I'll be back!
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
O reforço dos rosas
Para aqueles que guardaram na memória uma imagem de um
FDM com, digamos ,dificuldade de marcar gols em 2011, eis que esse ano o time
masculino promete uma reviravolta impressionante. O reforço do time rosa vem
diretamente do Rio de Janeiro pra jogar na CPF. ÉÉÉ ,companheiros, o novo
contratado foi cedido por empréstimo pelo todo-poderoso Flamengo e promete
marcar muitos gols na Copa Paulo Francis.
Ele foi convocado pelo capitão Márlon - de quem é
amigo íntimo - para jogar o melhor campeonato de futebol da galáxia. Muito
feliz com o convite, Pedro Paulo Catonho diz estar muito contente e realizado por estar
participando pela primeira vez desse evento grandioso que é a Copa Paulo
Francis.
PPC diz estar aproveitando esse pouco tempo que ainda
nos resta até a chegada da CPF para treinar com muita dedicação. Ele também garante que sua passagem por alguns dos times mais importantes do país (ex.: Sport ,Corinthians e Flamengo) não foram em
vão, e que junto com Júlio “El emperador gordito” formará a melhor dupla de ataque já vista na história da CPF.
Aguardem!!
Paulo Francis entrevista... Rafael Moura, o Pata-de-Elefante.
Paulo Francis está entre nós para uma série de entrevistas curtas, lisérgicas e impactantes, desnudando ao público as enigmáticas personalidades da Copa. A entrevista de abertura não poderia deixar de ser com um dos, talvez, mais discretos e reservados personagens da competição. R9 se abre inteiro para os petardos verbais de Francis. Confira.
Rafael, o R9, o Pata de Elefante. Primeiro de tudo, obrigado pela oportunidade da conversa. Vamos logo ao que interessa: por que a imagética do elefante? Por que tão nobre animal?
Olá, Paulo, eu que agradeço. Olha, Paulo, boa pergunta. O primeiro impulso da maioria das pessoas é associar o elefante em minha perna a uma referência dimensional fálica. Eles não estariam errados, confesso. É tudo isso mesmo. Mas não para por aí, não. Poucos sabem, e não fico alardeando, mas cresci na Índia, em meio àquela pluralidade incrível de divindades e práticas pouco conhecidas pelo mundo ocidental. Sempre fui discreto e de poucas palavras, e lá não era diferente. Fui criado entre elefantes, e um deles, em especial, o Márcio, tornou-se meu melhor amigo, minha única companhia. Márcio foi morto por caçadores (se permite uma pausa, a voz embargada). Vim para o Brasil, com a chance que o RYU me deu, e a tatuagem foi uma tentativa de eternizá-lo em cada um dos gols que faço. Há dias em que me comunico somente com Tromba Longa, mascote do RYU, pois sinto que Márcio ainda vive, através dele. Não quero mais falar sobre esse assunto (ajeita-se na poltrona, os olhos marejados).
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| "Vou mostrar quem sou em 2012" |
Naturalmente, naturalmente... falemos sobre assuntos mais terrenos, seculares, digamos, extrovertidos. É sabida sua longa relação de amizade e afeto com seu companheiro de time Aaron. É notória, contudo, a ligação, dentro das quatro linhas, que você estabeleceu com Ferrugem, com quem, juntos, marcou a maioria dos gols do RYU. Fale um pouco sobre a relação entre os companheiros de time.
Se me permite a metáfora, Paulo, Aaron seria o amor, Daniel seria o sexo. É aquela velha oposição entre o constante e o efêmero, o etéreo e o físico, entre o passe e o gol. Na verdade, é tangível o afeto, o laço até carnal existente entre todos os membros do RYU, isso se vê dentre as quatro linhas, na torcida e nos vestiários. É tudo muito carnal.
Nota-se, nota-se. Por fim, Rafael, uma pergunta caprichosa, maliciosa... como anda sua relação com o álcool, a caninha, o goró, a chupeta, o gagau, o lambreu, musa líquida, cervejola, se você me entende, com as bebidinhas em geral?
Bom você ter perguntado, Paulo, e quero aproveitar pra deixar essa questão bem clara. Estou limpo faz três dias, deixei de beber e me sinto renovado. Vi o fim da linha, Paulo. Acima do peso, me envolvendo com o que há de mais baixo na sociedade, acordando para me ver impresso em blogs e revistas em situações das quais mal me lembrava. Meu futebol, Paulo, que é o que eu mais prezo, estava prejudicado. Não podia continuar daquele jeito. O apelido de "Adriano do RYU" me pesava. Parei. Faz três dias que parei, para os que duvidavam. E vou mostrar quem sou na CPF 2012.
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| "É tudo muito carnal" |
Não percam, em breve, mais uma incursão paulofranciana no mundo dos vivos, para debulhar, desmiuçar, outra celebridade, dessa vez, de uma estrela do esquete laranjada, o RUN. Quem será o contemplado? Acompanhem aqui no blog.
A Voz do Povo é o que Vale
É de conhecimento de todos que o Dez Por Cento, mais conhecido como DPC, tem a melhor campanha publicitária de todos os campeonatos futebolísticos e/ou jornalísticos do universo. Ou, se preferirem, a melhor campanha publicitária da Copa Paulo Francis, o que dá no mesmo.
Em 2012 não poderia ser diferente. Continuamos com a nossa campanha "A voz do Povo é o que Vale" para mostrar ao mundo o peso da nação roxa.
Em 2012 não poderia ser diferente. Continuamos com a nossa campanha "A voz do Povo é o que Vale" para mostrar ao mundo o peso da nação roxa.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Máximas
Das coisas menos importantes da vida, o futebol é a mais importante.
Das coisas menos importantes do futebol, a Copa Paulo Francis é a mais importante.
A Copa Paulo Francis está para o futebol como o futebol está para a vida.
Das coisas menos importantes do futebol, a Copa Paulo Francis é a mais importante.
A Copa Paulo Francis está para o futebol como o futebol está para a vida.
Por que entendo Schweinsteiger
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| Schweinsteiger, no centro, é abraçado pelos companheiros |
O Clube Líbano estava em polvorosa. Eu estava atrás da bola e faria a última das cinco cobranças do PDF na decisão do 3º lugar da Copa Paulo Francis daquele ano. A disputa estava empatada em 3x3. Das cinco chances do RYU, eu, goleiro que era, havia defendido duas. Se fizesse o gol, na minha aventura como atacante, minha equipe conquistaria a segunda medalha de bronze na competição, um ano depois de ganhar o primeiro título e em circunstâncias épicas (volto a isso em alguns parágrafos).
Acabo de ver Schweinsteiger comemorando depois de marcar, correndo feito um louco pelo gramado do histórico estádio Santiago Bernabéu, em Madri. Dentes a mostra, felicidade estampada no rosto, ele é abraçado pelos companheiros de time. Do seu pé saiu a bola que levou à loucura milhares de torcedores e mais: deu ao Bayern a chance de ganhar o título de clubes mais desejado da Europa dentro de casa, na Allianz Arena, em Munique.
Entendo Schweinsteiger. Naquele 5 de junho eu fiz o gol. A bola passou com força à esquerda do goleiro Davi e estufou as redes. Gritei o grito dos campeões, mesmo sem sê-lo, naquela ocasião. Sorriso à mostra, fui, tal qual o jogador alemão, abraçado por meus amigos e parceiros do PDF. A parte da nossa torcida que ali estava explodiu de alegria. Os torcedores do RYU, que estavam em maioria absoluta, assim como os do Real Madri nesta quarta, se calaram. Aquela foi uma noite memorável no Recife.
Mas este não é, como pode estar parecendo, um texto auto-contemplativo. O importante nesta história não é o fato de eu ou qualquer pessoa termos conquistado glórias individuais. Quero falar justamente da importância do contexto, do porquê de tanta alegria. Quero, no fim das contas, homenagear a CPF, como carinhosamente chamamos o campeonato de futebol jornalístico
Schweinsteiger é um atleta de alto nível. Aos 27 anos, está acostumado a jogar em grandes competições, tanto com o Bayern de Munique quanto com a seleção alemã, pela qual já disputou 90 partidas. Cinco vezes campeão alemão e com duas Copas do Mundo no currículo, tem, certamente, noção da importância dos torneios que disputa. E mostra isso em campo. Entrega-se, mostra-se incansável.
Quando entrei em campo pelo PDF pela primeira vez, no dia 17 de abril de 2007, era um estudante de jornalismo recém-chegado ao Recife e um tanto quanto fora de forma (bem menos que agora, é bem verdade). Gostava de futebol, mas não podia dizer, sob pena de perjúrio, que era minimamente bom no esporte bretão. Mas a Paulo Francis tornou-se minha Copa do Mundo. Minha Champions League. Por causa da Copa, eu me tornei um pouco Schweinsteiger.
Apesar - e até mesmo por causa - de toda a gréia que envolvia a Copa, via nos olhos dos jogadores dos outros times - PIA, MAA, VTU, ETC e BAU, vale a pena citar - uma garra contagiante. Ainda que sob o efeito de incontáveis cervejas, alguns cigarros, noites viradas e otras cositas más, os futuros jornalistas entravam em campo sentindo-se Garrinchas, Maradonas, Zicos, Taffareis. Está aí o exemplo da Rainha Wagner Sarmento que não me deixa mentir. Para se ter uma ideia, foi com a singela afirmação "Eu sou Pelé" que ele começou o seu texto no Memória CPF 3. Somente.
A megalomania que nos acometeu ao longo de nove edições tem razão de ser. Somos grandes, sim. Você por acaso já ouviu falar em algum outro torneio universitário que mobilize tanta gente, gere tanta repercussão ao longo de seis semanas (considerando apenas o tempo de duração da copa) e faça com que vários participantes, anos depois da aposentadoria, vibrem com a possibilidade de voltar a jogar?
Voltemos, pois, ao jogo que culminou na cobrança de pênaltis. Aquela era uma partida atípica. O RYU, que nunca havia vencido o PDF em três anos, estava goleando a equipe esmeraldina por 3x0. Já estávamos no segundo tempo. E aí entrou em campo a tal da motivação, tão falada e valorizada no mundo do futebol. O resultado, vocês devem imaginar. Empatamos. E por pouco não viramos. Quando todo um time se une e se motiva por alguma coisa daquela forma o natural é presumir que ela tenha alguma importância, não é? É porque tem.
Arrisco dizer que, nesta quarta, em Madri, Schweinsteiger pode ter se sentido um pouco Gustavo. E me entendido.
Faltam 10 Dias
Quando a Copa Paulo Francis 2011 acabou, faltavam 326 dias para a próxima edição!
Agora, só faltam 10!
Agora, só faltam 10!
terça-feira, 24 de abril de 2012
Almas vendidas: Dossiê DPC na Décima Copa Paulo Francis
Por Vinícius Sobreira
No ano em que acontece a décima edição da tão honrosa Copa Paulo Francis de Futebol-Arte e Cerveja Gelada, os números chamam a atenção. Como de costume, para o DPC - Dez Por Cento.
Há quem diga que a falta de motivos para se orgulhar leva os roxos dezporcentianos a apelarem para o ciganismo, misticismo e numerologia, na tentativa de trazer alguma confiança à equipe com pior média de aproveitamento da história da copa. Há quem diga também que está é a décima matéria em que os roxos falam de números.
Tudo isso porque a equipe roxa é a única na história de dez anos de CPF que carrega números em sua sigla. O número 10, símbolo maior do DPC, é ainda uma incógnita para os torcedores de todo o planeta. Nos bastidores, as suspeitas vão desde a reivindicação da classe estudantil universitária, que são os 10% do PIB para a educação. Falou-se também que fora uma ideia dos futuros jornalistas de economia, que indicaram o índice de 10% como um símbolo das exorbitantes taxas de juros às quais os brasileiros precisam se submeter.
A teoria mais aceita, no entanto, é a de que seria uma homenagem ao sistema de cotas - avanço do sistema educacional brasileiro - e àqueles que se utilizam deste artifício para tentar ganhar o carro ofertado pela Covest. Esta ideia é a mais aceita por haver dentre os dezporcentistas uma leva de alunos que, como DecoPi, tentaram sem sucesso burlar o sistema de cotas.
Teorias à parte, vamos aos fatos. No décimo ano da Copa Paulo Francis, uma equipe chamada DezPorCento, que estreou no ano de dois mil e dez, chega à competição com a nunca-antes-alcançada marca de 10% de aproveitamento. O time roxo jogou, vejam só, DEZ partidas na Copa em suas duas de participações.
Misticismo - Por trás do mistério dos números, uma pessoa surge como principal alvo de suspeitas. Ligada à classe roxa desde a aprovação no vestibular, a mística-árabe-dançarina-do-ventre-Mãe Mahmood pode estar por trás de todo o misticismo. Disceta, Mãe Mahmood surpreende a todos desde o primeiro ano do DPC na Copa. A jovem, que só aparece em público de dez em dez dias, impressiona a todos com sua capacidade de surgir nos lugares "de repente".
Testemunhas relatam que Mahmood surge nas festas da Copa sempre por volta das 22h (ou dez horas da noite, como ela prefere). A figura dança e bebe no local por exatos dez minutos e, sem que ninguém se dê conta, desaparece. É importante lembrar que o período da CPF é o único momento do ano em que Mahmood deixa de lado a regra da aparição dos dez dias, para poder comparecer a todas as festas.
Fontes ligadas à equipe violeta afirmam que há um pacto entre os membros do DPC e entidades místicas. Os atletas dezporcentistas teriam prometido dedicar 10% de suas vidas à servidão das entidades. Tudo pelo título da Copa Paulo Francis. A suspeita cai como uma luva para o questionamento de por que os atletas-de-cristo estão se dedicando unicamente aos estudos e se negando a participar dos jogos do DPC.
Questionado sobre as denúncias de pacto, o atleta Danilo Aguiar se defendeu. "Certamente são fofoqueiros de outras equipes tentando provocar intrigas pré-jogo. As estátuas de preto-velho que tenho na minha varanda não querem dizer nada."
Expectativas - Para o zagueiro-pit-bull Igor Gomes, a décima edição da Copa Paulo Francis deve ser a coroação da equipe. "Já alcançamos o nosso objetivo inicial, que era atingir os 10% de aproveitamento. O motivo eu não posso revelar, mas as derrotas foram de fato intencionais. A nossa única vitória, diante do aclamado campeão e invicto havia dois anos PDF, mostrou que temos força para vencermos quem quer que seja o adversário."
O capitão da equipe, o zagueiro-atacante DecoPi, é o que mostra mais confiança para a edição deste ano da Copa mais assistida do planeta. "Cumprido o primeiro objetivo da equipe, entraremos menos pressionados, mais leves. Temos tudo para conquistarmos o nosso segundo objetivo: o título da edição de número 10."
No próximo dia 5 de maio, o DPC entra em campo com mais um acontecimento histórico-numérico em iminência. Diante do RUN, a equipe roxa pode marcar o décimo gol de sua história. O capitão DecoPi confirmou que o autor do tento histórico deverá ser homenageado com o troféu-mór dos cacquianos: uma garrafa de cana-com-mel. A partida também pode ser marcada pela passagem de um décimo goleiro pelas barras do DPC, assim como pode ocorrer a décima derrota do DezPorCento.
Em nota, assessoria dezporcentista informou que um zagueiro de renome internacional deve ser anunciado até o fim de semana. De acordo com a diretoria púrpura, só está faltando a assinatura do contrato. Junto com o atleta, também pode vir uma garota para reforçar a equipe feminina. Esta, no entanto, ainda está em negociação.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Mudança na Tabela
Atenção às mudanças na tabela da Copa Paulo Francis!
A 1ª, 4ª e 5ª rodadas permanecem iguais. O que houve foi uma permuta entre a 2ª e a 3ª rodadas. Para os calouros e veteranos, a mudança é pouca. O horário continua o mesmo, mas mudam os adversários.
Na segunda rodada, o DPC, que se encontraria com o FDM, agora abre o dia juntos com os calouros. O RUN, que jogaria na primeira partida passa a enfrentar os veteranos no último horário. O FDM também permanece no mesmo horário, mas, ao invés de jogar contra o DPC, pega o RYU no segundo horário (o RYU originalmente enfrentaria os veteranos).
A terceira rodada fica o PCF e o RUN abrindo, o DPC encontrando o FDM e os veteranos enfrentando o RYU.
Lembrando também que não há alterações na Copa Patrícia Poeta.
O pedido de mudança foi feito por André Wally, que agradece a toda brodagem paulofranciana pela compreensão.
Vale salientar que toda a organização está de ouvidos abertos para sugestões na tabela e que esse tipo de mudança é comum na CPF, visando favorecer o evento como um todo, e não pessoas específicas. Ano passado, por exemplo, com os jogos já em andamento, conseguimos mudar os horários de uma partida para que o PDF pudesse jogar com o time completo. Enquanto tiverem pessoas dispostas a fazer tudo para jogar a Paulo Francis, seremos congregadores e flexíveis.
Abraço a todos e nos vemos em campo!
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Memória CPF 4 - Carlos Figueiredo
Antes - muito antes - de haver o RUN, escrete uma vez campeão e duas vezes vice, outra Laranja Mecânica rondava nos gramados da Paulo Francis, a PIA. Assim como os colegas de cor da turma de 2009, a laranjada antiga chegou a três finais e ganhou uma delas. Hereditariedade pigmentar? Se for, o RUN terá ainda muito chão pela frente para conseguir escrever metade da história que a PIA deixou na Copa Paulo Francis.
Porém, não é só de glórias que vive um time. A PIA levou a maior goleada da história da CPF, um chocolate de 18x0, contra o MSN (lembra a final que o RUN levou de 8x1 do PDF?). Mas isto foi apenas uma pequena mancha no seu histórico honrável. Pioneiros no uso de uniforme e com um aproveitamento extraordinário nas três últimas CPFs que participou, a PIA é a grande homenageada do Memória CPF de hoje.
Entenda toda a trajetória através das palavras de Carlos Figueiredo:
A Laranja Mecânica da PIA vingou Cruyff e cia na CPF
A Copa Paulo Francis surgiu da mente de Artucano, o famoso Arthur Gomes do MSN, ou “Vai ler Foucault!” para os que conheciam melhor essa lenda do futebol e do pensamento liberal do CAC. Entretanto, a maravilhosa ideia teve sua semente em uma pelada entre nós da PIA e os saudosos colegas do OBC. Uma série de amistosos entre esses escretes foi a origem do certame. Sem PIA e OBC não existiria Paulo Francis.
Jogávamos um “futebol total”, de total entrega, sempre honrando nosso uniforme e a bela torcida que acompanhava nossos jogos. As torcedoras eram tão fanáticas que chegaram a torcer contra os seus então respectivos que defendiam em outras agremiações. Tudo em nome do amor pelo escrete laranja. Tanto que até hoje pedem para que façamos um jogo de despedida, apenas pelo prazer de ver por uma derradeira vez a magistral laranja mecânica.
Um time que chegou a três finais (2005, 2006 e 2007), que sabia ganhar e perder, dotado de um cavalheirismo sem igual, nunca procurando o tapetão para se beneficiar de qualquer maneira. Ganhamos e perdemos na bola. Fomos o único time a contar com um equivalente a Maradona, que conduzia o escrete à vitória, um jogador que gozava de tal confiança dos demais, que sua simples presença fazia o futebol dos companheiros dobrar, triplicar... quintuplicar. Bruno, um maradona às avessas, disciplinado, humilde, gênio, uma mistura de artista e operário.
Ao fim das jornadas futebolísticas, Bruno fazia questão de parabenizar cada companheiro. O prazer de vestir a camisa laranja era maior que qualquer vaidade que esse grande craque pudesse ter. Envergar o manto laranja, estar com seus companheiros era seu combustível. E isso bastava a esse extraordinário craque. Era diferenciado e sabia disso, não precisava de autoafirmação. Mas há outros valores dignos de nota. O que dizer do “paredão” laranja, o inexpugnável e intransponível, Édson Alves Jr? Ou do nosso motor e capitão, Leonardo Vasconcelos, sempre suando sangue pelas vitórias laranjas, sempre com uma palavra de incentivo para os seus companheiros, nunca se abatendo?
Como esquecer os gols de Guilherme Gatis, que apesar de sempre voltar para ajudar na marcação enquanto o fôlego permitia, deixou várias vezes sua marca inconfundível nas redes adversárias? E os penteados do nosso volante cerebral, Paulo Carvalho, a enciclopédia, uma espécie de Tostão da Paulo Francis, um craque que domina a pelota e as letras? Como não lembrar a raça de Victor Freire, sempre mordendo as canelas adversárias? Ou o zagueiro Carlos, marcador leal, que sempre visava a bola por compaixão aos franzinos adversários?
Outros craques tiveram que abandonar a máquina laranja da PIA, que ao contrário do time liderado por Johan Cruyff nas Copas de 1974 e 1978, levantou a taça mais cobiçada do mundo em 2006. É importante lembrar André Kano, uma espécie de Rivelino de olhos puxados, jogava sempre de cabeça em pé, com maestria.
Shinji Kagawa, do Borussia Dortmund, ou Hidetoshi Nakata, que chegou a ser comparado com Falcão em Roma, não engraxam a chuteira dessa legenda oriental. André teve, por motivos de força maior, que se aposentar da CPF. Diogo Campos também não pode passar sem uma lembrança. Abandonou o jornalismo, mas nunca a Laranja Mecânica. Jogar ao lado desses valores futebolísticos e intelectuais com certeza é parte da minha formação como ser humano, e só tenho a agradecer por essa honra.
Porém, não é só de glórias que vive um time. A PIA levou a maior goleada da história da CPF, um chocolate de 18x0, contra o MSN (lembra a final que o RUN levou de 8x1 do PDF?). Mas isto foi apenas uma pequena mancha no seu histórico honrável. Pioneiros no uso de uniforme e com um aproveitamento extraordinário nas três últimas CPFs que participou, a PIA é a grande homenageada do Memória CPF de hoje.
Entenda toda a trajetória através das palavras de Carlos Figueiredo:
A Laranja Mecânica da PIA vingou Cruyff e cia na CPF
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| Antes de vestir laranja, a PIA jogava de colete, assim como os outros times. Na imagem, jogadores discutem táticas |
Jogávamos um “futebol total”, de total entrega, sempre honrando nosso uniforme e a bela torcida que acompanhava nossos jogos. As torcedoras eram tão fanáticas que chegaram a torcer contra os seus então respectivos que defendiam em outras agremiações. Tudo em nome do amor pelo escrete laranja. Tanto que até hoje pedem para que façamos um jogo de despedida, apenas pelo prazer de ver por uma derradeira vez a magistral laranja mecânica.
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| O professor Clériston nunca negou seu apoio à PIA |
Ao fim das jornadas futebolísticas, Bruno fazia questão de parabenizar cada companheiro. O prazer de vestir a camisa laranja era maior que qualquer vaidade que esse grande craque pudesse ter. Envergar o manto laranja, estar com seus companheiros era seu combustível. E isso bastava a esse extraordinário craque. Era diferenciado e sabia disso, não precisava de autoafirmação. Mas há outros valores dignos de nota. O que dizer do “paredão” laranja, o inexpugnável e intransponível, Édson Alves Jr? Ou do nosso motor e capitão, Leonardo Vasconcelos, sempre suando sangue pelas vitórias laranjas, sempre com uma palavra de incentivo para os seus companheiros, nunca se abatendo?
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| DRAMA: Guilherme Gatis, que daria nome ao "Prêmio Chiliquenta", lamenta derrota de 18x0 contra o MSN |
Outros craques tiveram que abandonar a máquina laranja da PIA, que ao contrário do time liderado por Johan Cruyff nas Copas de 1974 e 1978, levantou a taça mais cobiçada do mundo em 2006. É importante lembrar André Kano, uma espécie de Rivelino de olhos puxados, jogava sempre de cabeça em pé, com maestria.
Shinji Kagawa, do Borussia Dortmund, ou Hidetoshi Nakata, que chegou a ser comparado com Falcão em Roma, não engraxam a chuteira dessa legenda oriental. André teve, por motivos de força maior, que se aposentar da CPF. Diogo Campos também não pode passar sem uma lembrança. Abandonou o jornalismo, mas nunca a Laranja Mecânica. Jogar ao lado desses valores futebolísticos e intelectuais com certeza é parte da minha formação como ser humano, e só tenho a agradecer por essa honra.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Definições CPF 2012
A menos de um mês do início da décima edição da CPF 2012, já temos tudo decidido. Mais uma vez, os alunos do curso de Jornalismo da UFPE entram em campo para derrubar a teria de que jornalista não sabe jogar bola. Mas fiquem atentos, meninos e meninas, teremos algumas mudanças.
A briga foi grande. Campos do Recife inteiro imploraram aos cartolas da Copa Paulo Francis por uma chance de sediar a magnânima décima edição. O Sport mudou todos os horários do Brasileirão para não ter jogo no sábado, o Clube Líbano prometeu trocar o gramado remendado e o Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM disse que faria vista grossa para os verdadeiros bacanais ilícitos que são as festas da CPF. Ganhou o terceiro, evidentemente. O Sport reverteu a grana que iriam investir na competição para fazer uma proposta a Yago Pikachu e os dirigentes do Líbano, de desgosto, resolveram demolir o clube todo.
Como já foi dito, a cerveja no CSS-PM é um chuchu de barata. O litrão de Skol é R$5 e a garrafa de 600ml de Brahma custa R$2,50. Agora que o assunto cerveja já foi resolvido, passamos para o menos importante.
ENDEREÇO: Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM - Rua José Holanda, 890, Torre (Fica pertíssimo do Carrefour, e a localização exata você confere no mapa abaixo).
View Larger Map
DATA: de 5 de maio a 9 de junho.
HORÁRIO: das 17h30 às 20h30. CPF e CPP começam na mesma data este ano. Por favor, cheguem cedo para não atrasar as partidas e também pra socializar.
CONTABILIDADE: Deco Pi (DPC), que arrematou o cargo de Secretário de Finanças e ainda colocou Vinícius Sobreira (DPC) como estagiário, já passou a real: cada time para R$325. Proporcionalmente, é R$175 para o masculino e R$150 para o feminino. O time dos veteranos paga R$250. Sabemos que o preço está um pouco mais salgado do que o ano passado, mas Deco explica: "uma regra básica da culinária é a seguinte: sal para realçar o gosto, pimenta para esconder. A gente botou foi sal, porque a CPF esse ano vai ser uma delícia. E pimenta no cu dos outros é refresco; não que tenha alguma coisa a ver com o assunto, eu só não gosto de perder a piada".
TEMPO DE JOGO: Prevê-se que ao todo 15h de futebol sejam jogadas ao longo das 6 semanas.
O tempo de jogo é o mesmo. Masculino joga 12 minutos e feminino, 7 minutos e meio.
REGULAMENTO DAS PARTIDAS: O regulamento da CPF é quase igual ao do ano passado. Só há uma diferença, em relação ao número de jogadores. Confira:
Número de jogadores - 5 na linha e 1 no gol.
Os jogos da CPP terão 7 minutos e meio por tempo, com intervalo de 3 minutos. São 5 minutos de aquecimento – já que os jogos começam mais tarde.
Cobranças de escanteios e laterais - As reposições de bola poderão ser feitas com os pés e com as mãos. No segundo caso, deverão ser feitas de acordo com a regra do futebol. Mãos atrás da cabeça e pés atrás da linha. O não cumprimento acarretará reversão de bola.
Expulsões - O atleta que for expulso será excluído até o fim da partida, podendo regressar à equipe apenas no jogo seguinte. Porém, após seis minutos, outro jogador tem direito de entrar no lugar do expulso.
Recuo – A bola poderá ser recuada por um jogador de linha para as mãos do goleiro de sua equipe apenas uma vez por lance. A equipe que tiver a bola recuada mais de uma vez para as mãos do goleiro em um só lance terá contra si um tiro livre indireto.
Árbitros – Como nos anos anteriores, os árbitros e auxiliares das partidas serão jogadores ou ex-jogadores da Copa Paulo Francis. Nenhum calouro poderá arbitrar.
REGULAMENTO DO CAMPEONATO: Será um campeonato de pontos corridos, como todos estão acostumados. No final de cada jogo, fica assim a pontuação:
Lembrando que, passando para essa segunda fase, todo o histórico é apagado. No caso do placar terminar igual, inicia-se uma disputa por pênaltis. São 3 cobranças. Caso haja empate ao final dessas cobranças, é escolhido um jogador de cada equipe para bater de forma alternada. Essa situação persiste até que uma das equipes tenha vantagem sobre a outra e ambas já tenham batido o mesmo número de pênaltis.
A briga foi grande. Campos do Recife inteiro imploraram aos cartolas da Copa Paulo Francis por uma chance de sediar a magnânima décima edição. O Sport mudou todos os horários do Brasileirão para não ter jogo no sábado, o Clube Líbano prometeu trocar o gramado remendado e o Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM disse que faria vista grossa para os verdadeiros bacanais ilícitos que são as festas da CPF. Ganhou o terceiro, evidentemente. O Sport reverteu a grana que iriam investir na competição para fazer uma proposta a Yago Pikachu e os dirigentes do Líbano, de desgosto, resolveram demolir o clube todo.
Como já foi dito, a cerveja no CSS-PM é um chuchu de barata. O litrão de Skol é R$5 e a garrafa de 600ml de Brahma custa R$2,50. Agora que o assunto cerveja já foi resolvido, passamos para o menos importante.
ENDEREÇO: Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM - Rua José Holanda, 890, Torre (Fica pertíssimo do Carrefour, e a localização exata você confere no mapa abaixo).
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DATA: de 5 de maio a 9 de junho.
HORÁRIO: das 17h30 às 20h30. CPF e CPP começam na mesma data este ano. Por favor, cheguem cedo para não atrasar as partidas e também pra socializar.
CONTABILIDADE: Deco Pi (DPC), que arrematou o cargo de Secretário de Finanças e ainda colocou Vinícius Sobreira (DPC) como estagiário, já passou a real: cada time para R$325. Proporcionalmente, é R$175 para o masculino e R$150 para o feminino. O time dos veteranos paga R$250. Sabemos que o preço está um pouco mais salgado do que o ano passado, mas Deco explica: "uma regra básica da culinária é a seguinte: sal para realçar o gosto, pimenta para esconder. A gente botou foi sal, porque a CPF esse ano vai ser uma delícia. E pimenta no cu dos outros é refresco; não que tenha alguma coisa a ver com o assunto, eu só não gosto de perder a piada".
TEMPO DE JOGO: Prevê-se que ao todo 15h de futebol sejam jogadas ao longo das 6 semanas.
Copa\Dia
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05.05
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12.05
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19.05
|
26.05
|
02.06
|
09.06
|
CPF
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2h
|
2h
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2h
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2h
|
2h
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2h
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CPP
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30min
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30min
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30min
|
30min
|
30min
|
30min
|
O tempo de jogo é o mesmo. Masculino joga 12 minutos e feminino, 7 minutos e meio.
RESUMINDO: horários resolvido, tabela divulgada e muita disposição. A CPF 2012 já começou. O dinheiro já deveria ter sido recolhido, porque temos que pagar o campo com antecedências. Todas as turmas foram avisadas e esperamos a grana até a semana que vem. Por favor! Deco Pi está de mãos abertas esperando por vocês.
REGULAMENTO DAS PARTIDAS: O regulamento da CPF é quase igual ao do ano passado. Só há uma diferença, em relação ao número de jogadores. Confira:
Número de jogadores - 5 na linha e 1 no gol.
Tempo de duração dos jogos - Os jogos da CPF terão tempos de 12 minutos, com intervalo de 4 minutos. Para cada jogo, haverá 10 minutos de tolerância/aquecimento para que as equipes apresentem pelo menos 5 atletas (4 na linha e 1 no gol) antes do início do jogo. A equipe que não atingir o número mínimo de atletas, perderá por W.O. No caso de W.O., o placar fica 2X0.
Os jogos da CPP terão 7 minutos e meio por tempo, com intervalo de 3 minutos. São 5 minutos de aquecimento – já que os jogos começam mais tarde.
Cobranças de escanteios e laterais - As reposições de bola poderão ser feitas com os pés e com as mãos. No segundo caso, deverão ser feitas de acordo com a regra do futebol. Mãos atrás da cabeça e pés atrás da linha. O não cumprimento acarretará reversão de bola.
Cobranças de falta – As cobranças de falta também obedecem à regra do futebol de campo. As bolas deverão ser repostas com tiro livre direto, exceto em casos de mão na bola ou de jogo perigoso (pé alto e solada). Nesses casos, a bola é reposta com tiro livre indireto – dois toques na bola.
Expulsões - O atleta que for expulso será excluído até o fim da partida, podendo regressar à equipe apenas no jogo seguinte. Porém, após seis minutos, outro jogador tem direito de entrar no lugar do expulso.
Recuo – A bola poderá ser recuada por um jogador de linha para as mãos do goleiro de sua equipe apenas uma vez por lance. A equipe que tiver a bola recuada mais de uma vez para as mãos do goleiro em um só lance terá contra si um tiro livre indireto.
Árbitros – Como nos anos anteriores, os árbitros e auxiliares das partidas serão jogadores ou ex-jogadores da Copa Paulo Francis. Nenhum calouro poderá arbitrar.
REGULAMENTO DO CAMPEONATO: Será um campeonato de pontos corridos, como todos estão acostumados. No final de cada jogo, fica assim a pontuação:
Vitória
|
3
|
Empate
|
1
|
Derrota
|
0
|
Quando todos os times tiverem se confrontado uma vez, o primeiro e o segundo lugares vão ao confronto final e o terceiro e quarto lugares tentam uma chance no terceiro lugar do pódio. Em caso de empate em pontos na primeira fase, eis os critérios de desempate:
Vitória
Saldo de gols
Gols-pró
Gols-contra
Confronto direto
Vitória
Saldo de gols
Gols-pró
Gols-contra
Confronto direto
Lembrando que, passando para essa segunda fase, todo o histórico é apagado. No caso do placar terminar igual, inicia-se uma disputa por pênaltis. São 3 cobranças. Caso haja empate ao final dessas cobranças, é escolhido um jogador de cada equipe para bater de forma alternada. Essa situação persiste até que uma das equipes tenha vantagem sobre a outra e ambas já tenham batido o mesmo número de pênaltis.
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