terça-feira, 1 de maio de 2012
CPF 10: FAÇAM SUAS APOSTAS!
Todo mundo já sabe que sábado é dia! Finalmente, após longos meses de espera, chegou a hora de mais uma edição de CPF e CPP, entre os alunos de Jornalismo da UFPE. Os atletas estão loucos em preparação pelo título de 2012. Alguns times prometem reforços de peso. Celebridades mundiais não param de implorar uma vaguinha na disputa. O clima é de festa e muitas novidades, a começar pelo layout do blog. Os jogos esse ano ganharam um novo local: Clube de Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar, cuja localização se encontra neste post. Mas, em meio a todas essas informações, lançamos a pergunta: vocês estão por dentro da tabela?
Fiquem ligados em quem pega quem na estreia da 10ª edição da Copa Paulo Francis (o post das meninas vem depois...) e façam suas apostas.
Fiquem ligados em quem pega quem na estreia da 10ª edição da Copa Paulo Francis (o post das meninas vem depois...) e façam suas apostas.
Os meninos estarão em campo por duas horas. Dessa vez, o PDF se transformou em Veteranos, numa salada mista que unirá forças para defender a tradição. Então, o time mais antigo passa a ser o RYU que vai bater de frente com... o time mais novo, os calouros do PCF.
Lembrando que as partidas começam às 17h30 e pedimos que além de chegarem cedo para evitar atrasos dos jogos, façam o favor de chegarem completos. (Não é uma indireta ao DPC, mas é).
Alea jacta est!
Bial na CPF
Desde a quinta-feira passada acontece o Festival do Audiovisual Cine PE, em Recife. Muitos veículos de comunicação se apressaram em afirmar que o grande número de jornalistas presente na cidade está aqui para conferir o evento, ou divulgar algum material. No entanto, não é isso que observam os participantes da Copa que tem frequentado o Teatro Guararapes por esses dias.
Se antes o CQC Rafael Cortez implorou para participar do campeonato, desta vez foi Pedro Bial quem andou desesperado para tentar uma vaga em alguma equipe. Torcedor assumido do RUN, ele esteve em contato com alguns jogadores do time, porém, ao ser informado de que não poderia jogar na Copa, se contentou em mandar um recado para todos os afortunados que disputam a CPF daqui a quatro dias (!!!).
Ao que parece, jornalistas de todo o Brasil foram atraídos para o Recife com o intuito de negociar a criação de um possível time para formados de outros estados. Como o salário da categoria não é fácil, a cobertura do Cine PE serviu como pano de fundo para a viagem, que tem como objetivo tentar a sorte na CPF, às custas da empresa de trabalho. O presidente Rafael Magal já declarou que está cansado de ser assediado por esses profissionais, que lhe oferecem cargos em jornais em troca de um minuto no gramado da Arena Paulo Francis. "Estou sendo subornado, mas, como Muso Eterno e Presidente, sou um exemplo a ser seguido, não me deixo corromper", teria dito ele, que anda pelo pátio do teatro repetindo a frase: "a regra é clara, só estudantes de jornalismo da UFPE".
Uma investigação realizada pela reportagem do blog confirmou: são jornalistas com mais de dez anos de formados, que amargam o desgosto de nunca terem jogado uma partida cepêefiana. Um deles, que pediu para não ser identificado, afirmou: "a pior derrota não é perder um jogo, mas sim o fato de nunca ter jogado. Me sinto sempre frustrado", finalizou, com os olhos marejados. Fica a dica para quem ainda tem tempo!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
CQC na CPF
A fama da CPF corre pelos quatro cantos do mundo e está nos corações e bocas das semi-celebridades do Brasil. A equipe etílico-jornalística da Copa estava dando um rolê pelo Festival do Audiovisual Cine PE quando foi abordada por um charmoso rapaz de terno. Era Rafael Cortez, repórter do CQC, querendo dar um recado à nação CPFiana. Segue abaixo o diálogo na íntegra:
- Vocês são das Copas Paulo Francis e Patrícia Poeta? Nossa, eu e o Tas adoramos o blog, assistimos a todos os vídeos. Inclusive, a gente queria saber se não dá pra participar da Copa...
- Rafael, que prazer ouvir isso, mas, infelizmente, a Copa é exclusiva para os alunos de jornalismo, já passou tua fase... Mas se quiser, pode ir pras festinhas.
- Poxa, que pena. Vou tentar ir para as festinhas. Inclusive, já falamos com a BAND para fazer a cobertura do tapete vermelho, já que a Globo tem o direito de imagem dos jogos... Agora, posso mandar um recado pra galera então? Vou mandar um abraço geral para não gerar discórdias, mas eu preciso confessar que o meu time favorito é o RYU. Aquilo ali é futebol-arte! Tatuei um elefante na virilha em homenagem a eles, mas mostro em outra ocasião.
Mais tarde, Rafael foi visto flertando com algumas gatinhas da Patrícia Poeta na laje do Edifício Tebas. Uma delas não quis se identificar, mas garantiu que a tatuagem de elefante não é lenda.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
quinta-feira, 26 de abril de 2012
O reforço dos rosas
Para aqueles que guardaram na memória uma imagem de um
FDM com, digamos ,dificuldade de marcar gols em 2011, eis que esse ano o time
masculino promete uma reviravolta impressionante. O reforço do time rosa vem
diretamente do Rio de Janeiro pra jogar na CPF. ÉÉÉ ,companheiros, o novo
contratado foi cedido por empréstimo pelo todo-poderoso Flamengo e promete
marcar muitos gols na Copa Paulo Francis.
Ele foi convocado pelo capitão Márlon - de quem é
amigo íntimo - para jogar o melhor campeonato de futebol da galáxia. Muito
feliz com o convite, Pedro Paulo Catonho diz estar muito contente e realizado por estar
participando pela primeira vez desse evento grandioso que é a Copa Paulo
Francis.
PPC diz estar aproveitando esse pouco tempo que ainda
nos resta até a chegada da CPF para treinar com muita dedicação. Ele também garante que sua passagem por alguns dos times mais importantes do país (ex.: Sport ,Corinthians e Flamengo) não foram em
vão, e que junto com Júlio “El emperador gordito” formará a melhor dupla de ataque já vista na história da CPF.
Aguardem!!
Paulo Francis entrevista... Rafael Moura, o Pata-de-Elefante.
Paulo Francis está entre nós para uma série de entrevistas curtas, lisérgicas e impactantes, desnudando ao público as enigmáticas personalidades da Copa. A entrevista de abertura não poderia deixar de ser com um dos, talvez, mais discretos e reservados personagens da competição. R9 se abre inteiro para os petardos verbais de Francis. Confira.
Rafael, o R9, o Pata de Elefante. Primeiro de tudo, obrigado pela oportunidade da conversa. Vamos logo ao que interessa: por que a imagética do elefante? Por que tão nobre animal?
Olá, Paulo, eu que agradeço. Olha, Paulo, boa pergunta. O primeiro impulso da maioria das pessoas é associar o elefante em minha perna a uma referência dimensional fálica. Eles não estariam errados, confesso. É tudo isso mesmo. Mas não para por aí, não. Poucos sabem, e não fico alardeando, mas cresci na Índia, em meio àquela pluralidade incrível de divindades e práticas pouco conhecidas pelo mundo ocidental. Sempre fui discreto e de poucas palavras, e lá não era diferente. Fui criado entre elefantes, e um deles, em especial, o Márcio, tornou-se meu melhor amigo, minha única companhia. Márcio foi morto por caçadores (se permite uma pausa, a voz embargada). Vim para o Brasil, com a chance que o RYU me deu, e a tatuagem foi uma tentativa de eternizá-lo em cada um dos gols que faço. Há dias em que me comunico somente com Tromba Longa, mascote do RYU, pois sinto que Márcio ainda vive, através dele. Não quero mais falar sobre esse assunto (ajeita-se na poltrona, os olhos marejados).
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| "Vou mostrar quem sou em 2012" |
Naturalmente, naturalmente... falemos sobre assuntos mais terrenos, seculares, digamos, extrovertidos. É sabida sua longa relação de amizade e afeto com seu companheiro de time Aaron. É notória, contudo, a ligação, dentro das quatro linhas, que você estabeleceu com Ferrugem, com quem, juntos, marcou a maioria dos gols do RYU. Fale um pouco sobre a relação entre os companheiros de time.
Se me permite a metáfora, Paulo, Aaron seria o amor, Daniel seria o sexo. É aquela velha oposição entre o constante e o efêmero, o etéreo e o físico, entre o passe e o gol. Na verdade, é tangível o afeto, o laço até carnal existente entre todos os membros do RYU, isso se vê dentre as quatro linhas, na torcida e nos vestiários. É tudo muito carnal.
Nota-se, nota-se. Por fim, Rafael, uma pergunta caprichosa, maliciosa... como anda sua relação com o álcool, a caninha, o goró, a chupeta, o gagau, o lambreu, musa líquida, cervejola, se você me entende, com as bebidinhas em geral?
Bom você ter perguntado, Paulo, e quero aproveitar pra deixar essa questão bem clara. Estou limpo faz três dias, deixei de beber e me sinto renovado. Vi o fim da linha, Paulo. Acima do peso, me envolvendo com o que há de mais baixo na sociedade, acordando para me ver impresso em blogs e revistas em situações das quais mal me lembrava. Meu futebol, Paulo, que é o que eu mais prezo, estava prejudicado. Não podia continuar daquele jeito. O apelido de "Adriano do RYU" me pesava. Parei. Faz três dias que parei, para os que duvidavam. E vou mostrar quem sou na CPF 2012.
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| "É tudo muito carnal" |
Não percam, em breve, mais uma incursão paulofranciana no mundo dos vivos, para debulhar, desmiuçar, outra celebridade, dessa vez, de uma estrela do esquete laranjada, o RUN. Quem será o contemplado? Acompanhem aqui no blog.
A Voz do Povo é o que Vale
É de conhecimento de todos que o Dez Por Cento, mais conhecido como DPC, tem a melhor campanha publicitária de todos os campeonatos futebolísticos e/ou jornalísticos do universo. Ou, se preferirem, a melhor campanha publicitária da Copa Paulo Francis, o que dá no mesmo.
Em 2012 não poderia ser diferente. Continuamos com a nossa campanha "A voz do Povo é o que Vale" para mostrar ao mundo o peso da nação roxa.
Em 2012 não poderia ser diferente. Continuamos com a nossa campanha "A voz do Povo é o que Vale" para mostrar ao mundo o peso da nação roxa.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Máximas
Das coisas menos importantes da vida, o futebol é a mais importante.
Das coisas menos importantes do futebol, a Copa Paulo Francis é a mais importante.
A Copa Paulo Francis está para o futebol como o futebol está para a vida.
Das coisas menos importantes do futebol, a Copa Paulo Francis é a mais importante.
A Copa Paulo Francis está para o futebol como o futebol está para a vida.
Por que entendo Schweinsteiger
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| Schweinsteiger, no centro, é abraçado pelos companheiros |
O Clube Líbano estava em polvorosa. Eu estava atrás da bola e faria a última das cinco cobranças do PDF na decisão do 3º lugar da Copa Paulo Francis daquele ano. A disputa estava empatada em 3x3. Das cinco chances do RYU, eu, goleiro que era, havia defendido duas. Se fizesse o gol, na minha aventura como atacante, minha equipe conquistaria a segunda medalha de bronze na competição, um ano depois de ganhar o primeiro título e em circunstâncias épicas (volto a isso em alguns parágrafos).
Acabo de ver Schweinsteiger comemorando depois de marcar, correndo feito um louco pelo gramado do histórico estádio Santiago Bernabéu, em Madri. Dentes a mostra, felicidade estampada no rosto, ele é abraçado pelos companheiros de time. Do seu pé saiu a bola que levou à loucura milhares de torcedores e mais: deu ao Bayern a chance de ganhar o título de clubes mais desejado da Europa dentro de casa, na Allianz Arena, em Munique.
Entendo Schweinsteiger. Naquele 5 de junho eu fiz o gol. A bola passou com força à esquerda do goleiro Davi e estufou as redes. Gritei o grito dos campeões, mesmo sem sê-lo, naquela ocasião. Sorriso à mostra, fui, tal qual o jogador alemão, abraçado por meus amigos e parceiros do PDF. A parte da nossa torcida que ali estava explodiu de alegria. Os torcedores do RYU, que estavam em maioria absoluta, assim como os do Real Madri nesta quarta, se calaram. Aquela foi uma noite memorável no Recife.
Mas este não é, como pode estar parecendo, um texto auto-contemplativo. O importante nesta história não é o fato de eu ou qualquer pessoa termos conquistado glórias individuais. Quero falar justamente da importância do contexto, do porquê de tanta alegria. Quero, no fim das contas, homenagear a CPF, como carinhosamente chamamos o campeonato de futebol jornalístico
Schweinsteiger é um atleta de alto nível. Aos 27 anos, está acostumado a jogar em grandes competições, tanto com o Bayern de Munique quanto com a seleção alemã, pela qual já disputou 90 partidas. Cinco vezes campeão alemão e com duas Copas do Mundo no currículo, tem, certamente, noção da importância dos torneios que disputa. E mostra isso em campo. Entrega-se, mostra-se incansável.
Quando entrei em campo pelo PDF pela primeira vez, no dia 17 de abril de 2007, era um estudante de jornalismo recém-chegado ao Recife e um tanto quanto fora de forma (bem menos que agora, é bem verdade). Gostava de futebol, mas não podia dizer, sob pena de perjúrio, que era minimamente bom no esporte bretão. Mas a Paulo Francis tornou-se minha Copa do Mundo. Minha Champions League. Por causa da Copa, eu me tornei um pouco Schweinsteiger.
Apesar - e até mesmo por causa - de toda a gréia que envolvia a Copa, via nos olhos dos jogadores dos outros times - PIA, MAA, VTU, ETC e BAU, vale a pena citar - uma garra contagiante. Ainda que sob o efeito de incontáveis cervejas, alguns cigarros, noites viradas e otras cositas más, os futuros jornalistas entravam em campo sentindo-se Garrinchas, Maradonas, Zicos, Taffareis. Está aí o exemplo da Rainha Wagner Sarmento que não me deixa mentir. Para se ter uma ideia, foi com a singela afirmação "Eu sou Pelé" que ele começou o seu texto no Memória CPF 3. Somente.
A megalomania que nos acometeu ao longo de nove edições tem razão de ser. Somos grandes, sim. Você por acaso já ouviu falar em algum outro torneio universitário que mobilize tanta gente, gere tanta repercussão ao longo de seis semanas (considerando apenas o tempo de duração da copa) e faça com que vários participantes, anos depois da aposentadoria, vibrem com a possibilidade de voltar a jogar?
Voltemos, pois, ao jogo que culminou na cobrança de pênaltis. Aquela era uma partida atípica. O RYU, que nunca havia vencido o PDF em três anos, estava goleando a equipe esmeraldina por 3x0. Já estávamos no segundo tempo. E aí entrou em campo a tal da motivação, tão falada e valorizada no mundo do futebol. O resultado, vocês devem imaginar. Empatamos. E por pouco não viramos. Quando todo um time se une e se motiva por alguma coisa daquela forma o natural é presumir que ela tenha alguma importância, não é? É porque tem.
Arrisco dizer que, nesta quarta, em Madri, Schweinsteiger pode ter se sentido um pouco Gustavo. E me entendido.
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