quarta-feira, 1 de junho de 2011
Copa das emoções
Muitas imagens e uma canção de Roberto valem mais que mil palavras...
Curtam esse momento brega.
Beijos,
Camila "do meião" Estephania
Curtam esse momento brega.
Beijos,
Camila "do meião" Estephania
Charges - Por Tony Clé
Talvez vocês não o conheçam, mas o Blog da Copa Paulo Francis tem um chargista. Este chargista sou eu, Tony Clé.
Desde que fui contratado, na gestão de Gustavo "Paredão de Taipa" Maia, não havia sido requisitado para fazer nenhum desenho. Desta vez, porém, eu preparei uma surpresa bem bacana pra galera. Despojadamente, fiz uns rabiscos no caderno (de páginas marronzinhas que, ao contrário do que muita gente pensa, não são recicladas, mas não-coloradas com a tinta branca, que é poluente).
Esses desenhinhos são representações visuais dos cobiçados prêmios da final da copa. Divirtam-se!
Desde que fui contratado, na gestão de Gustavo "Paredão de Taipa" Maia, não havia sido requisitado para fazer nenhum desenho. Desta vez, porém, eu preparei uma surpresa bem bacana pra galera. Despojadamente, fiz uns rabiscos no caderno (de páginas marronzinhas que, ao contrário do que muita gente pensa, não são recicladas, mas não-coloradas com a tinta branca, que é poluente).
Esses desenhinhos são representações visuais dos cobiçados prêmios da final da copa. Divirtam-se!
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terça-feira, 31 de maio de 2011
Sol se pondo
Procurando dados Históricos sobre a Copa Paulo Francis no Google (uma ferramenta de pesquisa on line, bem prática), eu me dei de cara com o que acredito que seja o mais antigo registro sobre o time do BAU na internet. Na verdade, mesmo com um release da Ascom de 2004 informando que, no segundo ano da Copa, esta já servia de "laboratório para que os estudantes produzam matérias para impresso, rádio e internet", eu creio que, à parte deste release (certamente produzido por algum aluno de jornalismo frequentador da Copa), o site que encontrei se trata de um apanhado dos mais antigos textos da CPF disponíveis na rede.
Isto, contudo, não é da maior importância para o que tenho tentado escrever nestas linhas. Os textos, apesar de lendários (por sua antiguidade), são escassos. Todos datam de 2006 (se vocês checarem ao lado os nossos arquivos, os posts começam em 2007), são sempre assinados e diferem um bocado, em formatação, do que é produzido atualmente (apesar de podermos notar algumas características já emergentes que vieram a enriquecer a mitologia Paulo Franciana). Arqueólogos e antropólogos ainda analisarão estes escritos e darão um veredito mais lúcido do que o meu sobre a sua influência nos textos CPFianos de hoje em dia.
Novamente, estou derivando do que eu queria realmente destacar. O primeiro texto deste site - justamente de 2006, quando o BAU ingressou na CPF - é uma resenha escrita por Luís Henrique, craque do ETC que nos deixou ano passado. A primeira linha da resenha do então ex-calouro já continha o nome do time amarelo. Confira abaixo o trecho em questão:
No primeiro jogo, abertura da competição, a PIA enfrentou o BAU.
PIA e o estreante BAU faziam um jogo equilibrado, num primeiro tempo em ritmo lento, quando, quase acidentalmente, os calouros abriram o placar.
Depois de um desencontro da defesa, a bola sobrou para um rapaz – que um popular, presente à arquibancada, alcunhou Ranulfo – que não perdoou.
Foi isso o primeiro tempo.
O segundo, entretanto, teve a PIA empatando no primeiro lance, com chute de Bruno. O artilheiro da edição passada, que estivera apagado no primeiro tempo, foi decisivo. Fez segundo e terceiro gols, mostrando excelente noção de tempo e precisão no chute. Três gols de craque.
O jogo voltou a esfriar – e foi aí que os calouros conseguiram, tabelando, chegar ao gol adversário. Chegaram duas vezes e aproveitaram, empatando a partida. Breno fez os dois gols.
Na vontade – que, aliás, nunca vi faltar à PIA – Guilherme Gatis, importantíssimo taticamente desde a edição passada, desempatou. 4 a 3. E a partida logo terminou.
Em seguida, Luís desfila mais algumas pequenas resenhas dos outros jogos, todos de times que se despediram dos gramados da Paulo Francis e cujos integrantes já partiram em direção às incertezas do mundo jornalístico.
No final das contas, eu só queria deixar registrado aqui que o BAU, o qual jogará sua última partida no sábado, não será esquecido. Desde sua primeira Paulo Francis, alguém já escreveu sobre eles e, como aprendemos no blog, a tradição nunca é deixada de lado. Até hoje ouvimos relatos de uns Sarmentos, Gatis, Farofas, Fifahs, Luíses etc., mesmo nem sempre sabendo quem são. Ouvimos relatos de feitos incríveis, jogadores excepcionais, participantes (mesmo que não jogando lá essas coisas) lendários, torcidas irreverentes, narradores inigualáveis... histórias que, como já disse, fazem parte de uma mitologia que criamos.
Se depender de nós, os seus feitos serão lembrados por gerações, caros Solares. Tenham uma boa última semana de Paulo Francis e não se esqueçam de visitar ano que vem, e no seguinte, e no seguinte...
Por favor, aceitem essa homenagem em nome de todo mundo da Copa
Abraços fortes,
André "Wally" Valença
Isto, contudo, não é da maior importância para o que tenho tentado escrever nestas linhas. Os textos, apesar de lendários (por sua antiguidade), são escassos. Todos datam de 2006 (se vocês checarem ao lado os nossos arquivos, os posts começam em 2007), são sempre assinados e diferem um bocado, em formatação, do que é produzido atualmente (apesar de podermos notar algumas características já emergentes que vieram a enriquecer a mitologia Paulo Franciana). Arqueólogos e antropólogos ainda analisarão estes escritos e darão um veredito mais lúcido do que o meu sobre a sua influência nos textos CPFianos de hoje em dia.
Novamente, estou derivando do que eu queria realmente destacar. O primeiro texto deste site - justamente de 2006, quando o BAU ingressou na CPF - é uma resenha escrita por Luís Henrique, craque do ETC que nos deixou ano passado. A primeira linha da resenha do então ex-calouro já continha o nome do time amarelo. Confira abaixo o trecho em questão:
No primeiro jogo, abertura da competição, a PIA enfrentou o BAU.
PIA e o estreante BAU faziam um jogo equilibrado, num primeiro tempo em ritmo lento, quando, quase acidentalmente, os calouros abriram o placar.
Depois de um desencontro da defesa, a bola sobrou para um rapaz – que um popular, presente à arquibancada, alcunhou Ranulfo – que não perdoou.
Foi isso o primeiro tempo.
O segundo, entretanto, teve a PIA empatando no primeiro lance, com chute de Bruno. O artilheiro da edição passada, que estivera apagado no primeiro tempo, foi decisivo. Fez segundo e terceiro gols, mostrando excelente noção de tempo e precisão no chute. Três gols de craque.
O jogo voltou a esfriar – e foi aí que os calouros conseguiram, tabelando, chegar ao gol adversário. Chegaram duas vezes e aproveitaram, empatando a partida. Breno fez os dois gols.
Na vontade – que, aliás, nunca vi faltar à PIA – Guilherme Gatis, importantíssimo taticamente desde a edição passada, desempatou. 4 a 3. E a partida logo terminou.
Em seguida, Luís desfila mais algumas pequenas resenhas dos outros jogos, todos de times que se despediram dos gramados da Paulo Francis e cujos integrantes já partiram em direção às incertezas do mundo jornalístico.
No final das contas, eu só queria deixar registrado aqui que o BAU, o qual jogará sua última partida no sábado, não será esquecido. Desde sua primeira Paulo Francis, alguém já escreveu sobre eles e, como aprendemos no blog, a tradição nunca é deixada de lado. Até hoje ouvimos relatos de uns Sarmentos, Gatis, Farofas, Fifahs, Luíses etc., mesmo nem sempre sabendo quem são. Ouvimos relatos de feitos incríveis, jogadores excepcionais, participantes (mesmo que não jogando lá essas coisas) lendários, torcidas irreverentes, narradores inigualáveis... histórias que, como já disse, fazem parte de uma mitologia que criamos.
Se depender de nós, os seus feitos serão lembrados por gerações, caros Solares. Tenham uma boa última semana de Paulo Francis e não se esqueçam de visitar ano que vem, e no seguinte, e no seguinte...
Por favor, aceitem essa homenagem em nome de todo mundo da Copa
Abraços fortes,
André "Wally" Valença
Artilharia | 5ª Rodada | CPF 2011
A quinta rodada da CPF foi só no doisinho. No RYU 4 x 1 DPC, Rafael "Pata de Elefante" Moura marcou dois e Daniel "Moleque" "Ferrugem", idem. Quem dobrou também foi Chico, na partida BAU 0 x 4 PDF. Finalmente, na RUN 2 x 0 FDM só quem marcou foi Donida, feito que o isola um pouco mais na primeira colocação da artilharia do torneio. Anderson "Princesa Sarah" também se afasta do coletivo calourico, marcando um. Outros dois que fizeram um também foram Eduardo Cazuza (evidenciando o poderoso ataque do PDF) e Deco Pi, que fez o quarto gol no total do DPC.
A favor:
11 gols: Donida (RUN)
9 gols: Cazuza (PDF);
9 gols: Cazuza (PDF);
7 gols: Anderson "Princesa Sarah" (PDF)
6 gols: Calouros (FDM)
6 gols: Calouros (FDM)
4 gols: Daniel "Ferrugem" (RYU); Rafael "Ex-R9 Pata de Elefante" Moura (RYU)
3 gols: Luiz Felipe (PDF); Chico (PDF)
2 gols: Aaaaaaron "Neto do Vento" Athias (RYU); Resk (RUN); Deco Pi (DPC)
3 gols: Luiz Felipe (PDF); Chico (PDF)
2 gols: Aaaaaaron "Neto do Vento" Athias (RYU); Resk (RUN); Deco Pi (DPC)
1 gol: Breno Pires (BAU); Nilton AJ (BAU); Pedro "Charlie Brown" (DPC); Vinícius "Secretário de Finanças" (DPC); Paulo PP (PDF); Terni Farofinha (RUN); Diogo "Boneco de Olinda"
Contra:
1 gol: Terni Farofinha (RUN)
PAULO FRANCIS TOMA UNS DRINK
Garanta sua presença!
Abraços,
Aaaaaaaaron 'Neto-do-Vento' 'Eron' Aquiles
Secretário de arte da Copa Paulo Francis
Raio X - PDF x RUN
| HISTÓRIA PDF e RUN perfilados na final da CPF 2009 (impressão que já existe essa legenda em outro post) |
![]() |
| CAZUZA E MAGAL Rivais em campo, brodérs fora |
O duelo entre PDF e RUN é tão marcante na História da Copa Paulo Francis que já foi alvo até de uma reportagem especial. As duas equipes, ambas detentoras da glória máxima do futebol jornalístico pernambucano, já se consideram eternas rivais. Para se ter uma ideia, sábado, quando as duas escretes se encontrarem, completarão 5 jogos disputados uns contra os outros. Tanto o BAU quanto o RYU, que são equipes, respectivamente, um ano mais velha e um ano mais nova do que o PDF, tiveram este mesmo número de confrontos contra os verdes. Quando tiver terminado a CPF 2012, se os dois times ficarem face a face mais uma vez na final (ou na disputa de 3º lugar), terão disputado 7 jogos contra si, isto é, mais partidas que o número possível de participações em CPFs.
Como as duas equipes já ganharam o título de 1º lugar do torneio, o comentário do esmeraldino Cazuza não só se faz pertinente, como traz uma sóbria obviedade: “não tem como fugir: alguém vai virar bi no próximo sábado”. Assim sendo, quando soar o apito final, uma das duas equipes se igualará ao OBC (2004-2005) e sairá dos gramados da Arena Paulo Francis Stadium of Bichampionshipness para os livros da História.
UM POUCO MAIS SOBRE A RELAÇÃO DOS TIMES
Assim como o ícone da literatura infanto-juvenil, Harry Potter, ambas as equipes já chegaram ao mundo CPFiano marcadas por cicatrizes que as tornariam especiais. Para desgosto dos veteranos que os receberam, o PDF e o RUN iniciaram suas trajetórias no torneio vencendo e surpreendendo veteranos atônitos com o atrevimento "daqueles calouros abusados". Neste quesito, vantagem para o RUN, que já estreou chegando à final e, por conta disso (aliado ao fato de não terem feito a festa de abertura do ano em que entraram), teve que conviver com o estigma de ser um dos times mais invejados (se não detestados) da Copa, situação que, depois de dois anos, está sendo contornada, culminando na eleição do goleiro laranja Rafael Magal para presidente. Esta última informação nos leva a uma trivia não tão interessante assim, mas digna de nota: o também goleiro Gustavo Paredão de Taipa Maia (PDF) também já foi presidente da CPF, na edição do ano passado.
| NOTEM A MÃO Cazuza quer mais uma vez fuder o RUN |
Que tal darmos entrarmos na DeLorean e voltarmos para o ano 2009, quando os dois times de confrontaram pela primeira vez? O jogo, marcado pelo volume de gols, terminou num respeitoso PDF 5 x 4 RUN. Na época calouros, os laranjas não poderiam estar mais satisfeitos, até o fatídico fim de tarde do dia 6 de junho. A histórica final entre os dois times acabou sendo a mais elástica que consta nos registros da competição: PDF 8 x 1 RUN. Em 2010, na 5ª rodada, os laranjas devolveram a goleada pela metade: RUN 4 x 1 PDF. Além do RUN estar vindo de uma campanha quase impecável, Cazuza, um dos craques do PDF, se recuperava de uma lesão e não estava jogando cem por cento. Back to the future, no duelo da CPF 2011, deu PDF mais uma vez, numa inversão do resultado conseguido pela Laranja Mecânica ano anterior: PDF 4 X 1 RUN. A verdade é que o os runners, mesmo na qualidade que lhes foi atribuída de meninos-prodígios, nunca estarão completamente saciados até zerar o saldo de gols com os esmeraldinos.
No geral de todas as CPFs, proporcionalmente, os números mostram que o RUN tem uma campanha ligeiramente mais brilhante que a do PDF. Veja a tabela:
ESTATÍSTICAS CPF | ||
PDF | RUN | |
FINAIS | 1 | 2 |
CAMPEONATOS | 1 | 1 |
JOGOS DISPUTADOS | 28 | 17 |
SALDO DE GOLS | 46 | 10 |
APROVEITAMENTO | 66,66% | 68,62% |
Assim como em 2009 (e ao contrário de 2010), levando em conta a campanha geral da CPF 2011, quem leva a melhor é o PDF. Veja a tabela:
ESTATÍSTICAS CPF 2011 | ||
PDF | RUN | |
PONTUAÇÃO | 12 | 10 |
CAMPANHA | VVVDV | EVDVV |
ARTILHEIRO | Cazuza (9) | Donida (11) |
MELHOR JOGO | PDF 8 x 2 DPC | RUN 4 x 1 BAU |
CONFRONTO | Vitória do PDF | |
CRAQUE | Anderson | Donida |
Quanto às estatísticas específicas do embate verdelaranja, a vantagem vai novamente para os meninos do PDF.
DUELO | ||
PDF | RUN | |
GERAL | 4 partidas - PDF 3 x 1 RUN | |
CPF 2011 | PDF 4 x 1 RUN | |
HISTÓRICO DOS CONFRONTOS
PDF 5 x 4 RUN
PDF 8 x 1 RUN
2010
PDF 1 x 4 RUN
|
| PDF em sua primeira CPF |
2011
PDF 4 x 1 RUN
PDF ? x ? RUN
ANDERSON “PRINCESA SARAH” x MARADONIDA
| Princesa Sarah e Donida em 2009 |
O embate Donida (de pernas mais cheias de vida do que as do dançarino Fred Astaire) x Anderson "Princesa Sarah" (com seu trote imponente de cavalo de fogo) já gerou muita discussão nos bastidores da CPF. Qual dos dois é o mais craque? Apesar dos dois serem calados e modestos, já soltaram, em confidência, algumas faíscas. Boatos correm que Anderson teria afirmado: “não se pode dizer que (Donida) era um jogador completo. O garoto só presta do meio de campo para frente. E cabeça não é bem o seu forte”. Ao ouvir a declaração, o jogador do RUN teria soltado: “melhor ser bom na posição para a qual fui designado do que apresentar mediocridade em todas as outras”.
Desde as declarações (que não se sabe se foram realmente ditas), uma tensão paira pelo ar quando os dois estão no mesmo recinto. Entenda um pouco mais da trajetória dos dois jogadores nos dados (extremamente confiáveis) a seguir.
Gols
Como nem sempre se quantificou a artilharia, não há dados exatos de quanto os dois marcaram. Mas é possível fazer uma estimativa que, desde 2009 (quando o RUN ingressou na CPF), ambos os jogadores marcaram cerca de 27 gols. Como o Anônimo bem apontou, Princesa Sarah já fez mais de 30 gols. E bem mais, se estima, porque ele estava na Copa dois anos antes de Donida entrar.
Bolas roubadas
Já que os dois atuam mais no ataque (Anderson desce mais, consegue segurar a zaga; Donida prefere empregar seu talento na frente), não se encontram tanto assim para duelar. Dos quatro jogos que disputaram, Anderson tirou a bola de Donida 9 vezes, enquanto o contrário aconteceu 6 vezes.
Drible da vaca
Banhos
No quesito banhos, Donida ganha, mas bem apertado: 4 x 3.
Vezes que confundiu um furão com a bola
Em 2007, foi notória a partida PDF x VTU em que um furão, mamífero carnívoro da família dos Mustelídeos, entrou em campo, levando uma tabocada do craque do PDF. O pobre animal acertou a trave e teve um fim lastimável. Em 2010, na final RUN x BAU o mesmo aconteceu com Donida. Um furão invadiu a arena e foi acertado pelo atacante laranja. Foi gol, mas anularam porque não se tratava da bola.
Faltas
Na qualidade de saco de pancadas, Donida levou 473 faltas de Anderson. Já a Princesa Sarah só sofreu apenas 2 faltas na mão do runner.
Fotos da 5ª rodada
Antes de mais nada, recuperem-se dessa rodada totalmente excelente em termos de jogos e festa. Depois, vejam as fotos das partidas, sem medo de ser feliz.
Clique em Chico!
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Classificação | 3ª rodada | CPP 2011
Apesar das duas rodadas de ausência, viemos lembrar-lhes de que a Patrícia Poeta também tem tabela. E as calouras encontram-se no topo dela, invictas. O FDM vai disputar a medalha de ouro com o RUN, que conseguiu vencer o RYU e garantir a vaga na disputa final - pela terceira vez consecutiva. As Chun-Lis chegam ao fim da Copa de 2011 com zero (zero, zero) vitórias. E o DPC segura o terceiro lugar com, pasmem, mais de Dez Por Cento de aproveitamento.
O FDM não sofreu nenhuma derrota e tomou a posição do RUN da primeira rodada, sustentada pela antiguidade. Só um gol (e alguns pontos) separa o saldo das duas equipes finalistas. As Chun-Lis não venceram uma partida sequer, marcando apenas um gol, contra o DPC.
Não há disputa de terceiro e quarto lugares na Patrícia Poeta, o que leva as dezporcentistas diretamente ao pódio, deixando ao RYU a triste tarefa de segurar a lanterna.
Artilharia
3 gols: Lolly (RUN), Moreira (FDM)
2 gols: Flávia (RUN)
1 gol: Gianni (RYU), Mayra (DPC), Sara (DPC), Gaga (FDM), Amanda (FDM)
Observações pertinentes:
O FDM teve a melhor defesa, com 1 gol sofrido. Empatado com o RUN, foi o melhor ataque, ambos com 5 gols.
1 jogadora foi expulsa.
Não houve nenhum empate.
Thaís Vidal é goleira invicta, embora não se possa dizer o mesmo sobre seu time.
Finalmente, depois de contagens exaustivas, chegamos ao número exato de jogadoras do DPC. São umas 109, mas pode ser mais, pode ser menos.
Existe uma clara necessidade de exames anti-dopping.
Post levemente inspirado neste, porque achamos bonitinho.
domingo, 29 de maio de 2011
Classificação | 5ª Rodada | CPF 2011
O fim se aproxima. É o que anuncia o término da quinta rodada da Copa Paulo Francis 2011, que definiu as equipes que duelarão pelo título e pela medalha de bronze, devidamente destacadas na tabela de classificação acima. PDF e RUN repetirão a final de 2009, tendo a escrete verde, assim como há dois anos, a melhor campanha, com direito a melhor ataque e melhor defesa, maior número de vitórias e maior saldo de gols. O RUN, com três vitórias, um empate e uma derrota, vem em seguida, com o segundo melhor ataque, 14 tentos marcados, mas com o terceiro pior setor defensivo, a frente apenas dos calouros e dos roxinhos do DPC.
PDF e RUN, por sinal, venceram na última rodada da primeira fase. Os verdes golearam o BAU por 4 a 0. Já os laranjas, menos extravagantes, aplicaram um protocolar 2 a 0 sobre o FDM, suficiente para garantir vaga na final. O RYU bem que tentou roubar essa posição. Encarou o DPC - se privando de ter o time completo porpuro medo de ter a imagem de time bróder destruída pura brodagem, e obteve a vitória mais elástica de sua história, 4 a 1. A primeira goleada a gente nunca esquece.
Com os resultados, o BAU, que precisava superar o PDF para pelo menos repetir o feito de 2010, quando chegaram à Grande Final mas perderam nos penaltis para o RUN, vai se despedir da copa em um jogo contra o RYU. O objetivo é levar mais uma medalha, ainda que de bronze, para pendurar junto às chuteiras. Os cinzentos almejam sua primeira medalha na história. Com a terceira melhor campanha e o orgulho de ser a única equipe invicta da competição este ano, com três empates e duas vitórias, eles vão para o jogo bem credenciados.
Aos mais novos, DPC e FDM, o primeiro com uma vergonhosa trajetória, incluindo a terrível derrota por W.O., resta assistir as duas partidas (e a final da Copa Patrícia Poeta) para tentar adquirir conhecimento futebolístico para a CPF 2012. Pode-se dizer que os róseos até que foram bem, obtendo surpreendentes quatro pontos na tabela de classificação. E levando apenas uma goleada durante toda a primeira fase: o 7 a 1 contra o PDF.
Como não poderia deixar de ser em um post como esse, vamos aos números finais deste primeira fase. A média de gols marcados por partida (GPP) foi irrisória se comparada à CPF 2009. Enquanto há dois anos registraram-se 6,94 GPP, em 2011 a marca foi de 4,2 GPP. Considerando apenas a quinta rodada, a média foi de 3,66 GPP, igual a registrada no terceiro dia de jogos. Na primeira, segunda e quarta rodadas, as marcas foram de 6,66 GPP, 4 GPP e 3 GPP, respectivamente. Os números demonstram que os atacantes foram ficando cada vez mais descalibrados. Uma decadência só. Seria o efeito das festas nos jogadores?
Enquanto a final entre PDF e RUN não chega, fique com um resumo de informações curiosas sobre o que foi a Copa Paulo Francis 2011 até agora:
Foram jogadas 6h de futebol (acréscimos foram desconsiderados).
63 gols foram marcados em 15 jogos. Uma média de 4,2 tentos por partida.
Ou seja, o placar foi alterado a cada 5min42s.
Apenas uma equipe permaneceu invicta ao final da primeira fase.
A defesa menos vazada sofreu 5 gols. A mais vazada, 20.
O ataque mais poderoso marcou 23 vezes. O mais fraco, 3.
Apenas um time permaneceu na mesma colocação por todo o torneio.
Confira a dança das cadeiras durantes as cinco rodadas da CPF 2011.
Post livremente inspirado neste, de 2009.
PDF e RUN, por sinal, venceram na última rodada da primeira fase. Os verdes golearam o BAU por 4 a 0. Já os laranjas, menos extravagantes, aplicaram um protocolar 2 a 0 sobre o FDM, suficiente para garantir vaga na final. O RYU bem que tentou roubar essa posição. Encarou o DPC - se privando de ter o time completo por
Com os resultados, o BAU, que precisava superar o PDF para pelo menos repetir o feito de 2010, quando chegaram à Grande Final mas perderam nos penaltis para o RUN, vai se despedir da copa em um jogo contra o RYU. O objetivo é levar mais uma medalha, ainda que de bronze, para pendurar junto às chuteiras. Os cinzentos almejam sua primeira medalha na história. Com a terceira melhor campanha e o orgulho de ser a única equipe invicta da competição este ano, com três empates e duas vitórias, eles vão para o jogo bem credenciados.
Aos mais novos, DPC e FDM, o primeiro com uma vergonhosa trajetória, incluindo a terrível derrota por W.O., resta assistir as duas partidas (e a final da Copa Patrícia Poeta) para tentar adquirir conhecimento futebolístico para a CPF 2012. Pode-se dizer que os róseos até que foram bem, obtendo surpreendentes quatro pontos na tabela de classificação. E levando apenas uma goleada durante toda a primeira fase: o 7 a 1 contra o PDF.
Como não poderia deixar de ser em um post como esse, vamos aos números finais deste primeira fase. A média de gols marcados por partida (GPP) foi irrisória se comparada à CPF 2009. Enquanto há dois anos registraram-se 6,94 GPP, em 2011 a marca foi de 4,2 GPP. Considerando apenas a quinta rodada, a média foi de 3,66 GPP, igual a registrada no terceiro dia de jogos. Na primeira, segunda e quarta rodadas, as marcas foram de 6,66 GPP, 4 GPP e 3 GPP, respectivamente. Os números demonstram que os atacantes foram ficando cada vez mais descalibrados. Uma decadência só. Seria o efeito das festas nos jogadores?
Enquanto a final entre PDF e RUN não chega, fique com um resumo de informações curiosas sobre o que foi a Copa Paulo Francis 2011 até agora:
Foram jogadas 6h de futebol (acréscimos foram desconsiderados).
63 gols foram marcados em 15 jogos. Uma média de 4,2 tentos por partida.
Ou seja, o placar foi alterado a cada 5min42s.
Apenas uma equipe permaneceu invicta ao final da primeira fase.
A defesa menos vazada sofreu 5 gols. A mais vazada, 20.
O ataque mais poderoso marcou 23 vezes. O mais fraco, 3.
Apenas um time permaneceu na mesma colocação por todo o torneio.
Confira a dança das cadeiras durantes as cinco rodadas da CPF 2011.
Post livremente inspirado neste, de 2009.
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