainda pagará no inferno. Mas, quando entrava para jogar, colaborava muito. Leo Grego, nosso homem no Itamaraty, era um zagueiro esforçado e brigador; compensava as deficiências técnicas com muita vontade de ganhar e com lapadas nas canelas dos outros: foi fundamental nos jogos mais duros. Sobre mim mesmo, diria que me superei nessa Copa. Não tinha a habilidade de Diogo Argentino, nem a força de Salazar e muito menos a “completude” futebolística de Lula, mas coloquei toda a minha vontade em cada partida, e aproveitei muito o fato de chutar bem de longe, marcando muitos gols dessa forma. Renato Lima foi nosso “gigante” no gol. Defendia a meta com muita raça e se atirava nas bolas sem se importar com a queda e não tinha medo das bombas dos atacantes adversários... Tanto que machucou a mão e foi substituído pela revelação Rafael Ferreira, que foi o goleiro da grande final e teve um papel importante no resultado. É dele a invenção da “defesa manchete”, que consiste em suavizar um chute potente utilizando o conhecido movimento de braço utilizado por jogadores de vôlei. Era estranho – verdade – mas funcionava.
O primeiro jogo – No primeiro enfrentamento, lembro-me de que o domínio do IMP era quase absoluto: mandaram no primeiro tempo e saíram na frente com um gol de Diogo Argentino. Deixo vocês com o depoimento de Benjamim sobre o confronto, escrito na coluna que ele mantinha no blog da Copa daquele ano, no qual comentava todas as rodadas: “O segundo confronto da rodada era o clássico mais esperado da primeira fase. IMP e MSN se enfrentaram fazendo o jogo que muitos apontam como a provável final da Copa. Os dois times iniciaram o jogo na defesa. Foi o contra-ataque do nono período que funcionou melhor. Diogo Lopez marcou aos seis do primeiro tempo. Cinco minutos depois Dudu Maia empatou. Diogo Lopez, terceiro lugar na briga pela artilharia, com dois gols a menos, e Arthur Grupillo marcaram para o IMP antes do intervalo. No segundo tempo, o MSN iniciou no ataque e no primeiro minuto de jogo Arthurcano marcou o gol que lhe garantiu a artilharia da Copa por mais uma rodada. Dudu Maia empatou aos dez minutos e aos dezessete pôs o MSN na frente pela primeira vez na partida, que terminou com esse placar”. Como você podem perceber, foi um jogaço... E começou aí o clima de hostilidade e pancadaria que iria se repetir no último e decisivo confronto.
O IMPério tenta contra-atacar
Epílogo
Bem, no ano seguinte (2004) as coisas foram bem diferentes... O IMP já não participou, não fomos campeões (o título ficou com o medíocre time do OBC...); mas conquistei a artilharia com um número de gols que acho que até hoje não foi batido numa única Copa. Ainda não conseguimos resgatar estes dados para confirmar, portanto isso fica pra um próximo texto.
Pois bem... o texto:
O primeiro grande clássico: IMP X MSNPor Eduardo Cesar Maia
O melhor time que vi jogar no meu tempo de Paulo Francis foi o IMP – ainda que eles tenham atuado apenas no primeiro ano (2003) e que o tenhamos derrotado por duas vezes em jogos realmente emocionantes. O melhor, portanto, nem sempre é o maior ou o mais merecedor. Não quero aqui fazer média com os caras e tentar uma trégua diplomática 10 anos depois da guerra. De fato, as duas partidas foram verdadeiras batalhas, com lances polêmicos, xingamentos pesados, carrinhos do joelho pra cima, expulsões, confusões extracampo etc.; mas a realidade é que, pelo menos nos três primeiros anos da Copa¹ , os outros times não conseguiam fazer partidas no nível das que IMP e MSN realizavam, seja pela qualidade técnica, seja pela rivalidade feroz entre os atletas. Os jogos com os times dos calouros (na época o MAA e a PIA) eram encarados por nós e pelo IMP como simples treinos e como ocasião para marcar muitos gols e tentar a artilharia. Os placares eram sempre muito elásticos.
Muito frequentemente, vocês bem o sabem, a carreira de jornalismo e a prática do futebol não costumam andar juntas ou, quando andam, geralmente o fazem de forma, digamos, desengonçada. Era difícil para qualquer turma, inclusive para o meu MSN, conseguir completar o time, muito menos ter reservas no banco. Tivemos sempre que contar com a boa vontade de jogadores improvisados, que nunca tinham batido uma pelada na vida. Mas o IMP era um pouco diferente, e neste ponto começo a justificar minha opinião de que eles tiveram o melhor time da época. Os IMParciais (nome babaca, alguns dirão, e eu concordo...) tinham pelo menos 4 jogadores acima da média.
Imparciais
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| Diogo Argentino, Heiner Farias, Marcelo Pedroso, Leo Salazar, Lula e, na horizontal, Grupillo. |
Os três que mencionei eram os verdadeiros craques na origem da Paulo Francis, e o IMP ainda contava com Heiner Farias, um jogador competente e útil, mas de um nível um pouco abaixo dos demais. Completavam o time os perronhas Artur Grupillo e Marcelo Pedroso, que tentavam pelo menos dar umas lapadas quando entravam em campo, mas nem isso eles conseguiam. Outra grande vantagem do IMP era contar com um bom goleiro (coisa rara na Paulo Francis): André Telles.
Movimento dos Sem Nome
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| De pé: Léo Grego, Rafael Ferreira, Eduardo Maia, Arthucano, Benjamim. Sentados: Carlos Gamarra, Dudu Surf, Marcelo e Vilela. |
O primeiro jogo – No primeiro enfrentamento, lembro-me de que o domínio do IMP era quase absoluto: mandaram no primeiro tempo e saíram na frente com um gol de Diogo Argentino. Deixo vocês com o depoimento de Benjamim sobre o confronto, escrito na coluna que ele mantinha no blog da Copa daquele ano, no qual comentava todas as rodadas: “O segundo confronto da rodada era o clássico mais esperado da primeira fase. IMP e MSN se enfrentaram fazendo o jogo que muitos apontam como a provável final da Copa. Os dois times iniciaram o jogo na defesa. Foi o contra-ataque do nono período que funcionou melhor. Diogo Lopez marcou aos seis do primeiro tempo. Cinco minutos depois Dudu Maia empatou. Diogo Lopez, terceiro lugar na briga pela artilharia, com dois gols a menos, e Arthur Grupillo marcaram para o IMP antes do intervalo. No segundo tempo, o MSN iniciou no ataque e no primeiro minuto de jogo Arthurcano marcou o gol que lhe garantiu a artilharia da Copa por mais uma rodada. Dudu Maia empatou aos dez minutos e aos dezessete pôs o MSN na frente pela primeira vez na partida, que terminou com esse placar”. Como você podem perceber, foi um jogaço... E começou aí o clima de hostilidade e pancadaria que iria se repetir no último e decisivo confronto.
O IMPério tenta contra-atacar
Epílogo
Bem, no ano seguinte (2004) as coisas foram bem diferentes... O IMP já não participou, não fomos campeões (o título ficou com o medíocre time do OBC...); mas conquistei a artilharia com um número de gols que acho que até hoje não foi batido numa única Copa. Ainda não conseguimos resgatar estes dados para confirmar, portanto isso fica pra um próximo texto.
¹ Em 2003, fui campeão e fiquei em segundo lugar na artilharia; em 2004, vice-campeão e artilheiro absoluto, com mais de 10 gols a frente do segundo lugar; em 2005, não pude mais jogar, mas acompanhei os jogos da Copa.
domingo, 1 de abril de 2012
Tabela CPF 2012
Meninas, corram para as manicures para reparar as unhas roídas!
Meninos, vão logo calibrando seus pés, que devem estar desajustados de tanto tapear nervosamente o chão.
"Habemus Copam", são as palavras que rondam nos bastidores do mundo jornalístico. E não só no curso da Federal. Este ano, a Copa é de todos! Veteranos da CPF, agora respeitados profissionais de sucesso, virão de todo o país para ter uma chance de reviver o mais master dos campeonatos de futebol do Universo.
Para provar que o Paulo Francis 2012 é algo concreto, disponibilizamos a Tabela de Jogos da décima edição da Copa Paulo Francis. Nela, você conferirá que muito mudou. Por haver apenas cinco times masculinos este ano, devido à inesperada saída do PDF, adicionamos um time de veteranos como convidado especial para jogar um amistoso a cada rodada.
Além disso, na Copa Patrícia Poeta participam pela primeira vez cinco times, igualando com a disputa masculina. Desta maneira, de forma inédita, os dois torneios começarão simultaneamente, o que é bem excitante. Outras alterações no formato, algumas radicais, também irão ser reveladas ao longo da semana. Esperem novidades na Copa em si, no blog, nos prêmios e nas festas. A décima edição não passará em branco e logo menos vocês saberão por quê.
É estranho, contudo, constatar que as cores verde e amarelo não ponteiam o quadro este ano, mas ao menos veremos um verdadeiro arco-íris de times na equipe dos veteranos (porra, deveria ter pintado o nomezinho "veteranos" com as cores do arco-íris, inclusive). Rostos conhecidos da História recente do campeonato, como Diogo Madruga (BAU), Breno Pires (BAU), Nilton AJ (BAU), Luiz Felipe (PDF) e Anderson "Princesa Sarah" (PDF) deverão fazer seu grand retour aos gramados. Eles unirão forças a consolidados mitos, como Eduardo Maia (MSN) e Wagner Sarmento (MAA).
Bem, como é de costume, os calouros abrirão todas as rodadas. Este ano, eles excepcionalmente fecharão a quinta semana, com um confronto inusitado entre bebês contra os idosos. Detalhe para a quarta rodada, auge de emoções, com o clássico masculino RYU x RUN e a reencenação da final feminina de 2011, RUN x FDM. Aliás, com a data redonda da CPF, todos os times, masculinos e femininos, prometem partidas épicas. A Copa começa 5 de maio e vai té o dia 9 de junho. Mais informações sobre local e horários nos próximos posts. Sem mais delongas, a tabela:
Meninos, vão logo calibrando seus pés, que devem estar desajustados de tanto tapear nervosamente o chão.
"Habemus Copam", são as palavras que rondam nos bastidores do mundo jornalístico. E não só no curso da Federal. Este ano, a Copa é de todos! Veteranos da CPF, agora respeitados profissionais de sucesso, virão de todo o país para ter uma chance de reviver o mais master dos campeonatos de futebol do Universo.
Para provar que o Paulo Francis 2012 é algo concreto, disponibilizamos a Tabela de Jogos da décima edição da Copa Paulo Francis. Nela, você conferirá que muito mudou. Por haver apenas cinco times masculinos este ano, devido à inesperada saída do PDF, adicionamos um time de veteranos como convidado especial para jogar um amistoso a cada rodada.
Além disso, na Copa Patrícia Poeta participam pela primeira vez cinco times, igualando com a disputa masculina. Desta maneira, de forma inédita, os dois torneios começarão simultaneamente, o que é bem excitante. Outras alterações no formato, algumas radicais, também irão ser reveladas ao longo da semana. Esperem novidades na Copa em si, no blog, nos prêmios e nas festas. A décima edição não passará em branco e logo menos vocês saberão por quê.
É estranho, contudo, constatar que as cores verde e amarelo não ponteiam o quadro este ano, mas ao menos veremos um verdadeiro arco-íris de times na equipe dos veteranos (porra, deveria ter pintado o nomezinho "veteranos" com as cores do arco-íris, inclusive). Rostos conhecidos da História recente do campeonato, como Diogo Madruga (BAU), Breno Pires (BAU), Nilton AJ (BAU), Luiz Felipe (PDF) e Anderson "Princesa Sarah" (PDF) deverão fazer seu grand retour aos gramados. Eles unirão forças a consolidados mitos, como Eduardo Maia (MSN) e Wagner Sarmento (MAA).
Bem, como é de costume, os calouros abrirão todas as rodadas. Este ano, eles excepcionalmente fecharão a quinta semana, com um confronto inusitado entre bebês contra os idosos. Detalhe para a quarta rodada, auge de emoções, com o clássico masculino RYU x RUN e a reencenação da final feminina de 2011, RUN x FDM. Aliás, com a data redonda da CPF, todos os times, masculinos e femininos, prometem partidas épicas. A Copa começa 5 de maio e vai té o dia 9 de junho. Mais informações sobre local e horários nos próximos posts. Sem mais delongas, a tabela:
sábado, 31 de março de 2012
Memória CPF 1 - Benjamim de Moura
Começa hoje a série Memória CPF, um espaço para rememorar a Copa com depoimentos daqueles que deram os primeiros passos para construir uma das competições mais queridas do Universo. Ao longo das próximas semanas, vocês irão de deparar com declarações e desabafos desses antigos craques, cartolas e personalidades da Paulo Francis, que revelarão um torneio repleto de História. Além da camaradagem jornalística e de contos de bravura futebolística, vocês também irão se surpreender com relatos de muita politicagem, golpes, disputas ideológicas e ações escusas que fizeram da Copa Paulo Francis esse torneio igualmente simpático e canalha que todos amamos.
Para abrir o segmento, as honrosas palavras de um dos primeiros articuladores político da CPF, o senhor Benjamim de Moura.
Memória CPF - Benjamim de Moura
Pelo que eu lembro, a Copa começou de alguns amistosos. Primeiro o OBC (quinto período na época) jogou contra a PIA (terceiro período). Logo depois, Arthur Gomes organizou a turma da nossa sala para jogar contra o OBC. Foi neste jogou que eu tomei um frango, me aposentei e virei cartola.
A turma de Diogo Argentino (IMP) ficou sabendo dos amistosos e também formou um time. Foi aí que Arthur e Felipe Salgado (OBC) tiveram a ideia de reunir os quatro times para fazer um campeonato. Conversamos com os calouros (Wagner, que viria a ser o maior artilheiro da Copa até hoje, e João) que também conseguiram formar uma equipe.
Antes da polêmica do nome da competição, houve o acerto que, inspirados no OBC e na PIA, todos os times deveriam ser representados por uma sigla de 03 letras (acho que até hoje é assim). Os calouros decidiram se chamar MAA (Movidos a Álcool), o nono período decidiu se chamar IMP (abreviação de imparciais) e a gente, para tirar onda, decidiu que nossa sala seria o MSN (Movimento dos Sem Nome), uma ideia de Arthur para zuar os "esquerdistas" do curso. Além de fazer alusão à enorme quantidade de sem alguma coisa que a galera de esquerda defendia, o nome representava o grande capital.
O nome da CPF foi uma polêmica desencadeada pelo DA da época, tendo à frente Mariana. Quando surgiram as primeiras sugestões, a gente decidiu que o nome da competição seria escolhido pela direção (Arthur, Felipe e eu) e obviamente estávamos propensos a colocar Carlos Lacerda. Quando soube que estávamos organizando uma copa e qual seria o nome dela, Mariana começou a agitar o pessoal pra que o setor de esporte do DA (se é que existia) assumisse a organização e começou a sugerir uma série de nomes de esquerda. A confusão foi grande e, por iniciativa dos jogadores, decidiu-se que o DA não iria interferir em nada.
Em uma reunião da direção da Copa com os representantes de cada turma, ficou decidido que cada sala indicaria duas pessoas para escolher o nome da competição. Cada representante de turma poderia indicar um nome ou os dois escolheriam um nome em comum e a ele seriam computados dois votos. A direção, representada por Felipe, Arthur e eu, teria direito a um voto duplo. A gente teria que decidir entre nós um único nome para sugerir. Ou seja, teríamos doze votos: dois de cada turma e um duplo da direção. Sendo que o voto da direção teria de ser acatado por todos os três representantes. Felipe não aceitava o nome Carlos Lacerda e queria João Saldanha.
Não tenho certeza, mas acredito que Rafael sugeriu que defendêssemos então o nome de Paulo Francis, porque além de representar as ideias de direita, ainda chamaria atenção dos jornais, das rádios e TVs pela figura polêmica que PF sempre foi. Felipe aceitou o terceiro nome.
E ai veio a articulação. Vários nomes foram sugeridos pelas turmas. Além de PF e João Saldanha teve gente que sugeriu Copa Zagalo, Copa Super Man. Na contagem geral JS ficou com os dois votos do OBC. Paulo
Francis ganhou disparado com os dois votos da nossa turma (acho que Rafael e Renato nos representaram) o voto duplo da direção e o voto de uns dos calouros, que se não me falha a memória foi Wagner. Dizem que o voto em PF lhe rendeu a indicação para a vaga de vice na primeira diretoria da Copa e quando Felipe se formou, ele passou a ser o presidente da CPF. O nome Copa Paulo Francis foi o vencedor com cinco
votos.
Além desta, houve a polêmica de Diogo e Dudu. Os dois haviam atrasado o curso por causa do intercâmbio e foi preciso decidir em que turma jogariam: na turma de origem ou na turma em que estavam. Diogo, do
IMP, tava estudando na nossa turma. Dudu estava no OBC. Ficou decidido que o jogador só poderia representar a turma de origem.
A escolha do nome de Patricia Poeta, que começou como amistoso e depois virou copa, também foi parecida. Com uma diferença, a diretoria não tinha direito a voto. Neste caso, as mulheres indicariam nomes seguindo aquela regra de duas por turma e formariam uma lista tríplice para que a direção escolhesse. Cinthia e Ariane votaram em Patricia Poeta que entrou na lista com dois votos. Eu e Arthur convencemos Felipe a escolher este nome.
Para abrir o segmento, as honrosas palavras de um dos primeiros articuladores político da CPF, o senhor Benjamim de Moura.
Memória CPF - Benjamim de Moura
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| Há anos aposentado da CPF, Benjamim sairá do seu retiro paradisíaco para prestigiar a 10ª edição |
A turma de Diogo Argentino (IMP) ficou sabendo dos amistosos e também formou um time. Foi aí que Arthur e Felipe Salgado (OBC) tiveram a ideia de reunir os quatro times para fazer um campeonato. Conversamos com os calouros (Wagner, que viria a ser o maior artilheiro da Copa até hoje, e João) que também conseguiram formar uma equipe.
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| Time do MSN Em pé: Carlos Regis "Gamarra", Marcelo, Eduardo Maia, Benjamim e Renato Lima. Agachados: Dudu Surf, Leonardo e Arthucano. Bandeira de Serra era xodó da equipe de Benjamim |
O nome da CPF foi uma polêmica desencadeada pelo DA da época, tendo à frente Mariana. Quando surgiram as primeiras sugestões, a gente decidiu que o nome da competição seria escolhido pela direção (Arthur, Felipe e eu) e obviamente estávamos propensos a colocar Carlos Lacerda. Quando soube que estávamos organizando uma copa e qual seria o nome dela, Mariana começou a agitar o pessoal pra que o setor de esporte do DA (se é que existia) assumisse a organização e começou a sugerir uma série de nomes de esquerda. A confusão foi grande e, por iniciativa dos jogadores, decidiu-se que o DA não iria interferir em nada.
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| Charge de Pequeno no embate MSN x MAA |
Não tenho certeza, mas acredito que Rafael sugeriu que defendêssemos então o nome de Paulo Francis, porque além de representar as ideias de direita, ainda chamaria atenção dos jornais, das rádios e TVs pela figura polêmica que PF sempre foi. Felipe aceitou o terceiro nome.
E ai veio a articulação. Vários nomes foram sugeridos pelas turmas. Além de PF e João Saldanha teve gente que sugeriu Copa Zagalo, Copa Super Man. Na contagem geral JS ficou com os dois votos do OBC. Paulo
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| Além de João Saldanha e Carlos Lacerda, Um dos possíveis nomes da competição era Copa Super Man. WTF? |
votos.
Além desta, houve a polêmica de Diogo e Dudu. Os dois haviam atrasado o curso por causa do intercâmbio e foi preciso decidir em que turma jogariam: na turma de origem ou na turma em que estavam. Diogo, do
IMP, tava estudando na nossa turma. Dudu estava no OBC. Ficou decidido que o jogador só poderia representar a turma de origem.
A escolha do nome de Patricia Poeta, que começou como amistoso e depois virou copa, também foi parecida. Com uma diferença, a diretoria não tinha direito a voto. Neste caso, as mulheres indicariam nomes seguindo aquela regra de duas por turma e formariam uma lista tríplice para que a direção escolhesse. Cinthia e Ariane votaram em Patricia Poeta que entrou na lista com dois votos. Eu e Arthur convencemos Felipe a escolher este nome.
sexta-feira, 30 de março de 2012
E começa a campanha roxa...
Seguindo a tradição de melhor campanha publicitária da CPF e CPP, o time roxo do quinto período começa, um mês antes do início dos jogos, a fazer o que sabe de melhor: provocar. E essa fúria roxa pode até não ser traduzida em campo, mas é fato que nossas 4.038 meninas vão ficar mais uma vez Doidas Pelo Caneco.
VEM PRO FIGHT, CPP.
quinta-feira, 29 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
segunda-feira, 19 de março de 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Em busca do gramado perfeito
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| Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM pode vir a ser a nova sede da CPF. |
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| A paquera rolou solta no encontro entre Daniel Ferrugem e Dona Graça. Ele ganhou até um "me liga na segunda". |
A escolha, contudo, ainda não foi completamente acertada. Há uma facção da organização que tem outro campo em vistas. O Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM também se interessou pela proposta e está sendo avaliado pela recém criada Comissão Campista, composta por Deco Pi, André Wally e Júlia Presidenta Arraes e encabeçada pelo vice-presidente. Segundo a presidenta, o tenente Júlio Come-Água teria tentado subornar a comissão com oblatas sedutoras e propostas indecentes. "O frango à passarinho daqui do clube é uma beleza. Grande que só e custa só doze reais. Eu mesmo não consigo comer sozinho", relata Júlia sobre o que ele teria dito. "E ele estava inebriado; disse que havia tomado Brahma a R$2,50 no bar do clube. E eram 8h da manhã!", comenta, "mas, independente de tudo isso, vemos potencial no gramado da PM".
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| Clube da PM aposta no preço do litrão a R$5 e na Brahma a R$2,50. |
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