quinta-feira, 3 de maio de 2012

Faltam dois dias

Vai ter festa? Confirma, Produção?



CONFIMADÍSSIMO!!!
A primeira festa já está fechada e será do DPC! Em breve mais informações!

Bom, guerreiros Paulo Francianos,
todos nós sabemos que a CPF e a CPP não são feitas apenas de futebol, além de muita amizade e alegria, temos como nosso forte as festas!!!
E é por isso que anunciamos nossa tabela de festas para 2012...
Se liguem, turmas, porque precisamos da dedicação de cada uma para que as festas aconteçam!!

PLANEJAMENTO FESTAS PAULO FRANCIS
DIA
TURMA
RESPONSÁVEL
LOCAL
05/mai
DPC
Débora e Maria
Rua Jorge Couceiro da Costa Eiras, nº 59, Edf. Studio Roma, Boa Viagem
12/mai
FDM
 Thaís Lima

19/mai
Calouros


26/mai
RUN
 Thaís Vidal

02/mai
RYU/PDF


09/mai
Final
Thaís Vidal e Rafael Cavalcanti


Lembrando que todas as festas estão previstas para começar às 21h e que em todas será cobrada um taxa no valor de R$5,00 por pessoa. Esse dinheiro servirá para pagar alguns custos da grande e esperada festa final!

Se houver gastos com salão, som e outros, a turma realizadora fica responsável.

A bebida, como sempre, é por conta de cada um e claro, precisando, rola o chapéu pra comprar mais!!!

Não é 5 conto open bar, galera!!! Avisem aos agregados :):)

Obs.: Algum representante dos Calouros e algum do RYU/PDF entrem em contato comigo para definirmos local da festa de vocês!!!

Qualquer dúvida, meu celular é 85086209.

Avante!!

Thaís Ex-Presidenta Vida Loka (Secretária de Eventos)

Palpites e expectativas - 1ª rodada CPP


É com muita emoção e ansiedade que os cinco times da Copa mais bonita, cheirosa, tonificada e hidratada das galáxias se preparam para a primeira rodada de embates históricos. É a primeira vez em que as Copas Patrícia Poeta e Paulo Francis écomeçam no mesmo dia, rumo à Taça mais importante da vida de vocês. Mais importante do que aquela medalha de Honra ao Mérito que você ganhou quando chegou em terceiro lugar na natação aos 7 anos e ficou feliz porque era igual à do primeiro lugar. Mas isso não vem ao caso.

Nas quatro edições da Patrícia Poeta, apenas dois times tiveram a proeza de chegar ao primeiro lugar do pódio. Por dois anos seguidos, as Chun-Lis foram campeãs e o mesmo aconteceu às garotas do RUN. Este ano, a clássica rivalidade entre as cinzas e as laranjinhas pode ser interceptada pelas Flores do Mal, que no ano passado tiraram a vaga do RYU na finalíssima mas acabaram em segundo lugar. Não devemos nos esquecer nem subestimar o DPC: tanta mulher junta é sinal de que alguma coisa está prestes a surpreender e funcionar muito bem, embora elas não tenham conseguido transferir essa teoria para o futebol. Ainda.
Quanto ao PCF... vamos ver no que vai dar.

Como são apenas cinco equipes, a cada fim de semana um time de beldades deixará de jogar. Neste primeiro fim de semana, as veteranas do RYU ficam de fora para deixar a juventude mostrar as garrinhas em campo.

PCF x RUN

PCF - Quem são elas? Onde vivem? O que comem? Vai ser uma partida difícil para as calouras que ninguém conhece nem nunca viu. Não se pode dizer nem que elas existem. O que a gente pode dizer com certeza é que as pê-cê-éfianas vão precisar rebolar e descer do salto porque jogar com o RUN não é nada fácil. O escrete marrom vai precisar mostrar que não importa a cor, o que importa é que... er... marrom, gente?

Provável escalação: Ninguém nunca as viu. Mas não mudem de assunto. É marrom mesmo? Sério?

RUN – Último ano da faculdade. É o ano do tricampeonato? Será que o RUN vai chegar à sua quarta final seguida? Se depender de empolgação e dedicação das garotas do 7º período, sim. Apesar dos desfalques, elas estão em seu maior pique, força e vontade de vencer. Mas será suficiente? O clima é tão contagiante que mais dois elementos estão prometidos para essa estreia. Alana e Elisa, profissionais do futebol, querem ajudar o RUN a (mais um) título em 2012. Anna foi treinar em Portugal e Julia chegou a se transformar em duas para poder aguentar tanta vontade de ganhar.

Provável escalação: Flávia, Camila Estephania, Lorena, Camila Almeida,
Alana, Elisa e Thaís.

Palpite: RUN

DPC x FDM

DPC - As quatrocentas e vinte jogadoras do DPC começam mais uma Copa com dez porcento de chances de ganhar. Mas elas são tantas que intimidam. O gramado verde fica tomado pelo roxo. O time feminino se faz presente e às vezes vitorioso para compensar a ausência e o futebol dos homens do 5º período. Dizem por aí que Sthefany capotou o Crossfox na última SPFW e a mascote, Bárbara, foi buscar reforços no além-mar. Bem, nunca se sabe o que pode acontecer num jogo contra o DPC, afinal de contas, dez por cento é pura estatística.

Provável escalação: Malu, Renatta, Débora, Sara, Luiza, Bilinha e Beeb.

FDMAs paredes do CAC ouvem coisas que até Paulo Francis duvida. A segunda posição na Copa Patrícia Poeta 2011 não desceu bem nas flores cor-de-rosa. Depois daquela final, fontes secretas dizem que ouviram as meninas jurarem morte às jogadoras alaranjadas para vencer o primeiro lugar deste ano. Para começar bem, elas vão precisar matar, ops, ganhar do DPC e de suas mil representantes. Quem viver, verá!



Provável escalação: Marcela, Carla, Aline, Amanda, Thaís, Francielle.

Palpite: FDM

Eu, calouro, pra vocês, calouros.


Nós, calouros.

Entrei no curso de jornalismo despido de sonhos, no já distante ano de 2008. Desmotivado, percebia, antes mesmo da primeira aula, que não era “a minha”, que não queria, que não iria; a perspectiva de um novo vestibular, contudo, me deprimia, e decidi experimentar, o que quer que viesse, antes de sair em definitivo. Muito viria.

Entre aulas de Mario Sette bebidas no Bigode, bacanais assistidos por cortesia de Bigi e seis horas lisérgicas semanais de espanhol com Medina, foi aberto um tópico, na comunidade da sala no Orkut, de nome “CPF”, escrito pelo notório veterano-aliciador-de-calouros Diogo Madruga, nos contando sobre uma competição jornaleira que seria realizada pelo sexto ano e que, segundo o próprio,

“(...) a CPF desse ano inaugura um novo ciclo, uma nova história, em que (infelizmente) as equipes fundadoras da Copa não estarão mais presentes. Por isso, temos que fazer deste espetáculo algo como nunca se viu antes, para reafirmar como sempre a grandeza de um jornalista quando entra em campo sem o microfone, gravador, celular ou a câmera.
Ou
“Mas também sempre preparadas para entrar em campo na vertente feminina da Copa, antes que nos chamem de porcos chauvinistas. A Copa Patrícia Poeta concede sempre UM JOGO INTEIRO às garotas, para que mostrem suas pern- digo, habilidades futebolísticas.
A mensagem na íntegra

Organizamos-nos, escolhemos as três letras que, juntas, melhor nos representariam, vestimos cinza e fomos, ingênuos e carecas, ao Bom de Bola, no Parnamirim, às duas da tarde, participar do jogo de abertura (um amargo 0x3 contra o MAA). Não tínhamos ideia de que, a cada sábado, nesse mês e meio de 2008, éramos um pouco mais turma, um pouco menos calouros, nos tornávamos menos sozinhos e, por fim, na festa de encerramento, festejamos entre amigos, para nunca mais deixar de ser.

Calouros, atenção: não há turma antes da Paulo Francis. Nem tentem. Com o riso amarelo das derrotas mal jogadas, a histeria das meninas (jogando ou torcendo) pelas vitórias (virão um dia, calminha), o álcool que vocês aprenderão a entornar aos litros nas festas e a ressaca do dia seguinte estampada nas fotos que os farão esquecer qualquer significado para autoestima, vão se formando os laços, afetivos e profissionais, que carregarão consigo pelo curso e pela vida. Termino o parágrafo mais meloso da história do blog com um “vocês verão!”.

É 2012, somos mais velhos, alguns até formados, eu nem jornalismo mais faço, sou estudante de direito, a vida veio, nos deu nó e vai-se indo de novo, com tudo o que traz e o que leva. Ficou a CPF; em sua décima edição, é uma moça grande, de festas megalomaníacas, tem seu nome na cidade, sai no carnaval, recebe convidados, ganha até seu dinheirinho, sua irmã caçula deixou de ser “UM JOGO INTEIRO às garotas” pra desfilar também por seis sábados, cheia de pompa e com toda justiça. De igual, as amizades que ficaram e a certeza de que vale a pena. Vale a pena passar o primeiro semestre inteiro planejando, vale a pena cada centavo gasto em camisas, acessórios e cerveja barata, vale se passar por ridículo dançando em campanhas publicitárias feitas por nós, para nós mesmos; vale a pena as saudades todas que pelo resto do ano se sentem.

E por isso eu volto, todo ano, idiota de tão empolgado. Por isso volta Wagner, volta Dio, volta Luiz e volta Gustavo. Volta quem já tá solto pela vida, volta o RYU inteiro e tudo que mais cabe em três letras. Volta quem sabe, e quem pergunta por que, nunca veio.

Nós, uns velhos.
Fica então aqui essa declaração de amor, um tanto emotiva além da conta, um pouco cheia de paixão demais, mas assim também é a Copa. Fica aos calouros o recado. Poucas vezes se é tão feliz no ano como se é nesse mês e meio de paixão demais. 

Com amor e saudade,

Daniel Ferrugem
Vice-Presidente da Copa Paulo Francis




An Education

Bom, como eu tenho um cargo ali na aba Equipe, achei que deveria fazer um texto antes de começar a porra toda. Como um dos muitos que representam os veteranos, e como calouro entre os "aposentados" (nunca serão) da CPF, estou vivendo num meio termo entre participante e ex-participante da Copa.
Para minha surpresa, vou jogar mais uma vez, nesse ano apocalíptico, e toda a preparação que fiz para me desintoxicar de CPF e não ficar entrando em campo no meio dos jogos dos outros times foi pro saco. Sempre fui bastante dedicado à Copa, ainda que nos bastidores, ou só comentando muito (anônimo ou não) no blog. Mas como isso aqui não é Memória CPF, vou deixar meu eu cpfiano para outra ocasião e falar pelos veteranos.
Conheço a Copa há uns 7 anos, porque antes de entrar na faculdade já tinha ouvido falar que a putaria rolava solta no mundo de jornalismo por causa desse evento. E, realmente, me impressiona como essa porra ainda tá up and running. Na minha época, o curso de jornalismo trazia consigo a mácula dos insatisfeitos. 80% de cada turma era feita de gente que não queria fazer jornalismo, mas era o melhor que tinham conseguido. Desse percentual, uns 70% era de gente muito culta, bem relacionada e... super inteligente, digamos assim. Então um evento de futebol era... animalesco demais para esse grupo. E ainda assim já persistia há uns 4 anos...
Ver que durou mais 6 e promete seguir firme e forte só me leva a pensar em duas opções: ou é muito álcool ou é muito amor envolvido nessa merda. O que me fez optar pela segunda opção é a movimentação enebriada que se vê em todas as horas fora daquelas reservadas às festas da Copa. Apesar de eu saber que alguns que comentam no blog, no facebook ou participam dos jogos estão sempre bêbados, não é maioria, então só podem estar tomados de amor.
O amor segura essa Copa e, como sempre, fecunda, procria e reproduz frutos como o Maurício, calouro que conheço desde os tempos de basquete no CBV, e que, acreditem, é a cara da Copa, e tem potencial para futuro presidente. Tenho certeza que ele, cupido que é (como todos nós que amamos a Copa), vai frechá os corações desses calourinhos desaforados e mal amados, e daí vai surgir a nova leva de fãs da nossa Copa querida. Porque, assim como o samba, o frevo e qualquer outra dessas manifestações culturais que valem a pena, a CPF nunca morrerá, nem que seja numa mesa de bar com um bando de velho aposentado gordão, será lembrada, sim. Mundo afora, será lembrada. E eu afirmo isso com toda certeza, pois eu vou me certificar disso.
Calouros, sejam muito bem vindo e continuem com esse desaforo, pois é característica do nosso futebol e da nossa gente brasileira, e já nos levou pra muito longe, quando bem direcionado. Veteranos aposentados, será um prazer reencontrar com vocês, beber junto, jogar junto (ainda não sei bem a ordem), mas, em todos esses momentos, rir junto. Veteranos participantes, como sabem, estou sempre por aí, online, me intrometendo nas discussões das turmas e até me elegendo guru quando é necessário.
Beijo grande e, fiquem com Paulo.

Abraços,
Diogo Chernobyl Sem Perna Sem Nome Dio Madruga, eterno ponta-esquerdo-direito-veloz do BAU e Presidente do Conselho de Ex-Dirigentes.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Run anuncia arma secreta em campo e nas festas


Enquanto jornalistas passaram o feriado do dia do trabalho tentando ver sessões de cinema fadadas ao fracasso no Cine PE, indo à Festa da Lavadeira que saiu da praia do Paiva porque pra fazer festa em lugar de gente rica só se tiver muito ecstasy, ou trancados nos plantões das redações, o pessoal do RUN passou os quatro dias em treino fechado de preparação para a CPF e para a CPP. Membros das equipes masculina e feminina se reuniram para trocar informações, táticas e anunciar uma arma secreta.

Tudo correu a portas fechadas, mas como pra paparazzi - assim como pra jornalista - não existe feriado, um vídeo acabou vazando e é o mais novo sucesso da internet. Os adversários paulo francianos por enquanto ficam com uma cobrança de pênalti e o ensaio da comemoração. Tudo o que foi aprendido e ensinado durante esses quatro dias ininterruptos vocês verão nas próximas seis semanas. No mais, "derramemos muito amor" por aí.







Em face dos últimos acontecimentos

Em face dos últimos acontecimentos, achei que algumas palavras de justificação cairiam bem.
[Calouros,] as palavras severas que a vocês são destinadas nessa esfera virtual não são postas em prática nos encontros aos sábados nem nos corredores do CAC. Ninguém é obrigado a pagar cervejas e as festas são responsabilidades de todas as equipes, uma por semana. E isso não é porque os veteranos são machos apenas na internet. É porque, embora a gente tire essa onda, a gente não tem nada contra vocês. (Mai Melo)
Achei que esse trecho do comentário de Mai era uma boa pra se explicar.
Ninguém é obrigado a nada. É só uma brincadeira. Nenhum calouro, na história da Paulo Francis, foi forçado a pagar uma cerveja a um veterano. Ou foi abusado fisicamente. Ou algo do tipo.
A onda é, justamente, para provocar (palavra adequada, né?) integração.
Se a gente não quisesse que vocês participassem, ou se divertissem, a gente não faria o maior esforço pra chamá-los, instigá-los, contar-lhes o quanto a Copa nos faz bem. Nós fomos calouros também (e, saibam, os mais velhos sofreram muito mais "bullying" - com a licença do termo desproporcional - no seu tempo), mesmo assim adoramos a competição. Como é que pode?
Sem querer ofender - juro que não é ofensa! -, mas chega de mimimi, como bem apontaram. A CPF não é pra isso. A CPF não é disso.
Disse o poeta, "sejamos navegantes, bandeirantes e guerreiros, sejamos tudo que quiserem", mas não sejamos uns chatos de galocha, pelamordedeus. A Copa Paulo Francis não é de gente que tem medo do desconhecido, que desiste fácil, que tem restrições quanto a qualquer detalhe. É de gente aberta - navegantes, bandeirantes -, destemida - guerreiros. Calouros, tentem fazer a festa, mesmo de olhos vendados (se não conseguirem, também não é problema)! Veteranos, entendam que, por enquanto, é assim. Que a gente pode estar errado, mas acha que essa é a melhor maneira, a mais divertida, a mais ao estilo da CPF. Stop mimimi.
Esse mesmo poeta também disse "sejamos pornográficos". Não que venha ao caso, mas... é, não vem ao caso mesmo.

Abraços,
André

Faltam três dias

"Discurso oficial" do presidente


É com a emoção fazendo cada fio de cabelo do meu corpo se arrepiar que vejo mais uma Copa Paulo Francis chegando. Não só por ser a décima edição da Copa com mais estórias e histórias do mundo, nem por ser meu segundo mandato – eleito pela nação CPF, claro – que essa copa tem um gostinho especial. Algo como uma passagem de geração acontece esse ano, o PDF, time de muitos amigos e parceiros de Paulo Francis, importantíssimo na renovação e maior amadurecimento da copa – principalmente no que diz respeito às festas – encerra sua participação nos certames da competição.

Como sempre digo, ser presidente da CPF é uma grande e verdadeira honra, mas não me coloca acima de ninguém. Nessa família que á a Copa Paulo Francis, esse nome capaz de acelerar os corações alheios só de ser ouvido, todo mundo é responsável e parte fundamental. Os cargos servem apenas para formalizar as participações das turmas, contemplar todas as salas com representantes inseridos nas discussões, que são abertas para quem mais quiser trazer idéias.

Ouso me afirmar como saudosista num debate muito recorrente por onde passo. Sempre chega aquela pergunta: “Vocês acham que a CPF vai sobreviver quando essa galera todinha que tá organizando sair?”. Acredito que todas as outras gerações sentiram isso durante a passagem, mas a confiança nessa aura emanada pela Copa é maior que o medo de fazer essa bela linha da história do curso de Jornalismo da UFPE se apagar.

Se é que posso prometer alguma coisa, minhas promessas são empenho e trabalho pra tudo sair ainda mais lindo e mais bem feito do que nas edições anteriores. Meu carinho e amor pela Paulo Francis é algo que cultivo com muita força e espero de todos o mesmo, tanto de quem já jogou e joga como dos calouros queridos (sic). Peço a todos, principalmente a uns que não aprenderam ou fingem não saber: não se esqueçam da brodagem paulofranciana, ela é, das instituições dessa Copa, a principal, façamos de tudo para que as coisas aconteçam com alegria e da forma mais prazerosa possível, evitando brigas e picuinhas, mas não a rivalidade dentro de campo, claro.

Sei da dificuldade de botar pra frente essa Copa sem a ajuda de duas pessoas importantíssimas na minha vida dentro e fora da Paulo Francis, Eduardo “Cazuza” Rios, amigo e o secretário de eventos especiais mais marcante até o momento e um agregador natural de pessoas e felicidade. Além de Gustavo “Paredão de Taipa” “Ex-presidente” Maia, grande responsável pelo crescimento da CPF e com quem aprendi a amar e tocar esse barco chamado Copa Paulo Francis.

Mas com a ajuda de todo mundo que faz e fará cada vez mais parte disso tudo, creio ser essa edição um marco na história da Copa e do Jornalismo pernambucano, com um potencial imenso de sucesso. Bem-vindos os novos integrantes, boa volta aos já parte dessa nação, vamos com força, preparem os fígados para as cachaças épicas, as pernas para os jogos e para as pistas de dança, as canetas e penas para os textos e o amor no coração pra a Paulo Francis ser 10 vezes mais sensacional e indescritível do que já é!

A gente se vê sábado, com mais energia do que nunca,

Rafael “Bi-muso” Magal,
Presidente da Copa Paulo Francis


Release - Copa Paulo Francis completa dez anos de tradição

Segue o release, divulguem para os jornais que trabalham e onde puderem! Vamo espalhar!
Copa Paulo Francis completa dez anos de tradição
Celebrando a tradição, a Copa Paulo Francis (CPF) vai estender seus gramados pela décima vez a estudantes e peladeiros do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A CPF 2012 tem início no próximo sábado (5) e terá como homenageados o jornalista Paulo Moraes, da TV Globo – que cobre esportes há mais de 30 anos – e o professor do Departamento de Comunicação Social da UFPE, Heitor Rocha.
A grande novidade da CPF 2012 é a inclusão de uma equipe de veteranos, formada por ex-alunos de todos os times que já participaram do torneio desde sua fundação, em 2003. O presidente da CPF, Rafael Cavalcanti, do 7º período, explica que a formação de um time de veteranos tem com objetivo principal “preservar a tradição do torneio, além de agregar pessoas que participaram de momentos diferentes da competição”. A equipe não vai disputar o título.
A competição será realizada no Clube dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar, no bairro da Torre, a partir das 17h30, ao longo de seis sábados, ao final dos quais haverá sempre uma festa para a resenha, confraternização, e integração entre as turmas. A cobertura completa da CPF é realizada pelos próprios alunos-jogadores no blog do torneio (www.copapaulofrancis.blogspot.com). Resenhas, reportagens, pré e pós-jogos, escalações, fotografias, estatísticas, entrevistas, vídeos fazem parte do repertório do blog – tudo produzido de forma bastante irreverente, desconstruindo alguns vícios da crônica esportiva, e reproduzindo outros.  
Paulo Moraes – Tem 66 anos, 47 de jornalismo. Começou na Rádio Clube, trabalhou ainda nas rádios Jornal e Olinda. Trabalhou na sucursal do Estado de São Paulo e da Revista Placar. Está na Globo Nordeste há 30 anos, onde começou como repórter, depois foi editor e hoje é chefe de produção.
Heitor Rocha – É professor da UFPE, tendo lecionado durante mais de dez anos da Unicap. É peladeiro desde criança, e segundo ele "era o terror dos campos de várzea da zona norte, atacante nato com instinto de artilheiro". Mesmo sendo professor da UFPE há apenas dois anos, é o homenageado pelo alinhamento com as diretrizes da copa: cerveja, futebol e jornalismo!

CPP - Paralelamente à CPF acontece também, neste ano, a 5ª edição da Copa Patrícia Poeta (CPP), disputada pelas jornalistas-peladeiras mais charmosas de Pernambuco. A CPP tem início também no próximo sábado e desde 2008 revela craques do futebol-goró feminino. Pela primeira vez a CPP será disputada por cinco equipes. As atuais campeãs do RUN tentam o tricampeonato.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Um post didático


Como os calouros desinformados se sentem quando são comunicados de que é deles a missão de abrir as festas da Copa Paulo Francis: 


Como os veteranos agem quando os calouros não se esforçam o bastante e dizem que não sabem se conseguirão verba para realizar a festa:



Como os veteranos tratam os calouros quando eles não conseguem promover uma legen... wait for it... dary festa de abertura:


Como os veteranos tratam os calouros quando eles entendem o espírito da Copa Paulo Francis e fazem a melhor festa de abertura de todos os tempos:




Entenderam, lindinhos?

Dois dedos de reflexão


A Paulo Francis é um pé de árvore
que não se importa em ter seus frutos colhidos

Prá Paulo Francis, a gente passa o ano todo fazendo um pé de meia
Faz até verso de pé quebrado
A gente enche de lorota o pé do ouvido do pai, da mãe, do amigo, do vizinho, do atendente da loja e até do cachorro

Na Paulo Francis, pé de atleta não é problema
Nem pé de pato

Pé de moleque não é comida, é estilo

Na Paulo Francis é o peito do pé que bate mais forte

A Paulo Francis nunca lhe dará um pé na bunda
A Paulo Francis nunca lhe deixará na mão
A Paulo Francis sempre dá pé

Faltam quatro dias

CPF 10: FAÇAM SUAS APOSTAS!

Todo mundo já sabe que sábado é dia! Finalmente, após longos meses de espera, chegou a hora de mais uma edição de CPF e CPP, entre os alunos de Jornalismo da UFPE. Os atletas estão loucos em preparação pelo título de 2012. Alguns times prometem reforços de peso. Celebridades mundiais não param de implorar uma vaguinha na disputa. O clima é de festa e muitas novidades, a começar pelo layout do blog. Os jogos esse ano ganharam um novo local: Clube de Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar, cuja localização se encontra neste post. Mas, em meio a todas essas informações, lançamos a pergunta: vocês estão por dentro da tabela?

Fiquem ligados em quem pega quem na estreia da 10ª edição da Copa Paulo Francis (o post das meninas vem depois...) e façam suas apostas.




Os meninos estarão em campo por duas horas. Dessa vez, o PDF se transformou em Veteranos, numa salada mista que unirá forças para defender a tradição. Então, o time mais antigo passa a ser o RYU que vai bater de frente com... o time mais novo, os calouros do PCF.

Lembrando que as partidas começam às 17h30 e pedimos que além de chegarem cedo para evitar atrasos dos jogos, façam o favor de chegarem completos. (Não é uma indireta ao DPC, mas é). 
Alea jacta est!

Bial na CPF


Desde a quinta-feira passada acontece o Festival do Audiovisual Cine PE, em Recife. Muitos veículos de comunicação se apressaram em afirmar que o grande número de jornalistas presente na cidade está aqui para conferir o evento, ou divulgar algum material. No entanto, não é isso que observam os participantes da Copa que tem frequentado o Teatro Guararapes por esses dias. 

Se antes o CQC Rafael Cortez implorou para participar do campeonato, desta vez foi Pedro Bial quem andou desesperado para tentar uma vaga em alguma equipe. Torcedor assumido do RUN, ele esteve em contato com  alguns jogadores do time, porém, ao ser informado de que não poderia jogar na Copa, se contentou em mandar um recado para todos os afortunados que disputam a CPF daqui a quatro dias (!!!).



Ao que parece, jornalistas de todo o Brasil foram atraídos para o Recife com o intuito de negociar a criação de um possível time para formados de outros estados. Como o salário da categoria não é fácil, a cobertura do Cine PE serviu como pano de fundo para a viagem, que tem como objetivo tentar a sorte na CPF, às custas da empresa de trabalho. O presidente Rafael Magal já declarou que está cansado de ser assediado por esses profissionais, que lhe oferecem cargos em jornais em troca de um minuto no gramado da Arena Paulo Francis. "Estou sendo subornado, mas, como Muso Eterno e Presidente, sou um exemplo a ser seguido, não me deixo corromper", teria dito ele, que anda pelo pátio do teatro repetindo a frase: "a regra é clara, só estudantes de jornalismo da UFPE". 

Uma investigação realizada pela reportagem do blog confirmou: são jornalistas com mais de dez anos de formados, que amargam o desgosto de nunca terem jogado uma partida cepêefiana. Um deles, que pediu para não ser identificado, afirmou: "a pior derrota não é perder um jogo, mas sim o fato de nunca ter jogado. Me sinto sempre frustrado", finalizou, com os olhos marejados. Fica a dica para quem ainda tem tempo!