sábado, 30 de março de 2013

A rampa rumo às memórias

Clube dos Subtenentes e Sargentos da PM. Quando se entra , vê-se o campo lá no fim e muitas, muitas camisas coloridas. Em meio a elas, um ser enferrujado corre, de um lado para o outro, tentando resolver pimbimas e mazelas para a Copa começar. "Copa", pensávamos nós, um torneio de futebol com festa depois, assim como tantas e tantas confraternizações espalhadas pela Veneza. Ledo engano. A Paulo Francis é, antes de tudo, uma fábrica de sorrisos e memórias.

Revendo as fotos dos jogos, das festas, mas principalmente das pessoas, não tem como não abrir um sorriso e se pegar rindo alto, relembrando de ter sido roubado no jogo, da música não pegar direito pelo mau contato do cabo de som, do goleiro frangueiro fechar o gol justamente contra o seu time, de quedas em festas com pisos molhados. Não tem como não lembrar, não tem como não sorrir, não tem como não olhar para o calendário.

A Copa se aproxima a passos largos, e a fábrica de memórias já está a todo vapor. Ironicamente, quando você começa a pensar em momentos especiais, fica muito difícil escolher. Em meio a tantos momentos únicos, você percebe que a Copa toda é única. Desde o primeiro post da nova edição ficava clara a ansiedade. Ao subir a pequena rampa do Clube dos Subtenentes, mal imaginava como aquela rampa seria longa. Por sinal, não acabou ainda. Muito pelo contrário.



Este vídeo acima é de 2011, mas diz tudo que a Paulo Francis pode representar na vida dos estudantes de Jornalismo da UFPE. Sem editores chatos (?), com cobrança, com xingamentos, com canelas quebradas, com braços doendo até para dar um tchau. Com calouro se achando a bala que matou Cazuza (sem trocadilho com a própria Copa) e com veterano se portando como calouro. Tem Grinch, tem pelota guardada, tem Devassa. E devassos. Também tem troféu quebrado e juiz ladrão. No final, todo mundo se diverte. E não esquece.

Mateus quando soube que a CPF estava chegando

Ao invés de só dizermos "bem vindos, calouros", teríamos de dizer "welcome back, Paulo Francis, we missed you".

Só na Copa tem gente que vomita rosa.

Maurício Penedo, capitão da merda e vice-presidente da CPF


sexta-feira, 29 de março de 2013

#copapaulofrancis2013

Não é missão no Instagram, nem Concurso Cultural... (bem que podia ser). Mas a CPF 2013 já começou a ser espalhada pelo mundo, o que só antecipa as expectativas gerais.
Começamos pelo clique da atleta-de-festa Ursula Neumann em São Paulo, representando a minoria FDMiana em pleno Lollapalooza.




Quer entrar na onda? Faça seu clique e empurre as hastags para pressionar a presidência a começar logo essa bagaça! #cpf2013 #cpp2013

O PCF vem aí

Qual é a primeira coisa que você associa com a palavra “marrom”? Chocolate? Merda? A música que diz “marrom bombom nossa cor marrom” cantada pelos inesquecíveis Os Morenos? Bem, nós do PCF temos um raciocínio um pouco diferente. Assim que pensamos no marrom, nos vem raça, superação, trote, glória, troféu quebrado por despeita, álcool e gol. Marrom é a cor das nossas vestes, marrom é a cor que queremos abrilhantar o pódio da CPF deste ano *toca música épica*.




“Galera, sei que não deu pra gente desta vez, mas quero falar uma coisa pra vocês: tudo isso aqui foi sensacional e tou com muita vontade que a gente seja campeão da Copa, nem que seja uma única vez”. Foi assim que Maurício, capitão do PCF masculino, reuniu o time no gramado em um dos últimos jogos da Copa Paulo Francis em 2012. Tudo bem, não foi exatamente com essas palavras, mas o que ele tem de idade, a minha memória tem de ruim.




Mandaram-nos falar das meninas também, mas elas massacram tanto que julgamos que nem seria necessário. Só que, justamente por isso, elas merecem demais. Marcela, Carol, Lolla, as Dudas, Tatão, Victória, Bia, Luiza, Mariana e Suenia fizeram um espetáculo digno de aplauso em pé no ano de estreia na Copa Patrícia Poeta, tendo o ataque mais positivo, a defesa menos vazada, uma das artilheiras e a craque do certame. Golaços, dribles desconcertantes, dribles-que-fizeram-duas-jogadoras-do-RYU-se-chocarem-de-cara, um treinador que fica rouco após cada jogo e que se ajoelha vibrando a cada gol, pernocas e shortinhos, cheerleaders animadíssimas e barulhentas e até gol de falta na final. Isso tudo foi uma pequena parte do repertório do PCF, que promete ser um rolo compressor ainda mais compressor em 2013, rumo ao bicampeonato.




A macharada marrom, que ficou comendo poeira do time feminino, promete chegar na 11ª edição do mais aclamado torneio ludopédico do mundo, do planeta e, quiçá, da Terra, com sangue nos olhos e, se preciso for, comer grama até chegar ao tão desejado objetivo: erguer a taça e jogar merda nos outros. Mike “The Wall” Torres, que divide suas expressivas qualidades esportivas entre ser arqueiro do time masculino e treinador do feminino, e que é o primeiro goleiro cego da história da CPF, já está treinando à Rocky Balboa para arrematar pela segunda vez o prêmio Lev Yashin da competição. Felipe Cabral, o motorzinho do time, dono de um fôlego invejável, tentará compensar sua completa falta de altura de habilidade com a pelota com muita vontade dentro de campo. Cássio Oliveira, monstro sagrado da zaga, está em retiro espiritual nas distantes colinas de San Laurent de la Matê junto com os manos monges da cidade daquela outra Copa lá de menor importância, organizada pela FIFA. Mateus Fernandes-ex-movido-a-bacon-e-agora-geração-saúde, que de fofo só tem a cara, corre todos os dias para deixar seu preparo físico em dia e, no gramado, quebrar canelas dos adversários (e, se derem mole, dos próprios companheiros também, por que não?). Caio Wallerstein, também conhecido como Castian Schwaillersteiger, dono de uma raça até então desconhecida, provou que não desiste fácil e chegará na voadora, se preciso for. O sargento Henrique Ferro, a.k.a. Iron Henry, vai botar quente pra cima de calouro que tentar gracinha para cima dele, dando berros iguais àquele figadalmente urrado numa longínqua aula de História das Artes Plásticas no 1º período. Maurício Penedo, que agora se entregou ao poder e virou político corrupto na alta cúpula franciana, foi artilheiro e “pulmão” (ele tem um só, tá, pessoal?) no ano passado, vem com muita gana de vitória, mas pedimos encarecidamente aos adversários para que peguem levem com o representante da 4ª idade do PCF, não queremos pô-lo num asilo (não agora). Danilo Galindo, agora ministro de eventos da CPF, prometeu largar o cigarro e parar de ficar cansado já no aquecimento e, assim, ser peça importante no esquema do time. E, por fim, Jorge Cosme, que chegou metendo bocão e exigindo a camisa 10 do time, encarnará novamente os espíritos dos melhores armadores do esporte bretão (cof cof cof) e construir as jogadas do scratch cocozento.



O cocô estará firme e forte em campo! SE PISAR, escorrega! Estejam avisados.


E que soem os sinos. We're coming on like a hurricane. ;)




Por Felipe Cabral, Jorge Cosme e Mike Torres, atletas cocozentos e discípulos do Mr. Hankey.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Pronunciamento


Queridos calouros deste imenso (no sentido de interminável) e belo (no sentido que você quiser, é relativo) curso de Jornalismo,

É com imenso prazer que cá venho, como Presidenta da Copa Patrícia Poeta, anunciar oficialmente que vai começar o seu, o meu, o nosso mais querido e amado evento esportivo das galáxias em 2013: a Copa Paulo Francis! Ok, isso não é mais novidade. Desde que vocês passaram no vestibular que a gente vem enchendo o saco com um monte de posts e discussões babacas.

Mas o que vocês não sabem ainda é que vocês vão sangrar, suar, chorar, comer, beber, vomitar Copa Paulo Francis. Durante alguns meses, só vai se falar em CPF. Todos os posts novos do blog serão compartilhados dezenas de vezes. O blog vai virar a página incial de vocês, especialmente quando houver uma reputação a zelar. Na verdade, vocês vão descobrir que não vale a pena ter reputação. Vocês vão ficar nervosos toda vez que alguém começar a falar "tem post nov...".

E quando acabar... Ah, chegar lá vocês vão ver. Ano que vem vocês é que vão encher o saco dos calouros.

Mas vamos falar de coisas boas: vai começar mais uma edição da maior Copa de Futebol do Mundo dos estudantes de Jornalismo da UFPE! Vocês são as mais novas cinquenta pessoas corajosas o suficiente para enfrentar os árduos sábados de dores musculares que fazem parte da CPF. Espada, escudo e armadura não foi só brincadeira. Foi recentemente anunciado que vocês escolheram a união das três letras mágicas (será?), MBP, para ostentar o azul-bebê (é possível ostentar com orgulho um ...azul bebê?) e a intenção (negrito, itálico e sublinhado) de vitória dentro do campo. Ehr... Bom.

O que vou dizer vai parecer meloso, mas tenho que repetir. Por enquanto vocês podem achar que a Copa é o grande brinde do vestibular. Na verdade, o brinde é o diploma que vocês vão ganhar depois de quatro anos de CAC. Como já foi dito milhares de vezes nesse blog, é aqui, muito mais do que dentro das salas de aula, que vocês vão aprender a fazer o melhor do jornalismo esportivo irônico e chato, do jornalismo cara-de-pau e das colunas sociais em suas vidas. Digo mais uma vez que é aqui, muito muito muito muito mais do que nas salas de aula, que vocês vão fazer os contatos e amigos para a vida, para os freelas nos tempos difíceis e para quando precisar de um ombro para chorar a derrota. A gente é chato, mas a gente se ajuda, se entende e se ama (fora de campo). Tá ligado aquele brother que você não foi com a cara? Então, esse mesmo. Ele vai te surpreender.

Nós juramos solenemente não censurar as opiniões de vocês e nem podar a criatividade. Nós, veteranos, aguardamos ansiosamente para conhecer os rostinhos de vocês para que possamos reconhecê-los em campo e praticar atos de gentileza infindáveis.

Sejam bem-vindos ao fantástico mundo do futebol-arte, troféus, chiliques e medalhas de ouro da Copa Paulo Francis e ao incrível mundo da beleza, pernas torneadas, salto alto e classe da Copa Patrícia Poeta. Lembrem-se: o importante é competir! competir é a putaquepariu

Façam suas apostas.

No aguardo da cerveja de graça pros veteranos. 

Um beijo!

quarta-feira, 27 de março de 2013

Apresentando a nova equipe CPP/CPF

Novo ano, novo Papa, novas equipes da CPP e da CPF. Apesar de alguns posts já terem sido feitos, só agora a equipe do magnânimo evento foi confirmada. Portanto, seguem abaixo os rostxinhos e perfis dos novos comandantes da Patrícia Poeta e Paulo Francis. Comandantes estes que, claro, farão a Copa junto com todos os participantes. Sem frescura, só com um pouco de cobrança dos dinheiros e das festas e, principalmente, sem se levar a sério demais. A hora da pelota está se aproximando. Mas isso é apenas um detalhe. Depois de vôleis e devassas, a Copa já começou. Eis os eleitos:

CPP

Débora Leão:
Com o pedido de aposentadoria do nosso companheiro André Wally Adeavê, o cargo de editor do nosso querido blog da Copa Paulo Francis ficou vago, mas não foi difícil arrumar quem quisesse contribuir e dar continuidade ao sucesso deste portal maravilhoso. Débora Beeb Paredão comandará a equipe de editoria do blog de maior concentração de ironias, recalques, tesão, mimimis, brodagem e tudo o mais. A goleira dezporcentista já prometeu fechar apenas o gol do DPC, mas ficar sempre aberta a boas sugestões e palpites. A ex-joãoalbertete também já disse que fará questão de firmar parceria com o badaladíssimo lado social da competição, anunciando a volta do - agora triplo - Orismar Alberto Bernardi em suas ácidas e fervorosas colunas semanais.

Thaís Lima:
A capitã do time feminino do FDM deixou claro, ainda na época de caloura, por que muitos especulavam que o real significado da sigla de sua equipe seria "Flores do Mal". No comando de um dos times com mais sede de sangue da CPP - disfarçado de romance cor-de-rosa - Thaís Lima se tornou nossa Vice-Presidenta. Entre suas propostas mais importantes para a sua gestão está o título inédito às Penélopes Charmosas e a influência no bicampeonato da esquete masculina do FDM - com fortes influências sobre o goleiro do time.

Lorena Xavier Aquino:
Foram necessários quatro anos. Quarenta e oito meses. Seis deles foram desviados no exterior para que seu grande sonho nada secreto se realizasse. Há rumores de que até o curso de jornalismo era apenas um pretexto para disputar a Copa Patrícia Poeta pelo time das Laranjas Mecânicas. Lorena Xavier Aquino é jogadora, bicampeã com o RUN e fotógrafa do torneio. Já foi artilheira, zagueira e Nega Véia antes de, enfim, se consolidar a nova Presidenta para levar adiante o legado deixado por Julia e Thaís-Vida-Loka-Vidal. Como se não bastasse, é a única que conseguiu ser também, Vice-Primeira Dama da CPF. Ela garante que a acumulação de cargos não apresenta perigo à atual democracia da competição (cof cof).

Novos alvos de reclamações e xingamentos

CPF

Vinícius Sobreira:
Para começar o time dos meninos, contamos com a presença do não menos ilustre Vinicius Sobreira que, apesar de não ter sido eleito (polemicamenete) nem presidente nem vice presidente um dos mais dedicados depeciano tem também seu cargo de destaque (Mesmo que ficando nos bastidores). Ele será o homem da caixa de som, da festa, e que faz toda a Copa andar. Diríamos que ele é uma das engrenagens principais, como sempre. Com os olhos de Chico Buarque e charme inigalável, nada mais justo do que organizar as festas ele, que é de uma sala que se nem sempre dá show em campo, sabe bem se divertir!

Márlon Diego:
O polivalente atleta dos rosinhas do FDM é o cifrão da Copa. Secretário de finanças, Márlon será o terros dos caloteiros e xexeiros de plantão. Vigilante, vai correr atrás daqueles que querem a glória sem quitar suas obrigações financeiras. Quem não deve dinheiro à organização, não tenha medo: à esses Márlon não fará mal. Aos outros... Chega sorrateiramente.

Danilo Galindo:
O que dizer de um secretário de eventos que tem "Orgia" no sobrenome? Danilo Galindo Orgia, mais conhecido como DGO, teve seu nome ventilado na equipe no distante Carnaval de 2013, onde dormiu nas ladeiras de Olinda, abraçado com a Cana Fuerte. Ali ficou selado seu destino. Com um preparo físico invejável, o fumante que se transfigura em shows regados a Tim Maia é o homem responsável pelas festas e, em especial, pela farra final. É encontrado cheio de cocô nos bolsos. 

Maurício Penedo:
Apenas um ano de curso, mas muitos de vida. As olheiras, a pouca proteção capilar e a gagueira provam que g-g-g-gente de todo tipo tem vez no evento. Influente na CPP, vice-Presidente da Paulo Francis, capitão do PCF e um dos artilheiros do torneio do ano passado. Por pouco seu time não beliscou o bronze em 2012. A proposta de Maurício é conseguir falar duas frases fluentes na coletiva de imprensa da Copa Paulo Francis. Depois disso, qualquer outra medida será alcançada. Olhos abertos e pronto para fazer a pelota rolar, e as cervejas descerem.

André Couto:
Presidente da Copa Paulo Francis e cabeça pensante do DPC, o homem das orelhas furadas, que neste momento está rumando para São Paulo para, no Festival Lollapalooza, aprender a gerenciar grandes eventos e a arbitrar com serenidade. É só orgulho em ter sido escolhido para o cargo mais importante do lado dos rapazolas. “É uma honra e irei trabalhar para fazer uma Copa cada vez melhor para todos os participantes”, disse o honorável momentos antes de embarcar.

Já deu?

terça-feira, 26 de março de 2013

O Grinch está de volta

O Grinch da CPF fazendo biquinho porque a nova edição está chegando

Sim, meus caros. Provavelmente vocês já leram por aí a notícia de que a graciosa criatura de Dr. Seuss vai voltar às telonas (http://rollingstone.com.br/noticia/io-grinchi-ganhara-novo-filme). Mas quem dera que fosse desse rabugento que estivéssemos tratando nesse post.

Existe na Copa Paulo Francis um ser esquisito que odeia o espírito cpfiano. Ele sempre tenta estragar a festa dos veteranos da CPF, roubando dos calouros o senso de humor, a sagacidade, a tolerância ao sarcasmo e a capacidade de revide inteligente.

Quando começou o curso, o Grinch da CPF foi vítima de brincadeiras vindas de todos os seus colegas de Jornalismo, incluindo os da sua turma. Fugiu e refugiou-se em Rádio e TV, pagando por lá todas as disciplinas do ciclo básico.

Mas os alunos faziam vestibulares internos para mudar de outros cursos para Jornalismo e, assim, participar da Copa. O ódio do Grinch da CPF apenas aumentava. A gota d'água foi quando Pedro Quem (quem?), que era de Rádio e TV, não apenas entrou para a CPF como também se tornou uma das grandes estrelas da competição.

A criatura recalcada começou, assim, o seu plano maligno. Desde então, todos os anos, ele vai furtivamente à matrícula dos calouros e os priva do espírito da CPF. Os veteranos tentaram em todas as edições, mas nunca conseguiram descobrir como deter o velho Grinch.

Eis que surgiu o pequeno Wagner Lou Who (who?), observando em silêncio o blog da CPF, os comentários dos veteranos no Facebook, as lendas e histórias que marcaram a Copa. Ele quis saber o significado da Copa Paulo Francis.

"Provocações são sempre comuns. Principalmente, quando essas se referem aos calouros. Podem nos zoar como quiserem, mas dentro das quatro linhas, a história pode mudar", refletia.

Os caminhos de Wagner Lou Who e do Grinch da CPF se cruzarão. Será que, juntos, eles irão descobrir o verdadeiro espírito da CPF? Será que o pequeno Wagner, inspirado em seu antecessor, a Rainha, vai conseguir salvar o futuro da Copa? Dayw Villar vai ganhar o Oscar de Melhor Maquiagem?

Façam suas apostas. A CPF 2013 está apenas começando.

domingo, 24 de março de 2013

Já começou!

Eis que nós já podemos voltar a  respirar os ares cpfianos. O evento futebolístico mais aguardado do ano ainda não tem data definida, mas só se fala nele.  Eu queria falar o que é a CPF pra mim, mas achei que ia deixar tudo muito meloso por aqui e fui olhar posts antigos pra ver se achava alguma coisa que servisse de inspiração para os novos participantes da copa . Achei um texto de Daniel mimimi Longhi (brinks,Daniel, tu é gente fina), onde tinha alguma coisa que Dio havia falado pra ele que sintetiza bem o que a copa tá vivendo agora e como funciona esse evento glorioso:


“(...) a CPF desse ano inaugura um novo ciclo, uma nova história, em que (infelizmente) as equipes fundadoras da Copa não estarão mais presentes. Por isso, temos que fazer deste espetáculo algo como nunca se viu antes, para reafirmar como sempre a grandeza de um jornalista quando entra em campo sem o microfone, gravador, celular ou a câmera.

Pois bem, essa será a minha terceira CPF e o meu conselho pra vocês, calouros, é: Fiquem instigados! Mas muito instigados mesmo. Escolham a sigla (3 letras) e a cor (esperem nossas sugestões) e corram atrás de um lugar massa pra festa. A copa é a melhor oportunidade que vocês vão ter de conhecer essa galera linda que faz jornal e de mostrar os dotes incríveis e toda ginga futebolística que todo jornalista tem só que não.  Sendo que  aquela antiga regrinha continua: Calouro nunca é campeão. 

Por fim, não consegui fugir do meu lado meloso e copiei mais um pedacinho do texto de Longhi:

"Calouros, atenção: não há turma antes da Paulo Francis . Nem tentem. Com o riso amarelo das derrotas mal jogadas, a histeria das meninas (jogando ou torcendo) pelas vitórias (virão um dia, calminha), o álcool que vocês aprenderão a entornar aos litros nas festas e a ressaca do dia seguinte estampada nas fotos que os farão esquecer qualquer significado para autoestima, vão se formando os laços, afetivos e profissionais, que carregarão consigo pelo curso e pela vida. Termino o parágrafo mais meloso da história do blog com um “vocês verão!”.


P.s.: Ronan Tardin, que não é besta e que é desprovido de cobertura capilar na parte superior da cabeça, já tratou de ir se aprochegando:





Última coisa: Minha sugestão para a cor dos calouros é Caqui ou Verde lodo. 

Um beijo,
Thaís Lima
Jogadora do time mais lindo da CPP, o FDM

quinta-feira, 14 de março de 2013

Está só começando...

E você achando que o Conclave seria o evento mais quente dessa temporada. Acreditou mesmo que a escolha do nome do Papa foi mero acaso? O 11º ano do maior evento que se tem notícia começou hoje, com o anúncio do rapazola argentino, e sua consequente benção. O Pope Francis aprovou. Em breve, no Blog, novo banner e mais informações sobre a Copa, bem como a apresentação da equipe. 

AMÉM!

Big Francis. Qual deles?


segunda-feira, 18 de junho de 2012

Além da faixa vermelha


            - Ei, precisamos escolher um nome de três letras para a nossa turma.
            Irremediavelmente, a tradição cpfiana me lembrou os velhos fliperamas onde torrava meus primeiros tostões na infância.Tal como nos saudosos jogos de arcade, os escretes jornalísticos dispunham de somente três letras para eternizar seus recordes na história. Fugindo à tradição das outras turmas que geralmente batizavam seus times a partir de alguma piada interna ou sigla de duplo sentido, sugeri, e confesso que quase jocosamente, por não fazer idéia das dimensões do evento nem do significado que aquele time viria a ter para todos nós; RYU. Os colegas presentes, para minha feliz surpresa, também enxergavam o jovem mestre Hadou como um dos símbolos heróicos supremos da nossa geração e acataram aquela brincadeira que foi crescendo.
            Enquanto criança que locou Street Fighter Victory - o Filme perto de quinze vezes, pré-adolescente com muitas bolhas nos dedos pelas horas diárias de Street Fighter Alpha 2 no Sega Saturno e calouro que abandonou o salão de festas do próprio prédio na abertura da CPF para subir e dar uma lição do mesmo jogo a um veterano abusado (certo, ainda sou refém dos velhos hábitos até hoje), não precisei de muito para me empolgar com o RYU.
Poucas horas antes de sair de casa para pisar pela primeira vez na Arena Paulo Francis, resolvi catar a faixa vermelha de alguma antiga embalagem de presente esquecida no armário para amarrar na cabeça em homenagem à nossa entidade guia. Cheguei à Academia do Gol da Torre ao lado do colega de copo e de cruz Daniel Ferrugem, quando ninguém da nossa classe se encontrava presente ainda e haviam somente uns poucos gatos pingados veteranos aquecendo no gramado.
            Um deles, usando boné – era o lendário arqueiro Nilton AJ –, olhou para o meu adereço com um sorriso de deboche:
            - Cazuza fazendo escola, é?
            Respondi com um sorriso amarelo como a camisa que ele vestia. Ainda não conhecia o craque dos campos, das locuções e dos salões de festa Eduardo Cazuza; acreditei se tratar de uma comparação pouco inspirada ao cantor oitentista para me provocar e ignorei, silenciosamente, como todo bom calouro paulofranciano.
            - Não, é a faixa do Ryu, o Ryu usa uma faixa vermelha na cabeça! – intercedeu Ferrugem, para total indiferença dos veteranos, mas já dando indícios da verve que o faria reconhecido como capitão da equipe tempos depois. “Se impõe, caralho, senão não vão respeitar a gente”, acrescentou para mim em voz baixa. E estava certo. Tínhamos pela frente um batismo de fogo ante os formandos do MAA, time de Macalé e de um Wagner Rainha determinado a consagrar sua majestade cumprindo a meta dos cinqüenta tentos na histórica campanha W50 (que viria a terminar como W64, a Ditadura do Gol, como vocês bem devem ter lido nos livros).
            Mas não foi precisamente para falar da sova de 3x0 que levamos dos movidos a álcool que fiz tamanha viagem no tempo (a quem interessar os detalhes do embate, vale conferir a polêmica resenha do Ferrugem calouro http://copapaulofrancis.blogspot.com.br/2008/04/ryu-0-x-3-maa-digno-tropeo.html). Recordo tais memórias porque neste jogo outra frase, desta vez vinda dos microfones da narração, tornou a me tirar um tanto do sério.
            - Calouro Rambo com a bola!
            Não tinha maturidade suficiente para compreender a honra que era uma alcunha dada pelo muso narrador e botador-de-apelidos pai cpfiano Henrique, nem o quanto Rambo era coerente com a minha postura viril e seria útil na hora de intimidar os adversários, e só conseguia ficar puto com o fato de ninguém parecer captar uma referência tão óbvia ao mais célebre dos street fighters. Primeiro, Cazuza. Depois, Rambo? Embora empregasse todos os meus esforços para não transparecer insegurança naquela árdua iniciação, cheguei a questionar se não parecia um paspalho aos olhos dos demais com aquela fita de presente na cabeça.
            Quando veio o sábado seguinte, por puro orgulho, tesourei uma velha camisa vermelha e tornei a vestir a faixa. Na terceira rodada, todos do RYU resolveram usá-la, gesto que encorajei na esperança de vê-la se tornar uma marca do escrete ou mesmo incorporada no uniforme padrão. O ato, por sua vez, foi ironizado e caçoado pelos veteranos nas resenhas do blog e, aos poucos, meus companheiros se cansaram do adereço, salvo raras exceções aqui e acolá. Resignado, tomei a decisão de seguir como seu solitário portador nas pelejas jornal-futebolísticas por vir e passei a assinar oficialmente como Rambo, como já era referenciado nas coberturas e narrações há algum tempo.
            Solitário fui, pelos cinco anos que se seguiriam, até o sábado da minha última partida pela Copa Paulo Francis. Na comovente homenagem ao escrete cinzento que saía da vida para entrar para a história, vi guerreiros e mitos paulofrancianos dos mais diversos tempos e cores indo à arena com a faixa rubra que, quando calouro hesitante em seu jogo de estreia, temi parecer bobo vestindo.
            Nossos amigos e arquirrivais do RUN; nosso mais pentelho simpatizante e cinzento enrustido Diogo Madruga (tu é grey que eu sei); agregados que nunca vira na vida; os adversários rosados do FDM com os quais disputaríamos o troféu de campeão; o maior craque desses dez anos de CPF, Dudu Maia; toda a turma do RYU, dos fiéis aos mais improváveis que compareceram para testemunhar o confronto final. E eu crendo, na inocência de alguns meses atrás, que emocionante havia sido ver Paul McCartney levantando a bandeira de Pernambuco.
Foi deslumbrado diante desta visão que Rambo teve a epifânica certeza de seu destino cumprido e soube que descansaria em paz ao soar do apito derradeiro. Naquela tarde todos eram Ryu, o Ryu era todos e a faixa vermelha transcendia enfim o calouro mal-interpretado para tornar-se síntese de uma era.
            Feliz é se aposentar percebendo que cada gota de sangue, suor e lágrima foi doada para defender um time que se fez tão querido. Se nos videogames o Ryu cinzento é o sinistro ‘Dark Ryu’, sua versão maligna e secreta habilitada somente através de cheatcodes (na verdade a malícia para ele aparecer no Street Fighter Alpha 2 é bem fácil: na tela de seleção dos personagens segura Start no Ryu, depois frente, cima, baixo, trás, segura o Start  de novo e escolhe o Ryu com qualquer um dos botões), nos gramados paulofrancianos as bad vibes sombrias voaram longe demais. Da paráfrase de Kafka, fez-se o lema do escrete: tudo que não é brodagem me aborrece.  
            Difícil é expressar o sentimento de jogar a última partida na Paulo Francis, mas acredito que deva se assemelhar ao de John Lennon após o fim dos Beatles. “I was the Walrus, but now I’m John”. Eu era Rambo, agora sou Matheus. Ainda em campo, me despedi da faixa vermelha abobalhadamente realizado por ter a confirmação plena de que ela jamais fora feita para ser usada por um homem só. Que seja eterno patrimônio imaterial da Copa Paulo Francis como insígnia de bravura, fraternidade e brodagem; esta acima de tudo, para as gerações futuras.

Abraços por cinco anos agradecidos e desde já saudosos,

Matheus Rambo



domingo, 17 de junho de 2012

Pra quem não achou Wally...

...ainda tem a chance de procurar aqui. Só não procura muito; os cantos das fotos são traiçoeiros. Principalmente quando estamos falando da Paulo Francis. Maria apresenta:


AS FOTOS DA FESTA!

Chegou o fim...

...de mais uma Copa Paulo Francis. Com uma semana de atraso, eis as fotos para vocês matarem a saudade de um tempo bom que não volta mais.


Clique na foto ou aqui para ir para a galeria de fotos da última rodada da Copa Paulo Francis 2012.

PS: Nós é que agradecemos, RYU! :')

Minha primeira vez...



Talvez seja por isso que ainda não esqueci os momentos que tive em meu primeiro Congresso! Além de muita observação, aprendizado e criticidade adquiridos, meus colegas e eu pudemos ver ícones, que fazem parte do Jornalismo Nacional e, além disso, "trocar uma ideia" com eles. Neste papo, demos uma breve explanada sobre a CPF, comentamos, também,sobre sua tradição no esporte (10 anos!) e por último, contamos do bullying que os calouros sofrem. Infelizmente, os meninos não puderam "vencer" esse conceito pré-estabelecido,mas, as  meninas sim, fizeram isso MUITO BEM! Então, colegas, sem procrastinar muito, vejam o que os jornalistas George Guilherme e Afonso Garschagen, editor-chefe do Globo Esporte Rio, disseram sobre essa vitória:








Por: Paula Passos.

sábado, 16 de junho de 2012

Cadê?

Wally foi procurar a câmera para descarregar as fotos da festa final e nunca mais voltou. Tudo o que sabemos é que ela estava no mesmo lugar onde ele guardou sua vesícula. Nos ajude a desvendar esse mistério! Onde está Wally? Compartilhe essa postagem no seu Facebook e colabore para o blog da Copa Paulo Francis ter acesso aos registros fotográficos da festa que comemorou o seu primeiro decênio. Assim que descobrirmos onde está Wally, as fotos serão postadas. Participe dessa corrente! Se fosse uma piada ou uma safadeza você compartilharia. 



"(We) consider it a challenge before the whole human race and (we're not) gonna lose"


Por Mike Torres






Pelé, Garrincha, Puskás, Cruyff, Beckembauer, Matthews, Yashin, Gerd Müller, Platini, Baresi, Francescoli, Di Stéfano... ok, a maioria conhece esses deuses do futebol. Todos fizeram história tanto em seus clubes quanto em suas seleções, marcaram seus nomes e são lembrados pelos amantes do esporte. Em uma cidade distante de onde a maioria desses monstros sagrados consagraram suas habilidades, há um time de futebol feminino. Não, acho que essa expressão é insuficiente para descrever. Diria que há uma constelação. O PCF feminino, que representa a turma de 2012 do curso de Jornalismo da UFPE na aclamada Copa Patrícia Poeta, começou virtualmente considerado uma merda (com o perdão do trocadilho), como podem ver nestes comentários. Era de se esperar, a zoação e o descrédito com calouros são sempre grandes.

"Não contavam com minha astúcia", diria o Polegar Vermelho. Alguns veteranos mal sabiam o que lhes estava guardado. O que estava por vir era algo magnânimo, magnífico, surreal, fora-de-série... certo, eu vou parar de babar e adjetivar esse esquadrão maravilhoso, incomum, acima de todos os padrões. As garotas pe-ce-efianas ignoraram os olhares de soberba e desprezo que lhes eram atravessados, entraram em campo e, mesmo sem nunca sequer terem treinado ou jogado juntas, mostraram seu valor e sua garra.

"Não basta talento. Quando se dedica à arte[...] não pode apenas ter talento. O conhecimento da técnica é indispensável[...]", palavras de Jorge Cortás Filho. Mentiu? O PCF mostrou que não. É certo que algumas delas nunca nem tocaram numa bola, mas incrivelmente demonstraram uma intimidade com a redonda que fez arregalar até os olhos  do mais indiferente. A sorte, é claro, não pode ser deixada de lado, mas quando há competência e determinação ela fica em segundo plano.



The Winners:





Na defesa: A segurança de Duda Ribeiro guardando nossa meta foi imprescindível para o título, o que é confirmado pelo fato de só termos tomado dois gols em toda a Copa. E pensar que no início ela queria jogar na linha, hehehe. Combinando com a  'raça do chutão' da beque-de-fazenda Suenia Azevedo e a leveza e firmeza de Luiza Bessa formou-se um muro sólido e intransponível. O PCF tem uma barreira praticamente indefectível.





No meio-de-campo: A tranquilidade e sobriedade da Beckembauer de saias Marcela Cintra guardando a cabeça-de-área e chegando com qualidade ao ataque foram essenciais. Uma categoria que impressionou a todos. A disposição da Duda Barbosa (ou Barboça, como queiram) na ala-esquerda e a doação e o suor de Bia Pires fazendo as honras pela ala direita deram ao time velocidade e fluidez nas laterais do campo. O invejável preparo físico e a raça de Tati Callado (que quando entrava em campo incorporava o espírito da entidade Tatão, mas isso tá acima de qualquer explicação no plano material) armando jogadas e ajudando na defesa foi de espantar.





No ataque: A habilidade e o faro de artilheiras de Mariana de Macêdo, Victória Junqueira, Carol Brito e Marília Parente, esta eleita a craque do certame, lá na frente, compuseram um rolo compressor impossível de ser parado. Dribles, belos gols, cobranças de falta magistrais, adversárias se chocando e sendo deixadas no chão... um espetáculo lindo de se ver.



Duda Ribeiro, Bia, Vic, Tati, Carol e Mari;
Marcela, Suenia, Luiza, Duda 'Barboça' e Marília; um enxerido qualquer


Na torcida: Ah, eu não poderia nunca esquecer das nossas queridas Cassie Oliver, Rebeca de Arruda, Yasmin Freitas, Penélope Araújo, Sinara Vasconcelos, Paula Passos e Ana Maria Miranda, as melhores cheerleaders deste planeta. Sem seu apoio, seu barulho e sua empolgação ficaria complicado. Lembrando que ano que vem TODAS elas reforçarão o time marrom DENTRO de campo (sim, é uma cobrança).




No comando: Somente um enxerido, porém orgulhoso, treinador.







Ficou aí para todos verem. Espírito de equipe e vontade de vencer  fizeram do PCF o campeão de 2012 da CPP, e o valor foi demonstrado dentro de campo, para orgulho e reconhecimento de uns, desespero e despeito de outros. Valeu e nos esperem ainda mais fortes em 2013. Até o bicampeonato!




terça-feira, 12 de junho de 2012

FDM: WE ARE THE CHAMPIONS!


Por Robson Gomes e Pedro Paulo Catonho


Épico. Colossal. Alma lavada. Essas sensações são poucas para descrever o primeiro título conquistado pelo FDM na final da 10ª edição da Copa Paulo Francis.
Nosso time não tinha a tradição do adversário. Até porque nossa primeira participação no ano passado foi cercada de chiliques, mancadas e desconfianças. E foi com o título de vice-lanterna que iniciamos a temporada 2012. A surra que levamos dos veteranos na primeira rodada foi o elo para o time se unir e buscar se entrosar para vencer. E a sacudida deu resultado.
A partir daí, foram vitórias e mais vitórias. O FDM foi invicto na CPF em 2012. E sob as provocações dos adversários, onde ninguém acreditava que os calouros 2011 iam tão longe (exceto o próprio FDM e sua torcida), fomos humildemente galgando o nosso lugar ao sol.
Não nos vislumbramos com as vitórias, não esnobamos nenhum adversário. Tudo era parte de um trabalho de equipe e que tinha um só objetivo: o título de campeão da CPF.
E para ganhar não medimos esforços, trouxemos até um reforço! O que dizer de PP7, aquele que foi sondado por outros times da copa, mas escolheu o FDM para representar, jogar bonito e, porque não, brigar pelo time?
Aliás, não vamos nos fazer de rogados. Dentro das quatro linhas também nos exaltamos, xingamos, batemos, levamos. Tanto entre adversários como dentro da própria equipe. Afinal, é assim que o futebol funciona né?
O futebol só não funcionava quando nos deparávamos com o grande número de pessoas que ficaram imobilizadas durante este torneio. Nós do FDM estamos felizes de não ter provocado nenhum desses incidentes, mas não fomos isentos dela. Taí a perna do Márlon que não nos deixa mentir. Ao contrário de muitos que queriam partir para a ignorância, saímos por cima e, evitando qualquer grande conflito, pedíamos calma, desculpas e apertávamos as mãos. O nome disso é respeito.
No último sábado, o FDM teve a real dimensão de sua representatividade na Copa Paulo Francis. Ou ninguém percebeu o "Muro de Berlim" entre a torcida (menor, mas apaixonada) do FDM e TODOS OS OUTROS TIMES apoiando o adversário do outro, onde até de "time fraco" fomos intitulados. Mas o placar de 2 a 1, com gols lindos de Houldine e Victor Germano, foi suficiente para calar uma arquibancada inteira enquanto 15 ou 20 pessoas bradavam com alegria o grito de campeão. O nome disso é merecimento!
Pois é! Com alegria e paz, acima de tudo, comemoramos o primeiro título na Copa Paulo Francis. Esperamos que em 2013 mais futebol, mais alegria e menos truculência e ignorância sejam as lembranças que levaremos deste campeonato. Ah, e que o FDM, quem sabe, leve a melhor outra vez, com a humildade e o respeito de sempre. O nome disso é felicidade!

Parabéns, equipe FDM!
WE ARE THE CHAMPIONS!
Até o bi-campeonato em 2013! =)

HERÓIS DO TÍTULO


João Victor - que grata surpresa! O goleiro menos vazado da Copa Paulo Francis (quatro gols sofridos em cinco partidas) deu um verdadeiro show na competição. Foi o maior “achado” do FDM. No amistoso com os veteranos ele jogou na linha, mas depois foi à meta e fechou o gol em todo o torneio. Sem ele como arqueiro, a taça de campeão estaria com outra equipe neste momento.







Márlon - El capitano! Lembra muito o Maldonado do meu Flamengo campeão brasileiro 2009. Pouco apareceu para quem assistia de fora, mas foi uma peça FUNDAMENTAL no esquema tático da equipe. O capitão fez muita falta na grande final. Com ele em campo, não levaríamos aquele gol na decisão. Sem contar que trabalhou bem nos bastidores, com a contratação do “amigo íntimo” PP7.







Wanderley - O melhor zagueiro da Copa. Exceto uma pequena falha na decisão, praticamente não errou no campeonato. Sempre firme e sério lá atrás, segurava a onda (às vezes sozinho) quando Márlon e PP7 subiam ao ataque. Sem contar o espírito de liderança, sempre motivando a equipe nos pré-jogos, colando no vestiário as capas dos jornais com declarações polêmicas dos adversários – vide “FDM é muito fraco, não jogam nada, só tem perna de pau”, do colombiano; e o “semana que vem (na final) vou sorrir mais ainda”, de alguém do RYU no dia 2 de junho.






PP7 - Um pretinho esforçado e dedicado que ajudou na conquista da Copa. Artilheiro (quatro gols), revelação e chiliquenta do certame.









Houldine - Outro lutador. Longe das condições físicas ideias, foi jogar a final após uma semana de repouso com catapora. A presença dele em campo na decisão surpreendeu. Também inesperado foi o chute na gaveta que abriu o placar na final. Marcou três gols na CPF (ele alega ter quatro, mas a súmula do jogo contra o DPC anota um gol contra dos azuis ao invés de um tento a mais para o camisa 9). MVP (mais valioso player) da finalíssima!





Júlio - El matador! Vai ter estrela assim na lá Arena Paulo Franciana! Na penúltima rodada da primeira fase, no primeiro toque na bola: gol nos veteranos! No jogo mais pegado, catimbado, brigado, chorado, quando a partida se encaminhava para o empate: gol da virada contra os laranjas! UH TÁ MANEIRO O JÚLIO É ARTILHEIRO!








Victor Germano - Nem há muito para falar, os fatos dizem por si só. Craque do campeonato, vice-artilheiro e autor do gol do título. Quando a coisa complicava lá na frente, era só tocar para o Victor que ele resolvia. Guerreiro demais. Um exemplo de “guerreiragem” foi no primeiro gol contra os calouros, quando o nosso craque correu atrás de uma bola perdida que resultou no tento de Houldine.








Thiago - O famoso “jogador-operário”, que todo treinador gostaria de ter. “Thiago, marque a saída de bola do adversário”. Ele ia sem reclamar. “Thiago, vem ajudar a marcação”. Voltava sem fazer bico. Quando ficava no banco também não fazia cara feia. Pelo contrário, ajudava o time com gritos de apoio.








Igor - Pouco jogou, mas quando entrou em campo, foi decisivo!!! Passe lindo, de craque, para o gol do Júlio Artilheiro sobre o RUN. Outro que, do banco, apoiava o time da melhor maneira possível. No amistoso com os veteranos, pegou até pênalti.









Torcida - Galerinha, vocês são sinistros! Obrigado pelo apoio lá na quadra, pelo carinho de sempre via internet, por evitar o famoso “salto alto” quando nosso time começou a atropelar os adversários, e por comemorar SEM PROVOCAÇÕES (e até deveríamos dar uma zoada nos adversários que tanto nos provocaram e tanto nos meteram a porrada, mas não é a cara do nosso time).