terça-feira, 8 de maio de 2018

Sacudindo os defuntos, IML retorna a campo | Expectativa CPF/CPP 2018 | IML


A batida dos funks conduzirão a raba técnica amarela na temporada

O time legista sempre aparenta ser frio, dado como morto por muitos, mas a cada período de Copa (com C maiúsculo mesmo, porque não estamos falando de qualquer copa que rola a cada 4 anos), o sangue volta a ebulir nas veias e artérias, fazendo com que a disposição em campo, esporros em juiz e as rabas reboladas na festa, cresçam exponencialmente. Ao som de "Um Morto Muito Louco", do Bonde do Tigrão, você pode ir imaginando a chegada do IML a mais uma edição de CPP e CPF.

AMARELINHAS

A final está à espera das nossas meninas e 2018 promete demaaaais

Depois de dois aninhos de muitos gols e brilho garantido pelas coverinhas mais malandras da RMR,  a resposta para as expectativas vem ao som de MC Kitinho, Como que eu tô?? Como que eu tô??Como que eu tô?? Tô tranquilão. Se as apostas no campo tão lá embaixo, as da passação... tão no alto. Esse ano o time amarelinho estreia já com AQUELE clássico gostoso, serasse dessa vez rola finalmente o desempate com as verdinhas (mas maduras) do RBD?

O IML vem reforçado, o que não vai faltar é mina querendo meter uns gols cá e lá, uns chutes na canela também porque né rsrs. A escalação, entretanto, ainda é incerta, mas fiquem esperts que nomes novos vão surgir e os já conhecidos tão no pique. E com o tamanho do campo dobrado vocês podem ter certeza que a morte será certa, mas vem o mistério: quem será que as coverinhas vão ter o prazer de enterrar este ano? Façam suas apostas e no mais fica o recado:

Essas malandra, as coveirinhas 
Que só quer vrau, só quer vrau
Só quer vrau, vrau, vrau
Vem para a copa, ficar doidinha
Então, vem jogando aqui
(chuta ai, chuta ai, vai)

E se as coisas derem certo ou não, tá tudo lindo também, afinal, a esta altura do campeonato

Jogar, joguei
Golear, golei
Mas agora nós queremos só cachaça

DANONEIROS


Desde 2016 usando a mesma foto. Tá cansada.


Respeitando a Lei de Gabiru, os representantes da Maizena Atômica vêm, coreografados por Dudu Pharrell Nobre a.k.a. Gabriel Jesus, para jogar só no sapatinho. Durante o ano, os coveiros se preparam com uma rotina árdua de treinos, envolvendo rolês do Bike PE, milhares de horas de edição de podcasts e uma intensa formação para Sommelier de isotônicos de composição duvidosa.

A expectativa dos amarelinhos é de ir progredindo tijolo por tijolo, sem pressa e na maciota. O Capitão Jürgen Klisman vai usar sua experiência de campeão de um torneio menos importante na década de 90 para implementar uma tática adaptada ao condicionamento de seus comandados, para que eles consigam jogar os dois tempos de pelo menos uma partida.

O escrete dourado promete manter a postura e buscar o bicampeonato do prêmio “Meu Deus que galera chata do caralho”. Sabemos que a concorrência será duríssima, já que há muitas turmas com enorme potencial nesta disputa, mas com trunfos como o ancião Diego Borges e o goleiro César Menotti, estamos entre os favoritos da competição, com certeza.

Neste 2018, os zumbis do IML pretendem continuar dando trabalho e fazendo a camisa de 50 reais ser cada vez mais respeitada. Nomes como Vítor 'Slender man’ Aguiar, Maik ‘pisa menos Maikão’ Santos e Rostand 'Red Bull te dá asas’ Tiago estão de volta para desfilar o seu futebol maravilhoso pela Internacional Superstar Soccer Deluxe Arena a partir do próximo sábado.

O time está cada vez mais entrosado e encontra-se pronto para alcançar voos maiores, além de aproveitar o descubra pós-jogo, mas tudo isso com muita responsabilidade, ousadia e alegria nas pernas.


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Entre atendados e PTs, talvez futebol | Expectativa CPF/CPP 2018 | PCC


Experientes. Cansados. Cada vez mais resistentes ao álcool. A facção criminosa se apresenta para a temporada 2018 das Copas Paulo Francis e Patrícia Poeta cada vez menos consistente em campo e mais bêbada fora dele. A primeira expectativa para o ano, é ter jogadores o suficiente para armar a quadrilha em campo. A segunda... É observar os adversários numa tentativa falha de igualar o inédito tricampeonato terrorista na Esponja Etílica.

Desde a estreia catastrófica diante de um DPC desprezado há três anos, os verdinhos entraram em campo para vencer somente duas vezes. E sempre sobre os calouros. O IML caiu morto em 2016, o THC travou em 2017. Seria a vez do MCB? O time dos terroristas parece gostar de tabus. Com a marca inalcançável de 145 gols sofridos em 15 jogos, o objetivo, antes mesmo da vitória, é aumentar o saldo negativo a cada temporada.

 Goleiro Bruno driblará plantões para demonstrar looks e desenvoltura em campo

O plantel, a cada ano que passa mais reduzido, tem um desfalque sem tamanho para esta season: o goleiro, zagueiro, ala, pivô e atirador de elite Marcelinho não resistiu a uma proposta tentadora de um time do litoral da Itália, e transferiu-se sem muito alarde. O dinheiro da transferência, realizada de forma amistosa com o presidente Don Corleone, já foi devidamente revertido em cerveja e psicotrópicos. 

Já a facção feminina, conheceu um quatro lugar na CPP pela primeira vez no ano passado. E não gostaram. Aos trancos e barrancos, questionadas em campo e contra todo e qualquer erro de arbitragem, as verdinhas querem deixar para trás o gosto do bronze para ir em busca de uma final inédita na competição.

Mas a única certeza das verdinhas, é de que o centro de hidratação estará regado de cerveja. Fica a dúvida de quantas estarão de pé para completar o time em campo.

 Bibia coroou a última temporada com um grito de tricampeão inédito

Artilheira, goleira e dona da braçadeira terrorista, Luane, A Verdadeira, desembarca na Arena Internacional com um novo acessório (anti)doping: cola superbonder nos óculos. E espera não perder mais nenhum dentro de campo. "Aqui a gente dá o sangue, o suor e  pelo time, mas esse óculos é novinho e queria muito que ele não quebrasse".

Por fim, acho que todos já sabem: PCC veio pra beber. E espera repetir esse pequeno verso muitas e muitas vezes durante todos os seis sábados da CPF/CPP. Afinal, é o que sabemos fazer de melhor. (Além de queimar ônibus e declarar toques de recolher).

#JoguemComoBebemos

domingo, 6 de maio de 2018

Lá vem copa. Vocês sabem qual! | Expectativa CPF/CPP 2018 | BJU





A lapa de time




Os anos passam e a CPF e CPP vão se tornando distantes de todos nós. Gostamos de jogar, participar das festas (isso é delicioso), mas nesses quatro anos de curso surgem inúmeras obrigações profissionais, pessoais e o maldito estágio-escravo para pontuar o fim da frase(isso é triste). Entretanto, nem por isso o BJU vai se ausentar de uma edição das Copas Paulo Francis e Patrícia Poeta. Talvez seja essa a hora de relaxar, encontrar amigos e competir com a cabeça um pouco mais leve (isso é improvável).


Todo ano nós dizemos que vamos jogar sem aquela gana de vencer, mas é quase impossível. A cada partida com vitória, cresce a vontade de levar o caneco mais gosto de todas as competições futebolísticas do mundo. Ainda mais agora, com esse ano nos parecendo um Déjà vu do fatídico 2014 — nosso primeiro ano e primeira estrela no masculino. Ziani voltou a fumar, GG ganhou massa muscular e se entregou aos entorpecentes, Thiago criou conta no instagram, Guilherme vem fazendo exercícios, Douglas agora faz plantão de política aos sábados (isso é crítico), Marlon agora toma remédios para hipertensão (isso é sério), Mário Jr. agora é músico de barzinho e setorista de esportes num jornal local e o melhor de tudo, é ano de copa. Será que conseguiremos repetir o feito de 2014 este ano? Ah, claro, e derrotar o MBP para que ele não acabe sua jornada sem perder desde 2015 (isso é chato)? Esperamos que sim. Sem bater uma pelada há 32 anos e sem correr por mais de duas décadas, o time masculino do BJU está decadente, mas sorri para o futuro. Estamos quase todos formados e estamos mais preocupados com a falta de empregos e a volta da Christina Aguilera (isso é bom).



                             
Única foto que encontramos por isso tá aqui


As Ovelhas negras 

No feminino encontramos uma equipe centrada como sempre. Em todos esses anos, perdendo ou não, a equipe compareceu, fez os jogos e se divertiu apesar de tudo (isso é fato). Escaladas de última hora, teremos surpresas no elenco, mas também teremos nomes já conhecidos como a determinada Denise, a goleira paredão Arlene, a multiartista Emilayne e talvez a volta de Rayanne, a premiada jornalista (isso é maravilhoso). A gente segue rumo à mais uma edição dessas duas copas lindas que nos fazem bem, nos tiram do sério e nos enrolam com atrasos ridículos no ínicio dos jogos. Mas tudo bem, faz parte (isso é foda).  

                                     
Minuto de dança no jogo


Se olharmos para trás agora, há quatro anos atrás tínhamos rostinhos diferentes, ideias revolucionárias e um futebol despreocupado, o que não difere muito da atual realidade. A gente só quer que essa copa dê certo e que as festas sejam nosso escape desse mundo desigual e cheio de contas para pagar (isso é poético).

Que venha a penúltima copa das Ovelhas negras + Morsas Dentuças, e que seja uma copa daquelas (isso é BJU)!


 

sábado, 5 de maio de 2018

Aquele último gás | Expectativa CPF/CPP 2018 | MBP


A gente relutou pra começar a escrever esse texto. Se desse, a gente nem escrevia. Tocava o foda-se pra esse blog e as tradições (a gente nunca ligou pra isso mesmo né, quem lembra do vôlei?) e começava nossa própria copa de futebol, só permitindo gente mimimi de bar.
Que turma linda do carai.
O MBP chegou ao seu último ano nas copas Paulo Francis e Patrícia Poeta e não tem mais pra onde correr. Fica até difícil fazer um textinho de expectativas sem levar pro lado emocional (falhamos miseravelmente até agora), mas vamos lá: a expectativa é ganhar, ora bolas. Temos a chance de conquistar o tricampeonato, marca nunca antes atingida por nenhuma turma nessa competição ("muito menos seguido", segundo Rafael Mello Enciclopédias), e olha, não é por nada não mas nossas chances são realmente boas.

CPF também é lugar de performance.

No campo a gente começou como quem não quer nada. Se hoje somos uma das cinco salas que mais ganharam o caneco mais gostoso do curso de Jornalismo da UFPE, poucos sabem que fomos penúltimos no primeiro ano e só fomos ganhar nossa primeira medalha em 2015. Inclusive foi em 2015 a última vez que a gente perdeu, olha que doidera! Já são 15 jogos incluindo um bicampeonato invicto, que delícia! Mas esse ano a gente tá de boa. Vai ser só tranquilidade e curtir nossos últimos dias antes da nossa aposentadoria de boa e sem competitividade (kkk). 



Fazer esse post sem uma foto de festa não dá

Na CPP nem tem muito o que falar, visto que se rolar um sábado sem W.O. já vai ser uma espécie de vitória. Nossas moças estão mais velhas, mais vividas e igualmente ruins no futebol. Elas só querem aproveitar as últimas oportunidades em campo pra chutar umas canelas aí e ser feliz fazendo gol contra e jogando sob efeitos diversos. Consultada, a goleira Marina, conhecida como uma das poucas que sabem jogar nesse time lindo demais da conta, declarou: "a gente só vai se abraçar e chorar em campo".


Uma das últimas turmas remanescente da “CPF de antigamente”, com festa de prédio toda semana (meu deus como  gente era jovem), o MBP arrasou na festa e no futebol. Quem viveu as festas do MBP, viveu. Quem não viveu, paciência. Não que o álcool tenha deixado memórias muito claras sobre esses rolês, mas enfim.

A vida adulta chegou muito mais rápido do que gostaríamos. Muita coisa mudou, e ao mesmo tempo continuamos a mesma turma 100% consciente convencida de que é a mais legal, mais bonita e mais gostosinha que o curso de jornalismo da UFPE já viu em todos os tempos e galáxias. Afinal a CPF acompanhou a gente durante 6 anos, é mais tempo que a própria graduação, pelo menos na teoria. Em 2018, vamos como sempre dar o nosso melhor, beber um monte e curtir cada momento. Esse ano pode ser azul pela última vez, mas gente nunca vai deixar de ser.



LÊ LÊLÊÔ LÊLÊÔ LÊLÊÔ LÊLÊÔ MBP!!!!!!!!!




terça-feira, 4 de julho de 2017

Valeu por tudo, CPF! O Adeus de Mr. Hankey


Eu comecei a pensar este texto há mais de um ano, quando já passava a ser possuído pelos sentimentos de saudades e nostalgia que o final da graduação proporciona a quase todo mundo. Levei um tempo maior do que gostaria para entrar no curso que tanto sonhava, e, quando finalmente consegui, naquele já distante 12 de janeiro, a sensação foi incomparável, assim como o volume de lágrimas de felicidade.

Comecei em Jornalismo e imediatamente conheci pessoas que estou levando no peito pela eternidade. Juntos compartilhando risadas, histórias, problemas, lanches, obstáculos diversos... e é então que preciso destacar um ponto alto e específico da graduação: os veteranos caíram como chuva em cima de nós, inocentes calouros, para nos contar sobre as Copas Paulo Francis e Patrícia Poeta de Futebol. "Como assim? A gente vai jogar bola???", estampou-se o questionamento em minha mente. Mal imaginava que era muito mais que isso.

Torneio anual, a copa é uma força agregadora dos indivíduos e dos conjuntos do curso. Jogo para quem é de jogo, festa para quem é de festa, confraternização para todos. Para quem vê de fora, deve até parecer estranho exaltar uma mera pelada de universitários, mas, para quem está por dentro, a atmosfera é realmente de Copa do Mundo. Passar um ano esperando para aquela reunião, os jogos sob sol e chuva, as dores de cabeça para encontrar um campo society disponível, criar sigla, escudo e uniforme, se exercitar para entrar em forma e não fazer feio (HAHAHA... ha...).

Minha turma concebeu, através de um incrível risível insight de Felipe, a sigla PCF. Os veteranos, como forma de trote, nos impuseram a cor marrom-cocô. Fechamos a cara por causa da palhaçada, mas resolvemos depois encarar com bom humor. Adotamos, como mascote, Mr. Hankey - sim, o cocô natalino da série animada South Park - e, no escudo, o colocamos lendo um jornal (acho que foi uma arte compartilhada entre Penélope e Jorge, não recordo agora). Afinal, o que é um peido, né...
Primeiro ano, primeiro sábado e partimos rumo à Praça do Derby, ponto de encontro entre nós e também com os veteranos para irmos ao campo do antigo clube de sargentos e subtenentes, no bairro da Torre. Mágico. Clima puramente mágico. Camisas de diferentes cores, gritaria, algazarra, sorrisos e futebol. Entramos em campo contra o já quase aposentado RYU. Inexperientes, ainda assim conseguimos fazer um jogo parelho, conquistamos um empate sem gols e consegui sair da partida como destaque e candidato a revelação do campeonato, relembrando sonhos passados. As partidas seguintes mostraram que nos faltava muita coisa, mas estávamos muito felizes, contagiados pelo ambiente. Deixamos de ser calouros e viramos veteranos no ano seguinte. Jogamos tão bem na base da superação que chegamos à final contra o RUN. Apesar de prejudicados pela arbitragem (abraço, professor Afonso...) e pela decepção por causa do vice, ficamos com a certeza de que éramos capazes. Outro banho de água fria um ano depois, fazendo uma campanha de apenas terceiro lugar. Ano seguinte, mais uma final, mais um vice e, ao meu ver, a última edição emocionante pra valer. Já tava cansativo jogar muito e não ganhar o título. As duas derradeiras temporadas foram sofríveis, velhos e fora de forma que estávamos. Mas tudo bem. Já nosso time feminino caminhava (e atropelava) pela contramão. Da quebra do tabu "calouro não ganha a Copa" a se tornar o melhor time da história da CPP, elas só perderam um único jogo em todos esses anos, justamente na final de 2013. Lendárias, craques, quase imbatíveis, elas criaram o divisor Antes do PCF/Depois do PCF no torneio. Fica o orgulho e a representação, mas elas ainda têm muito a falar por si próprias. Acabou no último dia 17 a participação do time marrom. Um saldo pessoal de dois prêmios de melhor goleiro e um gol marcado na última edição (FINALMENTEEE), um saldo conjunto de 5 títulos e 1 vice na CPP, dois vices e dois terceiros lugares na CPF. Passamos agora para a seção "Aposentadoria" do blog da Copa. Sempre que sentirmos saudades, acessaremos o endereço. E aí, nostalgia, sorriso no canto da boca, lembranças desaguando. Os melhores anos deste ciclo da minha vida se encerraram, mas os frutos ficam para sempre. Felipe, Mateus, Maurício, Jorge, Cássio, Caio, Henrique, DGO, as meninas, o pessoal dos outros times: imenso prazer jogar, comemorar e beber (e até brigar) com vocês todos. Aquele abraço.

*Fecha a cortina marrom*



Mike "The Wall" Torres, 
goleiro do PCF e um eterno apaixonado pela Copa.


domingo, 18 de junho de 2017

Premiação CPF e CPP 2017



I'll walk you up, what time's the bus come?



Ouro CPF: MBP
Prata CPF: BJU
Bronze CPF: PCF

Ouro CPP: PCF
Prata CPP: THC
Bronze CPP: IML

Craque CPF: Wagner (MBP)
Craque CPP: Camüller (THC)

Artilheiro: Henrique (MBP)
Artilheira: Camüller (THC)

Revelação CPF: Raí (THC)
Revelação CPP: Júlia (THC)

Goleiro CPF: Sibito (MBP)
Goleira CPP: Sofia (IML)

Corcel Indomável CPF: Douglas (BJU)
Corcel Indomável CPP: Carol (PCF)

Melhor Pior Gol: Jorge (PCF)
Artilharia Pesada: Wagner (MBP)
Esponja Etílica: Bianca (PCC)
Troféu Meu Deus do Céu Que Galera Chata Do Caralho: IML

sábado, 17 de junho de 2017

Palpites e Expectativas - Copa Paulo Francis - Final


“Eu já falei com Deus que não vou te deixar
Vou te levar pra onde for
Qualquer lugar
Já fiz de tudo pra não te perder”

Repetindo a final do ano passado, MBP e BJU vem ambos em busca do bicampeonato. A disputa ainda é apimentada por disputas extracampo entre as duas maiores figuras presidenciais da nova CPF. Após provocações mútuas no grupo de Whatsapp da copa ninguém aguenta mais porra o capítulo final dessa disputa será escrito hoje, na Jockey Arena.

Ou talvez não. Porque todo o curso de Jornalismo já percebeu que flops e mimimis de bar à parte, o que existe entre MBP e BJU é na verdade um grande amor. É como se um não existisse sem o outro e estivessem fadados e se enfrentar eternamente em um loop, como Yin x Yang, Ahura Mazda e Angra Mainyu, Sol e Lua, Yue e Kerberus... vocês entenderam onde eu quero chegar. Azul e preto se juntam em mais um jogo que promete muitas provações mas, acima de tudo, carinho e amor.

I can't take my mind off you
Mas... era pra falar de futebol, né? Nesse aspecto, temos duas equipes bem preparadas. Após afastar de vez as suspeitas da asamoahdependência, os homens de preto esperam sair da fila e contam com nomes como GG, Ziani e Mário Jr. para alcançar o bi. Já o MBP está invicto desde o ano passado e quer conquistar um bicampeonato em anos seguidos, conseguido pela última vez em 2005. A disputa também é pela artilharia e pelos prêmios de craque e melhor goleiro. Quem sairá vencedor?

Palpite: Bicampeonato

Palpites e Expectativas - Copa Paulo Francis - Disputa de Terceiro Lugar



“We've come too far to give up who we are
So let's raise the bar and our cups to the stars”

Foi um longo caminho de 2012 até aqui, mas chegou a hora do PCF se despedir. Infelizmente, para os marrons, o título não veio, mas eles prometem fazer bonito em sua última partida e levar pra casa mais um bronze. Mas, acima de tudo, essa é uma oportunidade de se ver e jogar junto pela última vez, comemorando os choros e alegrias da vida universitária e todo o crescimento que vem com essas experiências. Ferro, Caio, Mateus, Mike, Maurício, Cássio, Danilo, Felipe e Jorge celebram a amizade em campo e na festa, prometendo se divertir.

Alguém poderá dizer que a preferência imagética e musical desse post reflete
 um certo tipo de clubismo, porém quem deu o apelido ao menino foi o próprio Mmmmaurício

Do outro lado, o IML. Ainda com o gosto amargo de ter ficado fora da final, mas com a chance de conquistar sua primeira medalha, a equipe de Borges promete jogar bonito e, mais importante ainda, com calma. A lição que os coveiros aprenderam esse ano é que se estressar não vale à pena e o importante é mesmo a brodagem (não aquela pré-2013, mas entre o time mesmo). Em clima de dança, de carimbar a despedida do PCF, de alegria e de festa.

Mas ainda assim, esperem um jogão!

Palpite: Lose Yourself To Dance

Palpites e Expectativas - Copa Patrícia Poeta - Disputa de Terceiro Lugar


Uma música pra lá de motivacional. Reflitam...

Venha pelo motivo que for 
Assuma o papel que quiser 
Na turma que te incentivará
A escrever aquele: AAAAAAAAAAAAA!
Na nota de rodapé.  

Vejo danças, jingles, faixas, álcool, confraternização e fu-te-bol. Futebol, aquele mesmo, aquele que se usa com os pés. Parece que já se passaram um milhão de Primaveras desde que IML e PCC se conhecem e se rivalizam. Sinceramente, consigo imaginar daqui a umas décadas claramente as meninas mais secas que um maracujá dizendo umas as outras: “aquele amarelo sem graça...” “aquele verde escarrado...”. Uma rivalidade permeada pelo fair-play, que fique claro. A decisão 3º lugar do ano passado foi marcante, decidida milimetricamente nos pênaltis. No jogo desse ano um 0x0 recheado de polêmicas e chances para ambos os lados deixam praticamente às cegas o escritor que escreve e as centenas de apostadores do curso. 

Não fique frustado(a) por isso, em minha defesa digo: as defesas dos dois times tem destaques oficializados e de baixo risco na bolsa de valores para você investidor(a). Sofia, super valorizada nessa temporada e com méritos, já vale mais que a Vale do Rio Doce inteira. Alice despontou como promessa e ingressou na categoria revelação. Manu virou sócia dos empreendimentos Dubeux. Joysex já é pré-candidata para as eleições a prefeita de Camaragibe e Sataníris ocupa o cargo de diretora do Submundo, intimidando até o temível Hades. Elas, responsáveis pelo 0x0 inicial, talvez não queiram que o placar se repita dessa vez.   

PEEEEEEEEENAAAALTIS !!!

As jogadoras de ambas os times aproveitaram a temporada para valorizar seus passes

Para os/as que pretendem ter um ataque, uma olhar sobre os ataques: A tríade do PCC tem tudo para entrar na partida louca para apagar qualquer aresta de incerteza, dispostas as mostrar a CPP que não somente vieram para beber e jogar bola, como também dar uma aula de geometria euclidiana. A triangulação é uma de suas perigosas armas, deixando de lado o mito que erroneamente diz que o triângulo é um instrumento para amadores que adentram no forró. “O triângulo é o fígado da banda”, disse uma das três. O IML, contudo, vem com sua dupla da 14º geração dos xororó: Lunath. No áudio interceptado ouve-se: “traremos a grama do cerrado para jogar aqui, preparem-se”. Não satisfeitas em espalhar o ritmo pelo interior país, aspiram disseminar o som da conquista pelo solo úmido ‘pocotiano’ pela primeira vez.

E aí pessoal, nesse São João vai dar forró ou vai dar sertanejo?

Palpite: Música boa e taquicardia.

Palpites e Expectativas - Copa Patrícia Poeta - Final


(Dê play enquanto lê o post)


“Here we are, don't turn away now
We are the warriors that build this town”

A equipe a marcar mais gols no ano de estreia. A maior campeã da história da CPF e da CPP.  A maior artilheira em uma única edição da CPF e CPP. Três troféus de artilharia. Uma equipe quase impossível de ser parada. Uma equipe quase impossível de ser batida. Calouras. Veteranas.

A desafiante.
A desafiada.

Nem a CCXP foi tão épica...

PCF e THC fazem hoje seu segundo e último jogo pela Copa Patrícia Poeta, disputando a taça de 2017. A equipe marrom dispensa apresentações. Os números são realmente impressionantes: em 34 partidas na CPP, apenas uma derrota. Tetracampeãs com justiça, chega a hora da aposentadoria do escrete que, durante muitos anos, encantou e criou desafetos, seja no Military Club Stadium, na Arena Setubal of Confrontation ou na Jockey Arena Paladium Pocotó. Lolla, Marcela, Carol e cia chegam ao seu último jogo com a chance de conquistar o penta e encerrar a carreira com uma última felicidade. Mas o trono que foi ocupado pelo PCF desde 2012 ameaça ter nova dona nos próximos anos, graças a um verdadeiro fenômeno canábico.

Sim, porque o THC também é impressionante. Independente do resultado do jogo de hoje, é fácil afirmar que as calouras ainda levantarão muitas taças durante os próximos anos da CPP. Capitaneadas por Camüller que, com 24 gols, só perde a artilharia por uma distorção do espaço-tempo, as ervas-daninhas querem começar desde agora sua carreira de campeãs. E qual a melhor maneira de assumir o trono se não derrotar a atual rainha em seu jogo de despedida? A preparação foi intensa. Giovana foi atrás de todos os vencedores do prêmio de Artilharia Pesada™ para pegar dicas de como agarrar mais do que nunca. Agnes passou a semana na Índia meditando ao som de Across The Universe e Within You Without You. Samantha deixou até as mil crushes de lado e promete não dar liberdade pra ninguém durante o jogo. Júlia, tranquila após apresentar o seminário de Cultura da Mídia, promete dar todas as asssistências que forem necessárias. E Camila... bom, isso vocês verão logo mais.

Palpite: Menina...

Seleção da Rodada | 5ª Rodada | Copa Paulo Francis 2017


O lado sombrio prevaleceu na seleção da última rodada. Pretos e cinzas monopolizaram as escolhas com o menino Jeffrey entrando de intruso. Por outro lado só de menção honrosa quase deu pra fazer outro time.


Douglas (BJU)

O goleiro morsa demonstrou mais uma vez sua qualidade debaixo das traves. Teve um início de jogo pouco trabalhoso, mas com a crise de asma generalizada em seus companheiros, passou a catar quase tudo. Saídas arrojadas, belas defesas e visão de jogo nos lançamentos são características comprovadas a cada jogo. Mesmo tendo levado o gol de empate num belo chute de Heitor, o arqueiro negro foi um dos destaques do empate de 1x1 entre BJU e MBP e mereceu figurar mais uma vez na seleção da rodada.












Raí (THC)
O calouro tem nome de craque e um futebol condizente com tal. Mesmo correndo com o freio de mão puxado, o filho de Dória protegeu bem demais a bola, fez belos passes e comandou a primeira vitória do THC na CPF diante do IML, marcando dois gols. Entretanto, tá difícil saber se Raí é mais artilheiro dentro das quatro linhas ou fora dele, já que as paredes do CAC falam que o garoto tá mais disputado que o prêmio de esponja etílica desse ano. Mas voltando a falar de futebol, o cinzento tem fortes chances de ser a revelação da CPF, com o belo futebol apresentado e pode fazer valer a perspectiva de crescimento do THC em futuras copas. 








Jeffrey (PCC)
King Joffrey vinha virado no mói de coentro nas últimas rodadas. Brigando pela bola mais do que briga contra o sono às manhãs, fez demais por merecer estar aqui. Destaque do PCC na derrota para o PCF por 8x4, Jeffrey deixou sua marca e participou ativamente da partida, correndo todo o campo, mordendo, dando carrinho, deixando Cássio estrovenga no chinelo. Mas isso não significa que o verdinho foi violento. Longe disso. Mas apresentou a disposição de um corcel talvez dopado do redbull que o menino Tandy tem contrabandeado pro jockey. O iburense figura pela primeira vez na nossa seleção em 2017, com total merecimento.








Vinigol (THC)
O pequeno polegar do THC debuta pela primeira vez aqui. Em sua melhor atuação na CPF, atazanou a vida da defesa do IML durante a partida. Tabelas com Raí e o agregado sendo bem executadas, além de dois gols que mostram o faro de artilheiro que o baixinho tem. O garoto ficou tão feliz pela atuação, que deu valendo no álcool ao fim do jogo. Dançou em slow motion ao som de calcinha preta, cantou como se não houvesse amanhã, bebeu cerveja e abraçou os companheiros de time. Um desempenho em que o cinzento deve se inspirar a repetir nas próximas edições.








Mário Fontes (BJU)
E o funcionário mais dedicado da Folha de Pernambuco aparece aqui novamente. Fez o tento do BJU no empate ante o MBP e foi o destaque do time, ao lado de Douglas. O cérebro do time. Mário armou boas jogadas para os companheiros, os deixando na cara do gol. Porém, ele mesmo resolveu lá na frente, batendo rasteiro sem chances para Sibito e fazendo a alegria do presidente Marlon “tua pressão vai subir, carai” Diego. Agora, uma engenharia está sendo montada para que o atleta possa chegar a tempo na final para ajudar o seu time na busca pelo bicampeonato. Todo um esquema de trânsito foi montado em parceria com a cttu e policiais do bptran, e a expectativa é de que, dessa vez, Fontes chegue a tempo de se alongar. 




Menções Honrosas:

Rafael Sibito (MBP)












Heitor (MBP)













Henrique Ferro (PCF)

A hora do adeus de Lolla, autoproclamada a Rainha do Futebol


O meu cabelo já começa prateando, mas a sanfona ainda não desafinou. Hoje se encerra, na Copa Patrícia Poeta de Futebol, aquilo que os especialistas já chamam de Era PCF. Tetracampeonato, cinco anos de futebol, só uma derrota. 
Hoje, além do penta do carrossel peceéfiano, vou em busca de meu gol 1.000, segundo minhas contagens.

Independentemente do resultado, eu só quis dar ao alegria ao meu povo. Essa gente tão sofrida com essa política podre, essa economia em frangalhos, essa esquerda desarticulada e esse futebol careta. Lolla, da linhagem socrática de craques, nunca teve papas na língua e sempre se posicionou politicamente em campo. Eu entrei em campo com o símbolo do MST. Eu comemorei meus gols com o punho cerrado do Black Panther. Eu apoei as jornadas de junho. Eu fui contra o golpe. Eu grito Fora Temer. 

Eu quis trazer de volta a cadência, a ginga, o politicamente incorreto do futebol-arte brasileiro. O cigarro e a cachaça na beira do campo, o sexo na concentração, a provocação descarada, os dribles desnecessários na entrada da área adversária, os penteados, a catimba. Porque não é o resultado que importa, importa jogar com estilo. O futebol tinha ficado muito chato. 

Eu sou de Oxum, com Oxaguiã e Iansã. Lolla é minha Iansã, meu alter-ego favorito. Não mexa com ela não, que é raio, guerra, fúria, 4x4, atropela mesmo. Lolla foi criada para ser tudo aquilo que só se pode ser no futebol, porque a vida do lado de fora da Copa só precisa de mais e mais amor, porque os tempos estão difíceis. Acreditem no Brasil, acreditem na política, acreditem no jornalismo, acreditem nessa gente tão bonita, acreditem no diálogo, acreditem no amor. Sejam o amor e seremos Deus. 

Esclarecimentos históricos

O DPC sempre invejou o PCF. Invejou nossa técnica, nosso dendê, nossa alegria nas pernas. Foi por isso que algumas de suas integrantes, no ano de 2012, estreia peceefiana nas Copas, se apoveitaram de um momento de fragilidade meu na festa final, em que estava alcoolizada, e furtaram meu troféu de craque da CPP. No outro dia, consta no B.O feito na delegacia de Casa Amarela:
 "Às 14:32 hrs, Lolla postou no grupo de jornalismo da UFPE: ' Gente, se alguém achou que era craque da CPP e pegou meu trofeuzinho de craque por engano ontem, devolva, gostaria de guardá-lo <3 nbsp="" p="">

Foi o suficiente para que, descaradamente, algumas integrantes daquele time postassem, para que todos vissem, o famigerado vídeo em que quebravam um patrimônio que era meu e a da história.  A justiça dos homens é falha e fui muito julgada por repudiar tais atitudes. Não havia clima para disputar a copa que se seguiu e o futebol perdeu a arte de Lolla. Foi quando me ocorreu uma experiência transcendental (conto mais detalhes em minha biografia autorizada). Lolla caminhava pelo mercado de Casa Amarela quando foi parada por um sábio, um cego cantador de feira, que me disse: "dê alegria ao povo, são só quatro linhas e uma bola. Custa muito pouco". Eu voltei. Fui perseguida pelas colunas sociais da CPF. Pelos tablóides sensacionalistas. A cada pré-jogo, minha presença era questionada. Na internet, condenaram meu excessos. Meu quadradinho de oito. Meu sono sob uma mesa de sinuca. Mas são só quatro linhas e uma bola. Inspirei música do The Kinks, livro de Nabokov, filme Tom Tykwer. Ganhei mais três títulos.

Hoje, questionam novamente meu futebol e minha história. De fato, as articulações começam a reclamar, os músculos não são os de outrora. Mas a ginga ainda estará lá. Os dribles, a raça, a catimba, o politicamente incorreto. Porque não é o resultado que importa, o que importa é jogar com estilo, 


Marília e Lolla. 


Seleção da Rodada | 5º Copa Patrícia Poeta


Nossa última seleção não traz lá grandes novidades. O gol segue defendido por Sofia, e a dupla CaJu conseguiu o feito de se manter na seleção a temporada inteira. Ave Maria!




Sofia (IML)
O paredão do IML mostrou que é de longe a melhor goleira da Copa Patrícia Poeta. Camila e o seus chutes fuderosos esbarraram muitas vezes na amarelinha. Sofia também impediu muitos gols do MBP, quando jogou como agregada do BJU. Mais que merecido seu lugar na seleção da rodada. 














Dandara (PCC)
Uma verdadeira mulher maravilha. Desfalcadas de Luane I, coube a Dandara realizar as jogadas ofensivas do PCC com Welda e Ju Baile Tropical hoje, que levaram perigo ao gol das cocozeiras. A pcciana fez bons lances no jogo, balançou as redes, marcou as adversárias, ajudou como pôde, e como ela sempre diz, entrou em campo para se divertir. 













Marina (MBP)
Seja na linha ou no gol, no álcool ou no futebol, apitando ou jogando, Marina esbanja talento e simpatia, a bidu marcou os gols que deram a primeira vitória ao MBP na última rodada e ainda deu uma forcinha ao PCF contra as verdinhas. Mereceu seu lugar aqui.















Camila (THC) - unânime
Mais uma vez a alvirrubra está na seleção da rodada, na verdade, ela bate o ponto aqui desde a primeira rodada. No jogo contra o IML, ela fez o que sabe fazer de melhor, gols, dribles e uma dose de xingamentos. E apesar da marcação forte das coveiras, Camomila conseguiu jogar bem e garantiu a vitória e o lugar na final para o THC.













Julia  THC
Outra que entrou e não saiu mais da seleção, a dupla CaJu realmente parece imbatível, a cinzenta fez tudo nos conforme, passes, marcação, chutes. Trabalhou direitinho, com a mesma tranquilidade de sempre e mais uma vez não temos palavras para ela, ela joga muito, é isso.



quinta-feira, 15 de junho de 2017

Resenhas | 5ª Rodada | Copa Patrícia Poeta 2017


IML 1x4 THC
Julia usou a força Jedi para ajudar suas companheiras
A última rodada da CPP pode ter tido jogos mornos, mas também foi uma das rodadas mais incríveis em termos de fair play e disputa por bolas, tentativas de chutes pirotécnicos e muita oração para Deus ajudar na hora do placar. Foi assim que se deu o jogo do THC e IML, este último buscando uma vitória para conseguir manter-se vivo até o resultado do jogo seguinte, que poderia defini-lo na final da Copa Patrícia Poeta. Quem pensou que veria um THC preocupado diante de um Amarelo Maizena corajoso e mais ousado, errou feio. Camila, a capitã do time cinza, mais parece ter engolido um foguete turco e disparava na frente das adversárias, tabelando com a Khedira do THC, Julia. Um time bem equilibrado diante de um time desesperado por vitória. Talvez tenha sido esse o motivo do apagamento de Nath durante o jogo. 'Dibrando' tudo e todos, Luane conseguiu segurar uma boa parte do jogo e tentar balançar a rede adversária, acontecimento que só veio no segundo tempo. Depois de um quase gol de lateral, onde ninguém tocou na boca, o narrador não percebeu e gritou gol, sendo tomado por um silêncio sepulcral e uma imensa tristeza pós gafe em transmissão nacional. O jogo correu soltou, com a sequencia animalesca de bicudas giratórias da dupla Caju, que só passava em grosso, sem perdoar nem a mãe chorosa ao lado vendo a filha jogando no IML e perdendo feio. Porém, mesmo depois de um 4x1 pesado em cima das amarelinhas, reinou a alegria e a paz, rendendo até foto entre as atletas dos dois times. Vivemos momentos de tensão, de amor, de ódio, de Camila gritando com todos e Nath rindo e balançando a cabeça em negativa ao que estava lhe acontecendo. Assim encerrou-se mais um capítulo da CPP, e agora estamos diante de uma das finais mais empolgantes desses 10 anos de copa. Vamos todos torcer para que seja não só um jogo, mas também uma batalha tão incrível como Goku versus Freeza na destruição e Namekuzei.


PCF 3x3 PCC
O fotógrafo foi comer um espetinho
 de Seu Renato na hora do jogo

PCF e PCC já protagonizaram capítulos emblemáticos da história da CPP. O último confronto entre os times deu uma apaziguada nos ânimos. Toda a vibe desse jogo dependia do resultado do confronto anterior. A vitória do THC morgou o sonho do PCC de disputar sua primeira final e jogou pela terceira vez as rebeldes na disputa do terceiro lugar e novamente com as rivais coveiras. Falando do jogo. Bem, como o PCF já estava classificado para sua sexta final seguida e ainda estavam desfalcadas de Cintra e Carol Britto, o jogo virou um grande peladão. Gol lá, gol cá, agregada lá, agregada cá. Quem realizou o sonho de jogar com a camisa marrom foi a ex-presidenta chiliquenta corcel indomável Thais Lima, que ainda marcou um gol com a jaqueta cor de merda. Alice Duque, agregada do MBP, não quis saber da rivalidade de seu time adotivo com o PCF e a secura de jogar bila falou mais alto. No gol, a funcionária da Rede Golpista de Televisão até fazia ótimas defesas, mas levava gols logo em seguida. A situação colocou Alice na posição de goleira mais azarada da CPP. O clima amistoso permitiu que Luiza jogasse a bessa mesmo com o braço enfaixado. O lado verde não deu a mínima para a desclassificação e fez seu jogo na moral. Sem Luane, que se perdeu no caminho pro jóquei depois que seu óculos quebrou, a trindade rebelde virou um dupla: Welda e Dandara usaram da experiência e deram conta do recado. As equipes resolvem suas vidas no próximo sábado. O PCF se despede da CPP com a chance de aumentar seus recordes contra um THC cheio de fumaça nos pulmões. Já as rebeldes brigam pelo tri-bonze e pela primeira vitória contra o IML.   



MBP 2x0 BJU
Só dizendo que esse jogo é MBP x BJU
O último sábado foi repleto de decisões na Arena Pocotó. Um buruço na CPP, restava um vaga para final e três concorrentes (IML, THC, PCC). Mas o jogo que realmente chamou atenção estava longe da disputa pelo lugar na final. BJU e MBP entraram em campo para decidir o quinto lugar da Copa, e se na rodada anterior o MBP teve um time repleto de agregadas, na última rodada, visto a importância da partida, as comandadas de Marina trouxeram força máxima. Lara tô sem óculos, Becs sem chilique, Les Blusineas  e Alice Duque, a novata do MBP. Do lado preto, bom, a mesma situação de sempre, agregadas, Emilayne e Denise. O confronto não teve muitos gols, graças ao paredão Sofia, a melhor goleira da CPP, que defendeu como o Victor os chutes do MBP. Lances curiosos marcaram o jogo, como uma bela furada de Emy, ela também não se conteve e colocou a mão na bola algumas vezes durante a partida. Outro momento peculiar foi em uma disputa de bola que terminou com Lara perdendo os óculos. Marina marcou os dois gols das bidus e a vitória ao MBP que garantiu o 5° lugar, o BJU, com um saldo de -32, é só isso não tem mais jeito, acabou. Agora resta saber se as equipes ou só o MBP promete arrasar na festa como arrasaram ou foram arrasadas no futebol. 

quarta-feira, 14 de junho de 2017

EXTRA EXTRA, Temos um novo time na CPF!


TENGO LENGO TENGO LENGO TENGO  LENGO TENGO 

Entrando no clima festivo que esse mês de Junho nos proporciona, anunciamos  uma novidade  para o sábado (17) que vem lá das bandas do agreste, mais precisamente de Caruaru É A CAPITAL DO FORRÓ, É A CAPITAL DO FORRÓ, certeza que você pensa em São João e, provavelmente, também lembra dos momentos no Intercom Regional de 2016. Se o congresso é responsável por reunir toda turminha badalada do jornalismo, na Copa Paulo Francis e Patrícia Poeta  não é diferente, porque ninguém quer levar a vida tão só, e juntar mais um pouquinho de gente não seria nada mal.
Esse ano a Copa Paulo Francis ganhou uma nova equipe, vinda diretamente do Alto do Moura para a Arena Pocotó. 




Mas como assim? Pois bem fofinhos, a ideia de convidar o Curso de Comunicação do Agreste veio por meio de um cara da velha-guarda da CPF, integrante da primeira turma campeã (MSN), Eduardo Maia, considerado o primeiro craque da Copa. Eduardo, hoje é professor no Campus de Caruaru, guarda com orgulho o troféu de vencedor de 2003. “Pra mim foi marcante porque a Copa continuou, a gente achou que ia durar só um ano e dura até hoje. Quando eu voltei para morar aqui (Caruaru) e entrei na Federal (como professor) pensei em  criar um time do Agreste pra jogar a Paulo Francis, falei com o pessoal e eles permitiram”, disse o empolgado ancestral cpfiano. Os forrozeiros fazem um amistoso contra um mistão da CPF, a peleja está marcada para às 16h30.

O time de Caruaru vem com Mestre Vitalino, Luiz Gonzaga,
 Petrúcio Amorim e Santana, o cantador.

O primeiro passo para fundar o time foi a criação de uma pelada na quadra do Campus, participam dela alunos, professores, vigilantes, serventes. Após isso a equipe ganhou forma, nome e escudo. O CAA ainda é desconhecido, mas aparenta ser rochedo e deve chamar os agregados + outros  para dançar um forró. Preparem as canjicas, os milhos, as pamonhas, levem os rojões, acenda a fogueira no seu coração e vamos para o Arraiá que promete ser sábado.

Os rapazolas estão tão animados com o embate que fizeram até uma produção audiovisual. Clique aqui e veja (Para a sorte deles a copa não é de vôlei).

Lembrando que o clima muda após os jogos da rodada, porque teremos a festa final tropical com direito a vista e banho no mar para curar a ressaca.
Baile Tropical - Festa Final CPF e CPP