sexta-feira, 11 de abril de 2008
Informes Urgentes
Outra decisão tomada pela alta cúpula da competição, diz respeito à grande final. Por causa do curto tempo que temos para a sua realização, fica vetada de imediato uma possível disputa de pênaltis. O critério desempate passa a ser então, como sempre foi, a melhor campanha.
E já estão disponíveis no youtube os vídeos do jogo entre ETC X BAU na primeira rodada. As imagens são da cinegrafista/ fotógrafa oficial da Copa Paulo Francis, Milena Times:
http://www.youtube.com/user/milenatimes
Grato pela compreensão de todos.
Rafael Montenegro
Presidente da Copa Paulo Francis
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Enfim: BAU 2x3 ETC
Se da união de vermelho e branco nasceu a força e a raça, o amarelo-rubro faz o fogo. E é assim que é toda partida entre ETC e BAU: no mínimo, quente. Mal sabiam os calouros do RYU e os recém-formados do MAA que seu jogo, tão aclamado, pareceria tão distante no tempo ao final da rodada. Mal sabia a revelação 2007, PDF, e os sempre "quase-lá" (estão até quase lá pra se formar) do VTU que seu épico passaria rápido como um curta-metragem diante da guerra que estaria por vir. E foi assim: guerra.Entraram em campo os amarelos e os vermelhos. E as diferenças pareciam gritantes. O BAU, pior time das últimas duas edições da copa; caracterizado por conseguir sempre quase perder por W.O. (às vezes até consegue), e por sempre perder; uma sigla sem significado; um jogador Sem Nome. O ETC, campeão da edição de 2007, nos 5 anos da Copa; o maior contigente de "guerreiros" juntos com um único objetivo desde os 300 de Esparta; um time que nasceu para o sucesso; jogadores que exalam futebol de seus poros. Não dava. Antes do jogo, os atletas do BAU pensavam: "Vamos lá para conseguir pelo menos não passar vexame". Do lado do ETC, a idéia era "fazer saldo". Todos enganados.
Vexame
Nem tudo são flores nessa partida (aliás, muito pouco foi). Apesar de toda a magia futebolística que parece ter sido demonstrada pelos times, na verdade, tudo não passou de uma ilusão, se considerado o vexame que os jogadores (e não só eles) deram. Não sei se por desatenção, frustração pela derrota ainda recente ou pura "malandragi", mas o juiz da partida parecia estar de brincadeira. Era falta não marcada de um lado, lateral errado de outro, jogador entrando antes do tempo; uma verdadeira zona, é como se pode caracterizar a arbitragem do jogo. Indiscutivelmente atrapalhada. Nos outros dois jogos também houve isso, porém, o clima desse jogo necessitava ainda mais de uma boa arbitragem. Ao meu ver, Bola Murcha da rodada. Mas não é só de mals apitos que se vive a vida. Três figuras também se destacaram como "bola murcha" entre os """"atletas"""". Do lado vermelho, Rôssef Luís, el loco. Ao amarelo, Breno, ou Tony Garrido Chiliquenta, e Múmia, o impenetrável. Discutir quem começou é mais difícil do que a dúvida sobre o ovo e a galinha, mas uma coisa é certa: terminou mal para ambos os lados. O tão almejado fairplay da CPF parece se juntar às diferenças no banco de reserva durante esses embates entre ETC e BAU, posto que no ano passado, vimos os mesmos atos vexaminosos acontecerem entre os saudosos Lucas (com o futebol morto) e Davi (atacado por uma cirrose e em tratamento na Espanha). Eu, como amante do futebol, peço desculpas não só pelos meus dois colegas, mas também pelo adversário, pois somos mutuamente responsáveis ao entrarmos em campo. À torcida, aos espectadores não-torcedores (isso é possível?), até ao próprio Deus: perdoe-nos, somos humanos, antes de atletas. Erramos, mas, principalmente, nos arrependemos, e acredito que esse é o sentimento que habita os nossos pensamentos agora. Que o campeonato seja como a primeira parte deste texto. Que façamos da Copa Paulo Francis o que ela é, o que ela merece. Mais desculpas, e obrigado.
Diogo.
Que a Paz Reine Entre Nós
Que os peladeiros transformem-se em verdadeiros vetores da Paz!
O futebol é uma festa e é da paz! Vamos lá, união!
É pra ver e cantar!
Nando Cordel - A Paz
Futebol da Paz - Campanha da Rede Globo NE
Gilberto Gil - A Paz
Nova Enquete
quarta-feira, 9 de abril de 2008
Primeira Rodada
A bola demorou a rolar na primeira rodada da Paulo Francis. Mas quando a danada começou...

MAA e o time dos calouros fizeram o jogo de abertura. Os vovôs contra os nenês. No primeiro tempo as equipes pouco puderam demonstrar. De um lado, os calouros – assustados com a grandeza da competição – se escondiam; do outro os veteranos do MAA fora de forma – Wagner que o diga – pareciam absortos na sonolência. Mas eis que, quando ninguém dava mais nada pela partida, surgiu o homem gol da CPF: Wagner 3 X 0 Calouros. Agora só faltam 2 gols para o momento de glória da nossa Rainha.
O PDF, que estreou o novo uniforme, pensava que ia passar fácil pelo VTU. Fizeram 2 tentos contra 1. Mas eis que Farofa comandou a reação do escrete etílico. VTU vira o jogo, 3X2. Faltava pouco para o fim da partida. A torcida gritava: “o tempo não pára”. E o louco do gramado – Cazuza – acordou, incendiou a partida, liderou a reação e fez o gol da vitória do PDF. VTU 3 X 4 PDF.
O último jogo foi também o mais tenso e conturbado. Fora de campo o ETC jurava que iria fazer
saldo. Dentro dele a coisa foi um pouco diferente. Perdidos dentro de campo, os vermelhos viram Diogo “boneco de Olinda” – o Peter Crouch amarelo – cabecear a bola para dentro do gol. Atônitos e desesperados ainda viram Dio ampliar e um de seus principais jogadores – Rôssef – ser expulso em uma jogada infantil. Mas o mundo dá voltas e o rubor na cara dos jogadores do ETC, transformou-se em reação e esta se converteu em gols. E o que parecia impossível, fez-se verdade: ETC 3 X 2 BAU. Fora de campo muita briga e bate-boca.
Bola Murcha: Breno – mais novo candidato ao Troféu Guilherme Gatis. Teve um ataque histérico, ficou nervosinho e resolveu brigar com todos e Rôssef Luís; foi expulso em uma atitude infantil e ainda se negou a sair de campo.
Bola Cheia: Calouros que organizaram a melhor festa de Abertura de todos os tempos e os narradores que animaram ainda mais as partidas.
Frase da Rodada: “A campanha devia se chamar W+50 Kg”.
Momento da Rodada: Festa Sensacional organizada pelos calouros.
Melhor Torcida: PDF - histeria e bom humor.
Obs.: Já já informações sobre a festa do próximo Sábado.
terça-feira, 8 de abril de 2008
Tabela da VI CPF

Artilheiros:
3 gols: Wagner (MAA)
2 gols: Luís Henrique (ETC); Cazuza (PDF)
1 gol: Farofa (VTU); João Lucas (VTU); Karlos (VTU); Rafael Perón (ETC); "Diogo Boneco de Olinda" (BAU); Diogo "Sem Nome" (BAU); Luiz (PDF); Princesa Sarah (PDF)
Sábado, a partir das 14h daremos seqüência aos jogos. É imperdível. E depois teremos uma nova festa. A qualquer momento novas informações.
Paulo Francis pelo mundo
Publicado no site do Globo Esporte
http://globoesporte.globo.com/ESP/Noticia/Futebol/Campeonatos/0,,MUL393196-4840,00-BOLIVIANO+E+BALEADO+POR+SER+BOM+DE+BOLA.html
Boliviano é baleado por ser bom de bola
Richard Castro irritou adversários com sua habilidade e acabou levando dois tiros
O boliviano Richard Castro, de 22 anos, levou dois tiros na perna após uma partida de futebol amador na cidade de El Alto, no último sábado, porque um dos adversários teria se incomodado com o seu talento.
- Castro se comportou como um 'craque', controlou bem a bola e marcou muitos gols após fazer muitas várias de efeito - disse nesta terça-feira o coronel Fausto Téllez, chefe de homicídios da Força Especial de Luta Contra o Crime (FELCC) da cidade boliviana de El Alto, ao comentar o incidente ocorrido o fim de semana passado.
Segundo Téllez, houve uma briga após a partida e até o árbitro foi agredido. uando os ânimos se acalmaram, os jogadores foram a um bar, onde Richard Silvestre, de 23 anos, teria atirado contra as pernas de Castro e fugido em seu veículo, segundo as autoridades. Polícia encontrou o veículo abandonado, mas o suspeito permanece foragido.
Personagem
segunda-feira, 7 de abril de 2008
RYU 0 x 3 MAA - digno tropeço.
Aguardado por meses, veio a nós o momento de pisar o gramado e abrir a CPF – 2008. O suor corria o rosto, o sapato apertava, o sol queimava, a cerveja já ia quente... mas nada. Onde estaria Wagner? Será que o fato de, pela sua conta pessoal, estar perto de marcar os 50 gols na competição, achava ele que poderia atrasá-la? Foi provado que sim; pelas questionáveis vias burocráticas, a Paulo Francis fez-se menor do que seu jogador, e esperou.
Minutos passados a gosto, e temos sua presença
Par-ou-ímpar ganho, começaríamos com a posse de bola. Restava um porém: Davi, a presença agregadora da equipe, aquele que providenciou transporte e empolgação para o treino secreto
Tocou a bola meus pés, os de Aaron, e chegou, com esmero, aos de Matheus, jogador-símbolo de nosso time, portador da faixa vermelha de Ryu. Poderia esperar qualquer coisa que não fosse o que veio a acontecer: negando, com bravura, o medo comum, Matheus fez a única coisa que poderia desfazer o sentimento de impotência do time. Uma, duas, três, quatro pedaladas, que, apesar de não terem durado mais do que poucos segundos ao relógio, me foram suficientes pra pensar: “O que é que Matheus está fazendo, pelo amor de...” e recebi a bola. Era isso. Estava iniciada a partida, e a jogaríamos da melhor forma que pudéssemos.
Contrariando as probabilidades, o primeiro tempo foi de uma disputa feroz, no qual mostramos a que viemos. Aaron por pouco não marca, Rafael fechava o gol, e, quando não, contou comigo para, em um carrinho de precisão cirúrgica, interceptar a bola que abriria o placar. Peterson mostrou-se valoroso zagueiro. Matheus arquejava pelos cantos, em solidariedade com o jogador que marcava, e por ele era marcado. Cansamos, suamos, seguramos o placar. Fim de tempo, trabalho bem feito. Wagner, a lenda, o mito, anulado. Em um ato de nervosismo explícito, tropeçou atabalhoadamente na rede, indo ao chão. Em solidariedade e respeito, dei-lhe a mão, o ergui.
Devido ao atraso já citado, não houve o necessário intervalo, e nosso corpo, vindo de um ano de maratona sedentária vestibulânea, pouco agüentava. Mas resistimos. Tínhamos de resistir.
Davi deu o ar de sua graça, assumiu o gol, liberando o leve Rafael para o ataque. Estávamos seguros, estávamos empolgados. Focado, chamei a mim a responsabilidade de liderar o ataque que nos levaria à vantagem no placar. Recebi a bola em nosso campo, avancei, e os espectadores, por alguns segundos, viram em mim a figura de um Kaká turbinado. Não tomei conhecimento do primeiro, por quem passei com zombaria. Passaria também pelo segundo, no quê tive a perna levantada do chão pelo pé mal intencionado do jogador rival. A bola continuou seu percurso, intocada; fui ao chão com uma pirueta que desafiou a física. Conformado, sentei, esperando a marcação da falta. Mas não. Ah, não. Vendo seus companheiros desesperados por nada conseguirem fazer em campo, o juiz decidiu chamar a si a responsabilidade de lhes garantir a vitória, e omitiu-se do lance. Com nosso time estático, a bola foi aos pés adversários, que não tiveram trabalho algum que não empurrá-la ao gol. O resto é História.
Nossas cabeças, que sustentavam bravamente o cansaço do corpo, viram-se, subitamente, devastadas pela injustiça, pelo mau-caratismo do feito. Acaba ali o jogo para nós. Não mais conseguíamos correr, as posições se confundiam. Não fosse toda a água (ou cevada) esvaída pelos poros, certamente estaríamos
Uma derrota, sim, porém digna, e dedicada, com todo carinho, para o juiz, esse ente ingrato indispensável aos gramados.
Personagem

Nome: Rafael Perón
Time: ETC
Posição: no ETC todo mundo joga em qualquer posição
Tipo de jogo: jogada invisível, ninguém espera e sai o gol
História: Estreou na CPF em 2005, discreta participação com apenas 1 gol, ainda era banco. Em 2006, continuava como atuações discretas, jogou mais partidas, fez três gols na Copa, começava a tender para posição de ataque. Ano passado, como toda a equipe do ETC, fez o seu melhor campeonato, brigou pela artilharia, terminando com 6 gols. Calmo e equilibrado, é como o psicólogo e consultor espiritual do time.
Jogada principal: Acalmar o time, principalmente Luis, “el loco”
Expectativas: Ser bi-campeão

Frase marcante: “Calma Luis, dá pra virar o jogo”
Foto ao lado de Juan Domingo Perón, inspirador, pelo menos do nome, de Rafael Perón
Mais sobre o jogo da rodada, PDF X VTU
Sobre Anderson "Princesa Sarah"

"E as palavras, eu que vivo delas, onde estão? Onde estão as palavras para contar a vocês e a mim mesmo que Anderson está morrendo asfixiado nos braços da multidão em transe? Parece um linchamento: Anderson deitado na grama, cem mãos a saqueá-lo. Levam-lhe a camisa levam-lhe os calções. Sei que é total a alucinação nos quatro cantos do estádio, mas só tenho olhos para a cena insólita: há muito que arrancaram as chuteiras do craque. Só falta, agora, alguém tomar-lhe a sunga verde, derradeira peça sobre o corpo de um semi-deus."
Sobre Eduardo "Cazuza"

''Cazuza, craque extraordinário que encarnou a prefiguração de toda a evolução tática do futebol moderno. Craque que viveu no campo duas faces de uma equipe, porque sendo zagueiro sempre teve alma e audácia de atacante. Nasceu com o talento de fazer gols e acabou glorificado pela arte de evitá-los."
ETC vira e mantem-se invicto
Se os fatalities do MAA titubearam em sair e se o embate entre VTU e PDF “foi foda” ninguém previu a calorosa - quase sangrenta - batalha entre ETC e BAU. A priori, teríamos o jogo mais simples, nas vestiárias dizia-se: “vamô fazer saldo”.
Como diz minha vó – Apressado come cru e faminto come o dedo. Entramos em campo com uma formação nova. Perón assumiu a baliza. Eu e Cientista na armação. No ataque – Wallace e Cardim. Levamos logo um gol de Diogo Boneco d Olinda durante uma substituiç
ão que o jogo deveria está parado. Minutos depois, sua dupla personalidade (Dio) mandou outro pra dentro.
2 x 0 BAU. O vermelho da camisa chegou no sangue. O atual campeão perdia para o lanterna das duas ultimas edições. Os adversários já regozijavam embalados por copos e mais copos de cerveja. Para Piorar Rôssef Acosta, craque 2007, foi expulso após dois lances bobos.
Mas sabe como é. A revolução tarda mas chega. E ela exige sacrifícios.
Os ânimos se acirram de ambos os lados. Carrinhos e agarrões eram distribuídos feito panfleto no sinal. Mães e irmãs foram mandadas pra Costa do Sauípe. Porém, como as nuvens ficam no céu a bola iria a rede.
Nosso capitão tomou seu suco de rum cubano e voltou a campo com os molotovs para incediar as faixas de Múmia. Mandou dois pra dentro e ainda sofreu um penâlti não assinalado. Nesse mesmo tempo Breno se descontrolou- sendo também obrigado a passar seis minutos fora. O BAU tentou "se fechar" porém a derrota foi fatídica. Isso mesmo, alegria de amarelo é comer mingau.
Continuamos invictos,vermelhos e belos.
Agora é pegar a faixa do RYU.
domingo, 6 de abril de 2008
PDF X VTU

Escrevo este texto com a certeza de que palavras não são suficientes para transmitir a extraordinária emoção do embate entre PDF e VTU, times do 3º e 9º períodos de Jornalismo da UFPE, respectivamente. Garanto, entretanto, me empenhar tanto quanto no jogo (já histórico) que aconteceu ontem, pela primeira rodada da Copa Paulo Francis 2008.
Uma final de Libertadores entre Boca Juniors e River Plate numa disputa de penalidades máximas provavelmente não causaria tamanha histeria nos torcedores quanto a batalha travada entre as escretes verde e branca. Se o jogo do ano passado já foi emocionante , com um gol anulado de forma polêmica e outros oito marcados legalmente, esse foi além. Só o primeiro tempo já serviria para a descrição acima, mas foi no segundo que as frases "haja coração, amigo" e "puta que pariu" puderam ser ouvidas com mais veemência. A seguir elencarei a ordem dos momentos mais importantes da partida:
1º tempo
- O jogo está muito marcado e numa saída de bola errada, Eduardo "Cazuza" se aproveita e manda a bola para o fundo da rede adversária. 1 a 0.
- Num persistente ataque do VTU, João Lucas chuta fraco e numa falha terrível do goleiro do PDF a bola entra.
- Cazuza usa sua perna de 2,33m para alcançar uma bola e toca para Anderson "Princesa Sarah".
- Numa jogada trabalhada dos ex-calouros a bola sobra para Luiz, que solta uma bomba e deixa seu time na frente. 2 a 1.
- Num chute forte de Karlos a bola vai ao canto esquerdo do goleiro que ainda consegue defendê-la, mas, traiçoeira, volta para o meio do gol. 2 a 2.
2º tempo
- Rafael, que entrou no lugar de Chico, perde um gol incrível, na cara do gol. Gritos de "vá tomar no cu, porra" são ouvidos na Academia do Gol Soccer Arena.
- Num contra-ataque avassalador, a equipe branca surpreende o PDF e Farofa consegue virar o jogo. Esse gol tinha tudo para abalar a aguerrida equipe verde. Não foi assim.
- Faltavam poucos minutos para o fim da partida. A velocidade do jogo era intensa, os jogadores estavam muito cansados.
- Princesa Sarah chuta. A trave impede o gol do mito da CPF.
- Cazuza troca de lugar com o goleiro, que foi para a linha pela primeira vez em sua carreira pelo PDF, e não decepciona. Faz uma grande defesa de barriga, evitando a consolidação da derrota da sua equipe. Logo após o lance o garoto "100% você" peida.
- Farofa (que após o jogo me confesou que achava que deveria levar um cartão vermelho por essa jogada) dá um carrinho criminoso em Gustavo e nem cartão amarelo leva. Se levou, eu não vi. Estava no chão me contorcendo de dor.
- Na cobrança da falta o craque da competição finge que vai cruzar para área e, com a sua já famosa genial habilidade futebolística, deposita a pelota lá onde a coruja dorme. Golaço! 3 a 3.
- Faltavam 2 minutos para o fim do jogo. Eu já não conseguia mais andar direito. Cazuza, que há poucos minutos havia gritado para o vizinho que a sua piscina estava cheia de ratos, numa decisão de extrema sabedoria trocou de lugar comigo. O meio de campo é cobrado. Ele não estava satisfeito com o empate e com a raça tão característica do PDF roubou a bola, adentrou o campo adversário e chutou, pro dia nascer feliz.
Um poeta certa vez disse que o tempo não pára. Grande mentira. Prova disso foi o momento que se seguiu ao encontro da epiderme do pé direito do inivíduo Eduardo Rios e o couro da bola de futebol. O tempo parou.
Assim começou a jornada do PDF em na sexta edição da Copa Paulo Francis. Um jogo em que qualquer resultado seria justo e injusto. Um jogo que levou os milhares de torcedores presentes à rouquidão eterna. Um jogo que ficará na memória de milhões como o jogo do ano. Um jogo que com certeza orgulharia o jornalista Paulo Francis. Um jogo que terminou com o seguinte placar:
PDF 4 x 3 VTU
Parabéns aos jogadores que participaram desta experiência inenarrável. As duas equipes mostraram que merecem respeito e que jogam para brigar pelo título inédito. Que venha o MAA e sua "rainha". Tentaremos não só evitar o "quinquagésimo" gol de WS mas principalmente alcançar o primeiro lugar que por natureza nos pertence.
RAÇA PDF!
ACHADOS E PERDIDOS

A imagem acima é meramente ilustrativa
O goleiro do PDF, eu, informa que esqueceu (perdeu) as suas luvas na lateral do campo da Copa Paulo Francis. Quem tiver achado ou souber quem guardou, favor ligar para 8713-5075. Faça um futuro jornalista que não tem dinheiro pra comprar outras luvas mais feliz.
Desde já, muito obrigado.MAA aplica três fatalities em RYU e goleia na estréia

